Consultor Jurídico

Comentários de leitores

45 comentários

Não sou a dona da verdade T, mas posso garantir...

Elaine Paiva (Outros)

Não sou a dona da verdade T, mas posso garantir que você também não é. T aonde eu vou, mesmo com meus defeitos e qualidades e até com muitos mais defeitos do que qualidades eu sou respeitada, sabe por quê. Porque eu sempre sou Elaine P@iva, até mesmo quando falo ou escrevo coisas como essa abaixo. Considerando que você não foi elegante comigo no final do seu comentário, eu não tenho obrigação nenhuma de ser elegante com a sua pessoa. T você não se identifica não é por vergonha de ser morador de uma republiqueta das bananas não, e sim, porque você não tem c-u-l-h-ã-o mesmo. Quer notoriedade T? Trabalhe. Trabalhe muito quem sabe um dia você consegue. Adeus T. Boa sorte na sua caminhada. Elaine P@iva PS: Se eu fosse vc não responderia mais nessa notícia, pois ela já perdeu sua notoriedade. Espere até a notícia da aprovação do requerimento para que os policiais possam falar tudo o que aconteceu na época da prisão do Sr. Duda Mendonça e também da perseguição que estão sofrendo após esse, digamos, “evento”.

Membros como você são muito comuns em comunidad...

Elaine Paiva (Outros)

Membros como você são muito comuns em comunidades na internet.Identidade anônima, sempre atacando as pessoas que vão contra seus pensamentos e que fica escolhendo sempre o tópico ou notícias de maior notoriedade. Não traga suas frustações para o Conjur T. O Conjur é uma comunidade onde opiniões claras e bem explicadas são de grande valor para os visitantes. Aprendemos muito aqui no conjur que oferece artigos, notícias e informações de seus membros de forma mais simples dando a oportunidade para que pessoas que não sejam da área possam ter acesso a informações jurídicas de relevância. Finalizando Não vou nem comentar a sua gracinha no início de seu “post” porque não perco meu tempo com pessoas que não podem entender determinados assuntos. É uma questão de evolução. È uma questão de entender o que está ao nosso redor, mas vc ainda não pode entender isso. Ainda não está pronto. Antes de terminar eu gostaria de te dizer o seguinte: Ao contrário do que você pensa, eu votei no candidato Lula. Não que eu goste do PT ou tenha algum partido, mas considerei que ele poderia fazer a diferença. E me arrependo amargamente, pois nada mudou. E pior, nunca pensei que fosse ouvir de pessoas humildes que sonharam uma vida inteira em vê-lo no poder comentarem que não votariam mais nele. O presidente subiu no telhado e esqueceu daquele que o colocou no poder, o Povo. É uma pena não T? Um presidente que teve uma posse tão bonita! Uma posse que todo presidente de um país democrático gostaria de ter, a cada dia despenca na aceitação do povo e corre o risco de não reeleger. Que pena né T! Eu sinto tanto! É lamentável! Continua

Com a palavra uma mulher madura e que sabe muit...

Elaine Paiva (Outros)

Com a palavra uma mulher madura e que sabe muito bem o que quer, o que fala e acima de tudo se identifica. Mas antes de continuar meu comentário quero dizer que resolvi lhe dirigir a palavra através de uma letra, e não pelo nome que escolheu para manter seu anonimato. Vou me dirigir a você com a letra T. Primeiro lugar T, em nenhum momento eu disse que os galos têm mais valor que a vida humana, e sim, que esta situação – como a chacina da baixada - já existe há décadas e nunca se fez nada de efetivo para conter o avanço da criminalidade e muito menos dos grupos de extermínios. Estou cansada da hipocrisia da sociedade que a cada nova chacina faz movimentos como passeatas e abraços da Paz. Quando se deveria cobrar dos legisladores penas mais duras e uma estrutura decente para os policiais trabalharem. Enfim, chegamos a essa situação por puro comodismo e por não nos importamos mesmo. Esssa não será a última T, principalmente, se tiver outros motivos além perversidade de homens que se curvaram a ganância e até mesmo pelo simples prazer de matar. Voltando as "rinhas" Se você quer saber T por mim todos os galos que fossem apreendidos nas rinhas seriam doados para instituições sérias ou pessoas para matar um pouco da fome desse nosso povo tão miserável. Sabe T, tem muita gente morrendo de fome enquanto ficamos aqui discutindo o óbvio. Lei é lei, e eu não aceito e não vou aceitar nunca que o poder se oponha a Lei. A lei tem que ser cumprida doa a quem doer. E só para encerrar o caso das rinhas e aproveitando a frase de sua amiga: ver um bando de pessoas em volta de uma arena babando e gritando enquanto “galos” se atracam até a morte , além de um ato covarde é de uma "A bestialidade humana sem limites"! Sobre você Em nenhum momento questionei a sua sexualidade, e sim, comentei que não sabia se o “comentarista” era homem ou mulher (questionando se vc tinha algo no meio das pernas), pois seu jeito de escrever possui traços femininos e eu fiquei em dúvida se a pessoa que se mantém no anonimato era “homem ou mulher”. Continua...

