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Respiro de alívio

Decreto de falência da Gazeta Mercantil é suspenso em São Paulo

O decreto de falência da Gazeta Mercantil está suspenso. A decisão de mérito é da 4ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo. Os desembargadores acataram Agravo de Instrumento ajuizado pela empresa contra decisão que decretou a falência.

A falência da Gazeta Mercantil foi decretada pela juíza da 8ª Vara Cível de São Paulo a pedido da Samab Cia. Industrial e Comércio de Papel, em abril de 2004. Desde setembro de 2001, a Gazeta Mercantil não pagava os valores da compra de papel. A dívida com a Samab chegou a R$ 272 mil. A falência da GZM foi pedida em outubro de 2003.

De acordo com o advogado da GZM, Jeremias Alves Pereira Filho, do escritório Jeremias Alves Pereira Filho Advogados Associados, “o crédito já havia sido liquidado antes mesmo do decreto de falência, do qual a empresa não teria sido regularmente citada”. No recurso, disse Pereira Filho, a empresa comprovou que a dívida foi quitada e não há “motivo para manter essa situação, sempre mais ruinosa”.

Segundo ele, “essa decisão é relevante, não só porque afastou o decreto de quebra da Gazeta Mercantil, tradicional empresa jornalística do país, como também por se encontrar em sintonia com a nova Lei de Recuperação de Empresa e de Falências (Lei 11.101/05), que entrará em vigor em junho, cujo objetivo principal é a preservação da empresa em detrimento da falência”.

Revista Consultor Jurídico, 18 de março de 2005, 13h11

Comentários de leitores

2 comentários

Caro João Marcos Nao entendi o final do seu te...

Wolf (Jornalista)

Caro João Marcos Nao entendi o final do seu texto. A pá de cal cederia lugar para um jardim florido? A menos que exista alguém que compre os maravilhosos e historicos titulos, pague TODAS as dividas, principalmente as milhares trabalhistas, daí sim poderiamos dizer que chegamos ao jardim florido e aromatico que voce menciona. Infelizmente, os péssimos administradores dos dois maravilhosos titulos, Gazeta Mercantil e Jornal do Brasil, conseguiram destruir as empresas mas nao o mais importante patrimonio: os títulos. Seria sensacional se alguem conseguisse chegar ao jardim florido e aromático!

Que pena! Tanto o Jornal do Brasil, como a Gaze...

João Marcos Mayer (Advogado Assalariado - Ambiental)

Que pena! Tanto o Jornal do Brasil, como a Gazeta Mercantil têm levado por sinuosidades desrespeito ao profissionais do direito. A falência, tanto de um como de outro, seria a pá de cal para um ninho de ervas daninhas, que cederiam lugar para um jardim florido e aromático.

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