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Violência urbana

Advogado é assassinado dentro de escritório no Rio de Janeiro

O advogado Orotavo Lopes da Silva Junior morreu na madrugada desta terça-feira (23/3), no Hospital Pró-Cardiáco, em Botafogo, Rio de Janeiro. Ele foi assassinado dentro de seu escritório, com um tiro na barriga. O advogado tinha 62 anos e foi enterrado no cemitério do São João Batista. A informação é do Jornal do Brasil.

O assalto ocorreu por volta das 13h, logo depois que um carro-forte entregou R$ 700 mil no escritório. O delegado Marcus Druker, da 1º DP (Praça Mauá), pretende ouvir na segunda-feira (28/3) os funcionários do escritório para fazer um retrato-falado dos bandidos.

O filho da vítima, advogado Fernando Orotavo Neto, disse que o dinheiro foi enviado por um cliente para pagar os honorários do escritório. A quadrilha era formada por seis homens armados.

Revista Consultor Jurídico, 24 de março de 2005, 13h26

Comentários de leitores

2 comentários

Errata: Onde se lê "...E é um absurdo que não ...

Sérgio Niemeyer (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Errata: Onde se lê "...E é um absurdo que não se deva..." leia-se "... E é um absurdo que se deva..." (a) Sérgio Niemeyer

Isso significa que os bandidos tinham informaçã...

Sérgio Niemeyer (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Isso significa que os bandidos tinham informação precisa do dia e do valor do pagamento. Agora, quem passou essa informação? Com certeza essa indagação lança suspeitas sobre as pessoas que trabalham na empresa de transporte de valores, sobre aquelas que trabalham no próprio escritório, sobre as que trabalham no escritório do cliente do advogado assassinado, sobre os funcionários do banco sacado, já que o saque de quantia dessa monta exige declaração de finalidade, ou qualquer outra pessoa que tivesse conhecimento do fato do pagamento. Em qualquer hipótese, os fatos relatados constituem uma preocupação dado o absurdo que encerra, pois demonstra que estamos cercados por bandidos, se não os que praticaram o assalto propriamente dito, aqueles que, camuflados de diligentes funcionários, acumpliciam-se com os primeiros para delinquir e roubar o fruto de um trabalho sério, honesto e honrado, qual os honorários de advogado. E é um absurdo que não se deva pagar quase R$ 192 mil em imposto de renda e não ter segurança para recebe os honorários a que se faz jus, porque o Estado é incompetente no combate ao crime, e ainda pretende manter-nos a todos reféns da mira dos bandidos, pois quer equiparar-nos a eles se porventura, descrentes da eficiência do Estado em prover-nos a segurança, adquirirmos uma arma para autodefesa. Aí passamos à condição de bandidos. Ainda mais agora, depois que milhares de pessoas de bem entregaram suas armas, mas os bandidos, não. Ao contrário, têm a certeza de que não encontrarão resistência às suas investidas delinqüentes. (a) Sérgio Niemeyer

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