Consultor Jurídico

Notícias

Você leu 1 de 5 notícias liberadas no mês.
Faça seu CADASTRO GRATUITO e tenha acesso ilimitado.

Prazo prolongado

Acusado de lavagem de dinheiro tem liberdade negada

O empresário Márcio José Pavan, preso em 11 de abril durante a Operação Tango da Polícia Federal, deve continuar na prisão. A 8ª Turma do Tribunal Regional Federal, da 4ª Região negou liminar em Habeas Corpus pedida pela sua defesa, na quinta-feira (25/8).

Pavan é acusado de ser um dos coordenadores, junto com o argentino Cesar de la Cruz Mendoza Arrieta, de uma organização criminosa envolvida com crimes financeiros e lavagem de dinheiro em vários estados brasileiros. O empresário já teve um Habeas Corpus negado anteriormente pelo tribunal.

A defesa fez o novo pedido baseado no argumento de que já teriam sido interrogadas as testemunhas de acusação, não sendo mais sustentável o argumento de que o réu solto poderia interferir na instrução criminal influenciando ou ameaçando os depoentes.

No entanto, o desembargador federal Paulo Afonso Brum Vaz, relator do processo no TRF, negou novamente o pedido. Vaz disse que, por se tratar de um caso complexo, tendo o processo 12 réus, as investigações ainda estão em andamento, sendo legal o alongamento do prazo processual e a manutenção de Pavan preso.

HC 2005.04.01.034691-9/RS

Revista Consultor Jurídico, 25 de agosto de 2005, 19h26

Comentários de leitores

0 comentários

Comentários encerrados em 02/09/2005.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.