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Dia da caça

EJ vai à forra contra Schelb e Luiz Francisco no CNMP

Por 

16. O Estado de São Paulo, artigo de José Nêumane intitulado Controle,sim,chantagem,não

17. Jornal O Globo de 20/04/04.- coluna de Ancelmo Góes sobre participação de Luiz Francisco em reunião do novo partido.

18. Revista Veja número. 24 de 16/06/99 com matéria intitutulada "Dudu, Lulu e Lau-lau"

19. Jornal Folha de São Paulo de 23/11/99 com notícia de que CPI não encontrou nada contra Eduardo Jorge

20. Jornal do Brasil de 18/05/00, com matéria “Eduardo Jorge articula em nova àrea”

21. Jornal O Globo do dia 21/05/00, com matéria “Uma sombra sobre a Esplanada”

22. Jornal do Brasil de 12/07/00, com declaração da Procuradora Janice Ascari –“ de que .... não tem indícios..”

23. Jornal Folha de São Paulo de 07/07/00, com notícia sobre Evolução Patrimonial – retirada da Internet

24. Cópia do documento sobre Evolução Patrimonial – colocado na Internet

25. Cópia do documento sobre Evolução Patrimonial – colocado na Internet - retirado com a marca da liderança do PT

26. Jornal Folha de São Paulo de 29/06/2000, com matéria "Eduardo Jorge manifesta apoio a Estevão"

27. Trecho de depoimento do Procurador Guilherme Schelb, na Subcomissão do Senado dizendo que “apoio a PMDB é indício”

28. E-mail do Procurador Cláudio Fontelles em resposta à Luiz Francisco

29. Jornal O Estado de São Paulo de 17/07/00 com declaração de Luiz Francisco comparando Eduardo Jorge à PC

30. Jornal Folha de São Paulo com declaração "Procurador vai pedir quebra de sigilo"

31. Carta de Dr.Grossi aos Procuradores, de 28 /07/00, entregando os sigilos

32. Fax do Jornal do Brasil com texto do ofício n. 82, de 31/07/00, dos Procuradores à Receita Federal

33. Revista Istoé, n. 1611, de 11-8-2000 com matéria – “O vôo do emergente” sobre o Presidente do Serpro, Dr.Sérgio Otero