Finalmente algo cômico (ou tragicômico) para re...

Comentarista (Outros)

Finalmente algo cômico (ou tragicômico) para refletir durante o final de semana... Os pássaros cantam, a chuva cai, a noite traz a beleza da lua e o Rio de Janeiro continua sendo a terra de "rosinhas" e "garotinhos", onde mais vale o cantar de um galo que a vida de dezenas de pessoas mortas semanalmente por grupos de extermínio. Não demora muito e alguém vai querer transformar a rinha de galos em crime hediondo, preconizando a prisão perpétua - quiçá a pena de morte - contra os rinheiros. Outros vão querer denunciar a Espanha - devido às touradas - perante o Tribunal de Haia, propondo o embargo econômico e o isolamento político do belo país europeu. Alguns mais abusados vão sugerir que os yankees invadam o Brasil pela prática dos rodeios, eventos milionários que tratam os animais com "mais dignidade" que os pobres galos de briga. Outros, ainda mais sapientes, vão propor a volta da capital da república para a cidade maravilhosa! E eu, extremamente inocente, pensava que estávamos no fundo do poço. Infelizmente, o fundo parece ser um pouco mais embaixo... Mas como até da lama dos dejetos é possível tirar algum proveito, confesso que tenho algo a esconder sim, a saber: o meu próprio rosto, de vergonha do resto do mundo civilizado por me identificar como um morador de uma republiqueta das bananas, onde algumas pessoas ainda emitem suas opiniões e convicções tendo em vista a sexualidade alheia. Francamente, não me deprimo por que já me habituei com tais atitudes, que considero pequenas demais para serem sequer comentadas. Por fim, devo confessar que começo a crer que uma grande amiga, um dia, possa ter tido razão quando disse uma frase -à época - por mim censurada, a saber: "A bestialidade humana não tem limites"! Com a palavra, as pobres viuvinhas dos galos mortos nas rinhas...

Eu fiquei um pouco perplexa com a resposta do m...

Elaine Paiva (Outros)

Eu fiquei um pouco perplexa com a resposta do meu pai porque eu nunca tinha visto. Dali pra frente comecei a notar que todos os dias a natureza seja através dos pássaros ou de qualquer outra forma, sol, chuva e tudo que tem ligação com a terra nos chama atenção, mas nós, infelizmente, não temos olhos para enxerga-los. A partir desse momento eu comecei a perceber tudo que se passava a minha volta e cheguei a aquela conclusão que vocês já sabem. Que quem passa o observar o que acontece a sua volta começa perceber – o outro – ou melhor, o próximo. Reflexão: Nessa história da rinha eu cheguei a conclusão de que o ser humano está cada dia regredindo mais e mais. Tudo está ficando banal e normal. E que é preciso que as pessoas tenham um olhar mais adiante, antes que cheguemos a uma calamidade total. E o mais importante: Enquanto a sociedade não parar de olhar para o seu próprio umbigo, o Brasil não vai pra frente. Sds, Elaine P@iva

Há anos atrás os Jornais chamados “sangrentos” ...

