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High-society

Carmen Mayrink Veiga não consegue evitar penhora de bens

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A socialite Carmem Therezinha Solbiati Mayrink Veiga não conseguiu evitar no Superior Tribunal de Justiça a penhora de seus bens, pedida pelo Banco do Brasil. Ela tentou excluir da penhora, que atinge os bens de sua família, os bens que são exclusivamente de sua propriedade, como móveis e objetos de arte.

Os objetos estavam dentro de um imóvel da família que foi penhorado por decisão da Justiça. O ministro Edson Vidigal, presidente do tribunal, rejeitou o recurso extraordinário interposto pelos advogados de Carmem, porque precisaria entrar no mérito das provas produzidas. A decisão é do dia 20 de setembro e foi publicada no Diário da Justiça desta terça-feira (4/10).

Ela já havia tentado evitar no STJ a penhora de dois apartamentos da família na Zona Sul do Rio. Segundo os advogados de Carmem, ela havia sido enganada pelo Banco Rosa ao ser incluída como devedora solidária em empréstimos feitos pelo Grupo Mayrink Veiga, pertencente à sua família.

A família Mayrink Veiga é uma das tradicionais do Rio. Seus problemas financeiros começaram em 1995, quando vários bens foram bloqueados e leiloados para pagar dívidas com instituições financeiras como o Banco do Brasil e o Banco Rosa (liquidado pelo Banco Central naquele mesmo ano).

Leonardo Fuhrmann é repórter da revista Consutor Jurídico.

Revista Consultor Jurídico, 4 de outubro de 2005, 13h34

Comentários de leitores

1 comentário

Escreveu não leu - Pau Comeu...Não se pode aleg...

Gilberto Andrade (Advogado Sócio de Escritório - Comercial)

Escreveu não leu - Pau Comeu...Não se pode alegar ignorância de aval concedido. Ademais, quando se é beneficiário indireto dos empréstimos que resultaram na penhora, não há o que arguir. Nada contra a socialite, que acredito haver sido vítima dos administradores do grupo do qual faz parte. Entretanto, a segurança dos contratos deve imperar, e nossa Lei, tanto civil como processual, já é odiosamente protetora dos devedores.

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