34. Portaria 06/2000, de 23/08/00, dos Procuradores Luiz Francisco, Guilherme Schelb e Alexandre Camanho

35. Jornal O Globo de 18/07/2000 com Notícia sobre José Carlos Dias e Montreal

36. Jornal O Globo de 20/07/2000 com Desmentido de José Carlos Dias

37. Jornal Folha de São Paulo de 12/11/2000, com noticia sobre caixa 2 de campanha

38. Jornal Folha de São Paulo do dia 26/01/01, com notícia intitulada:"Investigação sobre EJ segue sem provas".

39. Jornal Folha de São Paulo do dia 12/02/01, com carta de Eduardo Jorge ao Painel do Leitor

40. Jornal Folha de São Paulo do dia 13/02/01, com entrevista de Guilherme Schelb

41. Jornal Folha de São Paulo de 14/02/01 com artigo “Errei” de Clovis Rossi

42. Queixa-crime do Delegado da Receita contra Luiz Francisco, de 22/05/01

43. Representação da AGU ao Corregedor do MP Sobre caso Receita, de 23/05/01

44. Relatório parcial dos auditores Rubens Seixas e Rosa Maria, de 10/04./.01

45. Jornal Folha de São Paulo do dia 06/ 06/01 com notícia do relatório dos auditores Rubens Seixas e Rosa Maria

46. Termo de encerramento da fiscalização com AUTO DE INFRAÇÃO

47. Documentos que foram marcados no processo de fiscalização

48. Expediente ao Delegado solicitando correção de erro material

49. Jornais com notícia do oficio dos Procuradores à Receita

50. Revista Época n. 277 de 08/9/2003 com notícia de diligência fiscal

51. Ofício do Delegado da Polícia Federal nº8188/03 ao Juiz da 6ª Vara

52. Depoimento Roberto Cláudio Jorge Moreira Rivera

53. Documento anônimo e apócrifo atribuído ao Sr. Peixoto

54. D.O de 2ªquinzena de Agosto /2003, com licença prêmio de LF

55. Folha do sistema de acompanhamento processual do TRF-1, com Ação de Improbidade contra Geraldo Brindeiro

56. Folha do sistema de acompanhamento processual do TRF-1, com Ação de Improbidade contra Eduardo Jorge

57. Depoimento Rubens Seixas ao Procurador Guilherme Schelb

58. Informação Coger/Gab. 011/2003

59. Duas versões do Ofício n. 205/03 – ZS/PRDF, de 2 de setembro de 2003 - "refiscalização" e "auditoria correicional

60. Procedimento com protocolo às 9:15 hs do dia 8/9/2003

61. Resposta do corregedor a Eduardo Jorge que afirma não ter PAP

62. Solicitação de Luís Francisco ao Senado Federal, de 21 /05/03, sobre Eduardo Jorge e esposa

63. Carta de 22/08/02, com resposta à 5ª Câmara

64. Folha inicial da Ação Cautelar com CPFs de Lídice e Serralvo

65. Relatório do Sistema da Receita com CPF de Amaury Serralvo

66. Defesa prévia de Luiz Francisco na queixa-crime de Eduardo Jorge

67. Notificação de Eduardo Jorge à CBN

68. Resposta da CBN ao juiz dizendo que não existe a fita

69. Defesa prévia de Luiz Francisco na queixa-crime de Marcos Jorge

70. Depoimento de Luiz Francisco na queixa-crime de Marcos Jorge

71. Artigo de Rui Nogueira na Primeira Leitura

72. Artigo de Rui Nogueira no Observatório de Imprensa

 é correspondente da Revista Consultor Jurídico em Brasília.

Revista Consultor Jurídico, 15 de novembro de 2005, 12h46

Comentários de leitores

7 comentários

A bem da verdade é que estes produradores repre...

Alexandre Cadeu Bernardes (Advogado Sócio de Escritório)

A bem da verdade é que estes produradores representam uma mínima e insignificante parcela do Ministério Público Federal, que com estes a Instituição não deve ser confundida, motivo pelo qual se deve tratar com rigor a questão desta representação que lhes é movida, pois, não é apenas o aspécto funcional destes procuradores que se deve levar em consideração, mas, também, o comportamento aético e imoral com que perpetraram acusações contra o Dr. Eduardo Jorge, que para sua infecilidade não era petista, pois, se o fosse não seria o "alvo" de tanta achincalhação moral. É bem certo que o Dr. Eduardo Jorge foi vilipendiado em sua esfera pessoal, portanto,assim se espera, que o caso não passe impune, pois, a nação - espera - o rigor da lei contra aqueles não agiram como fiéis "fiscais da lei", dessa apenas se utilizando em razão do cargo para perseguições baratas e sem um mínimo de bom senso e prudência. Este é país democrático e cabe a nós zelarmos pr esta democracia conseguida a custa de muito suor e sangue de nossos antepassados. Boa sorte aos senhores procuradores, pois, somente ela lhes restou, já que a legalidade do ato e força da lei restaram abandonadas em suas manifestações, o que se espera que não aconteça agora.

Em tempo; ao ler o comentário de um dos leitore...

HERMAN (Outros)

Em tempo; ao ler o comentário de um dos leitores da matéria, ele comenta a obra do TRT de SP, vinculando ao Sr. Eduardo Jorge. Só, que ele esqueceu que um membro do MPF também estava na lista das pessoas que receberam valores da construtora do prédio. Justificou dizendo que os valores era proviniente de honorário advocatício (sic). Ninguém nunca mais ouviu falar do fato, talvez fosse realmente recebimento de honorários, mas não é moralmente legal.

Ao Senhor Eduardo Jorge tenho uma profunda admi...

HERMAN (Outros)

Ao Senhor Eduardo Jorge tenho uma profunda admiração e solidariedade pelas injustiças que sofreu e perseguição perpetuadas por membros do Ministério Público, em especial do Procurador Guilherme Zanina Schelb, que na sua ânsia carreirista atropelou seu dever funcional de custus legis, impondo seus “interesses pessoais”, a todo custo e a todo pretexto. Não sei porque, a zelosa Procuradoria Geral da República ainda não o afastou, e porque não impingiram a ele inúmeras Ações Civis Públicas”, como fazem com os mortais comuns. Talvez os Srs Procuradores não sejam comuns, até porque na história da Procuradoria Geral da República, nunca, repita-se, nunca um Procurador foi demitido, ou seja, é a única Instituição Pública que nunca demitiu ninguém. Deixarão a sociedade esquecer que o Sr. Schelb propôs investigações que eram de interesse da “SOUZA CRUZ”, representada pela ABCF, de interesse dos Distribuidores de Combustíveis entre outras empresas e, depois, da própria Procuradoria da República (do Gabinete), pediu milhares de dólares para “financiar seu livro”, tudinho publicado em revistas de circulação nacional, as quais guardo com muito carinho. O Sr. Schelb teve a desfaçatez de receber um pedido de grampo administrativo do Inspetor da Polícia Rodoviária Reinaldo Zidosk (acho que é assim que se escreve), e distribuir preventivamente para ele mesmo, acompanhar os grampos etc. Só um detalhe, os grampos eram de pessoas residentes em São Paulo, e nenhum Policial Rodoviário foi investigado ou preso, e pior, a investigação era de pessoas que atuavam no ramo de cigarros e de distribuição de combustível. É esse o método Schelb de “investigação”. Sei que a Corregedoria Geral do MPF atuará com rigor. Mais detalhes contatem o site hebertwolf@hotmail.com

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