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Denúncia oferecida

Petista é denunciado por dizer que desembargador foi comprado

O presidente do Partido dos Trabalhadores em Santa Catarina, Milton Mendes de Oliveira, foi denunciado pelo Ministério Público por crime de calúnia. A ação foi ajuizada após representação do presidente do Tribunal Regional Eleitoral catarinense, desembargador Carlos Prudêncio. A informação é do site Espaço Vital.

De acordo com os autos, no início de dezembro de 2004, Milton Mendes esteve em Criciúma para participar de um encontro do PT. Em entrevista ao jornal local afirmou que o processo de cassação do prefeito reeleito do município, Décio Góes, era escandaloso. “Vamos recorrer dessa decisão desonesta de um juiz comprado e maluco. Essa decisão é vexatória e escandalosa”, afirmou Mendes.

Segundo a denúncia assinada pela procuradora da República em Criciúma, Jaqueline Ana Buffon, “a imputação feita ao magistrado remete-se ao artigo 317 do Código Penal, ou seja, crime de corrupção passiva”.

De acordo com ela, foram solicitados os antecedentes criminais para verificar possibilidade de suspensão do processo, conforme estabelece o artigo 89 da Lei nº 9.099/95.

Revista Consultor Jurídico, 18 de março de 2005, 11h20

Comentários de leitores

1 comentário

É assim mesmo, caro companheiro. Nesta terra ...

João Marcos Mayer (Advogado Assalariado - Ambiental)

É assim mesmo, caro companheiro. Nesta terra brasilis só se pode xingar é juiz de futebol, e olhe lá! Porque os dignos magisteres não aceitam a palavra juiz para aquela digna profissão, mas querem que o apitador seja chamado 'árbitro'. Pergunta-se: Alguém já ouviu num estádio o torcedor agravado clamar: Árbitro ladrão!? Ou árbitro filho da .... (mãe)!? Quando isto acontecer o país estará salvo. Logo os dignos profissionais das sociedades arbitrais também irão chiar.

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