Elaine Paiva (Outros)

Há anos atrás os Jornais chamados “sangrentos” gritavam aos quatro ventos a situação dos crimes da baixada e nas favelas, fosse por bandidos, ou por grupos de extermínios e ninguém fez nada. Até que um dia o crime chegou a classe média e começaram a surgir as ong’s, org’s e um monte ‘s. Até que chegamos na situação de hoje. E essas mesmas pessoas que fazem esse questionamento, no fundo só falam, pois no fundo não agem para melhorar a nossa cidade. Comentário final: É um comentário bem particular, mas acho que cabe colocar nesse texto sobre as rinhas. Eu estou desempregada há três anos e nesse tempo tive a oportunidade de refletir sobre a minha vida e descobri coisas muito interessantes: Meu pai tem o hábito de ler o jornal dos fundos de nossa casa e depois que eu fiquei desempregada passei a ler o jornal com ele nessa pequena lavanderia. Um dia lendo um jornal, observei um pássaro marrom bem próximo de mim e achei interessante a presença dele em minha casa. Num outro dia eu vi beija-flores e outros pequenos passarinhos também no nosso quintal. Num outro dia eu observei a presença de um passarinho de peito branco. Resolvi então comentar com meu pai a presença desses pássaros em nosso quintal. E para minha surpresa o meu pai respondeu: Eles sempre estiveram aqui. O pássaro do peito marrom todos os dias vem aqui (acreditamos que seja mais de um, claro). Os beija-flores e os passarinhos menores (que fazem um barulho danado – só andam em bando) ficam perto da goiabeira. continua

Dos Policiais envolvidos na prisão do “rinheiro...

Elaine Paiva (Outros)

Dos Policiais envolvidos na prisão do “rinheiro” Não os conheço e não estou defendendo ninguém, até porque não estava lá, entretanto, como cidadã não posso admitir que pessoas que não conhecem os policiais, assim como eu não os conheço, tentem desmoraliza-los. Entre os policiais e o bandido, eu fico do lado daqueles que a principio estavam cumprindo o seu dever, pelo menos até me provem o contrário. Das “rinhas de galos, seus fundamentos e conseqüências”. Quando eu vi pela primeira vez aquela arena da “rinha de galos” me deu um desconforto tão grande que eu comecei a refletir sobre algumas atitudes do ser humano. E vou deixar um comentário bem de “mulherzinha burra” como fui chamada outro dia, mas que se as pessoas refletirem, talvez concordem comigo. Coloquei-me no lugar do “rinheiro” e tentei visualizar o seu sentimento naquele momento. E percebi que a frustração leva as pessoas a cometer atos perversos. Se eu não estiver errada, o “rinheiro” há muito tempo utiliza esse “hobby” para descontar nos animais suas frustrações. Eu mudo o meu nome, se a cada perda ou (notória perda) de um contrato, eleição ou qualquer outro projeto ele não se enfie em uma rinha para ver “o galo” em que aposta fazer aquilo que ele não conseguiu, ou seja, “obter vitória que ele não conseguiu”, só que com um agravante. Vocês entenderam? Ou preciso ser mais clara? O galo (ou qualquer outro animal) faz aquilo que ele “ainda não tem coragem” ou não consegue fazer que é passar por cima daqueles que ele não conseguiu derrotar. Leia-se “ainda” porque quem incentiva um animal - a lutar com outro até sangrar ou quem sabe morrer – um dia pode vir a fazer o mesmo. Agredir e até matar. E isso vale para todos que praticam maus tratos aos animais. Incluindo no caso das “rinhas de galo” o caso do assassinato da baixada. Pessoas da mídia e da sociedade estão questionando em sites de que jornalistas estão dando mais ênfase a história das “rinhas de galos” e perseguição do Delegado Rayol e seus colegas do que o crime da Baixada. Eu tenho um comentário a fazer sobre isso e vou ser repetitiva. continua

Da presença da Mídia Eu não entendo o por qu...

Elaine Paiva (Outros)

Da presença da Mídia Eu não entendo o por quê das pessoas questionarem a presença da mídia na prisão do “rinheiro” se na operação “Anaconda” foi um festival de Mídia e de Grampos. E o presidente achou normal. Então me leva a crer que não sendo um dos seus, pode tudo? Eu não vi essa mesma “sociedade” que condenou a mídia na presença do “rinheiro” se manifestar na época da “operação Anaconda” Quanto a Polícia Civil saber ou não da existência das “rinhas” Claro que sabia, tanto é que tinha entre seus freqüentadores um policial que hoje é Vereador e que até pouco tempo, segundo informações da mídia recebia seu salário como Policial. Talvez, a Polícia Civil não tivesse feito nada por não saber como enquadra-los, ou até mesmo, por não se importarem. Do Crime Eu ando um pouco esquecida, por isso, se eu estiver errada nas minhas colocações ou no sentimento do que vou escrever abaixo, me corrijam, por gentileza. Eu trabalhei em Administração de Shopping (Strep Center – Pequeno Shopping tendo como loja Ancora um Supermercado) E até onde me lembro para o Supermercado sortear um carro ele tinha que obter autorização da Susep (eu acho). No caso da “rinha de galos” se eu não estiver doida, o clube Privê tinha carro para ser sorteado entre os participantes. Será que não estaria aí cometendo um delito também? Se “rinha de galos” é crime, assim como, o jogo do bicho, o dinheiro arrecadado não entra na contabilidade financeira do clube. Nota-se claramente sonegação de impostos e outras questões que eu não posso comentar porque sou leiga, mas creio que se os policiais tivessem dado continuidade ao inquérito junto ao ministério público, muito mais seria apurado. Ora, tava tudo errado desde da casa até seus participantes que estavam sim, cometendo crimes contra maus tratos aos animais. continua

