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Crime em São Paulo

Supremo nega pedido de liberdade do estudante Gil Rugai

O estudante Gil Grego Rugai vai continuar preso. A 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal negou pedido de relaxamento da prisão preventiva do estudante. Rugai é acusado de matar o pai, Luiz Carlos Rugai, e a mulher dele, Alessandra de Fátima Troitino, em março de 2004, na capital paulista.

No pedido de Habeas Corpus entregue ao Supremo, a defesa de Rugai alega constrangimento ilegal e excesso de prazo na manutenção da prisão preventiva.

Para o ministro Joaquim Barbosa, relator do caso, é necessário manter o decreto de prisão preventiva do estudante para não comprometer a instrução penal. Quanto à alegação do excesso de prazo, o relator não apreciou o pedido para evitar a supressão de instância, já que esse argumento não foi analisado pelo Superior Tribunal de Justiça.

HC 86.347

Revista Consultor Jurídico, 13 de dezembro de 2005, 21h41

Comentários de leitores

1 comentário

Se não fosse tão anti ético eu faria a seguinte...

acdinamarco (Advogado Autônomo - Criminal)

Se não fosse tão anti ético eu faria a seguinte sugestão : solte o Gil Rugai e meta o advogado dele na camisa-de-força !!! acdinamarco@aasp.org.br

Comentários encerrados em 21/12/2005.
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