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Comentários de leitores

4 comentários

Lógicamente o pagamento da pensão é o que basta...

CesarMello (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

Lógicamente o pagamento da pensão é o que basta para suprir as necessidades de criação de um filho. Por isso que nossas crianças estão cada vez mais bem educadas. Vide, recentemente, o caso Lindemberg e Eloá. A namorada terminou com o rapaz? Qual a melhor forma de resolver a situação? O rapaz muito bem guiado e criado pela pensão que recebia do pai, pega uma (duas na verdade) arma e atira na namorada e na amiga. A namorada morre, a amiga, provavelmente fica desfigurada. Mas não há do que reclamar. O Pai fez sua parte. Pagou a pensão. A mãe que se vire para prover ambas as figuras materna e paterna capazes de ensinar ao jovem conceitos de hombridade, honra, resignação, humildade e diálogo, tão em voga em nossos jovens hoje. Enfim, eu também quero morar no país onde os ministros do STJ vivem! Será que tem vaga?

Pode até ser abusivo, em determinados situações...

Marcelo Parra (Advogado Sócio de Escritório)

Pode até ser abusivo, em determinados situações, o pedido de dano moral por abandono afetivo - penso que depende de caso a caso -, porém, discordo frontalmente do Dr. Carbone quando diz que o pagamento da pensão alimentícia supre outras lacunas como a falta de afeto; absolutamente, ser pai não é só pagar a pensão, é, sobretudo, dar carinho e apoio moral. Ademais, o direito à indenização está capitulado na parte geral do Código Civil, podendo ser aplicado a qualquer situação, inclusive nas relações entre pais e filhos.

Infelizmente não foi dessa vez que o STJ, fez v...

Belcris (Advogado Autônomo - Civil)

Infelizmente não foi dessa vez que o STJ, fez valer os direitos de toda criança que necessita da presença dos pais, sejam eles separados ou não. O que está se discutindo aqui realmente foge a alçada de nossos julgadores, pois estamos falando de algo indispensável para o ser humano. Realmente não caberá ao STJ dizer: AME SEU FILHO! VOCÊ É IMPORTANTE PARA ELE!

Já pensou se a moda mineira pega?!

Fabricio M Souza (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

Já pensou se a moda mineira pega?!

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