Boa tarde. Sou uma pessoa simples, mas de qu...

Elaine Paiva (Outros)

Boa tarde. Sou uma pessoa simples, mas de qualquer forma gostaria de colocar algumas questões nessa história da “rinha” ou melhor, do rinheiro “Duda Mendonça”. Vamos por parte de forma bem primária: Da Prisão O Delegado recebe denúncias da existência de uma rinha de galo num “Clube Prive” em Jacarepaguá. Obviamente investiga o assunto, encontra indícios da existência dessa prática ILEGAL contra os animais, vai lá e “estoura” a rinha prendendo entre os participantes o “rinheiro”, o vereador JB e outros participantes. Leva para a polícia Federal o enquadra em vários artigos “que segundo ele – o Delegado Rayol”, o delegado Chefe responsável pela operação – Lorenzo Pompilio, os agentes e mais os promotores que acompanharam a “operação Rudis”, estariam de acordo com a lei( que até hoje eu não consegui saber se é federal ou estadual), inclusive, trazendo a novidade – dentro do sentimento do trabalho elaborado - de incluir a “formação de quadrilha” nesse caso para no futuro coibir essa prática ilegal em todo o Brasil, ou seja, endurecendo mais a lei. Do abuso de Poder Segundo algumas pessoas “entendidas no assunto da lei” o Dr. Antonio Rayol – Delegado da Polícia Federal, Titular da recém criada - Delegacia do Meio Ambiente da DPF não poderia fazer a prisão porque pela lei eleitoral o “rinheiro” não poderia ser preso. Ora, se o delegado estoura a rinha e não os prende o que ele iria dizer para a sociedade? E Se Duda Mendonça fosse de outro partido? Será que o delegado e seus colegas também não iriam responder a sindicâncias – por não prende-los? É difícil é uma decisão muito difícil. E, diga-se de passagem, é preciso ter muita coragem de ir em frente sabendo que sua cabeça ficará a prêmio. continua...

Caro Dr. Homero Benedicto Ottoni Netto, Salv...

Comentarista (Outros)

Caro Dr. Homero Benedicto Ottoni Netto, Salvo raríssimas exceções, os atos de violência legal e os abusos de poder cometidos pelos governantes (em todas as esferas de poder) ocorrem diuturnamente em todo o mundo, inclusive no dito "primeiro mundo" (embora em proporção infinitamente menor que em nossa republiqueta, é claro...). No mais, é válido consignar que, especificamente com relação ao AI 5, o fato narrado no comentário anterior - do magistrado que corajosamente enfrentou a polícia quando judicava na Alta Paulista - não teve o escopo de denegrir a honrosa carreira da magistratura nacional, mesmo por que creio que bravatas como a citada acima em nada mudariam o curso da história, bem como creio também que a grande maioria dos magistrados brasileiros jamais compactuou (ao menos em suas íntimas convicções) com o regime de exceção. Ora, se o alto clero do judiciário (leia-se suprema corte), à época, quedou-se calado ante o regime ditatorial, nada seria de se esperar dos demais integrantes desse poder, pois - caso agissem ao contrário - estariam recalcitrando contra os aguilhões, o que não seria nada inteligente ou "sadio" naquela ocasião. Por fim, resta a satisfação do debate com profissionais da vossa categoria e sapiência, pois nunca é demais lembrar que "a discussão é o fermento da sabedoria". Um grade abraço.

Na vigência do AI 5 nada causaria - ou causou -...

Comentarista (Outros)

Na vigência do AI 5 nada causaria - ou causou - perplexidade no meio judiciário; mesmo por que, salvo raríssima e honrosa exceção de um magistrado que corajosamente enfrentou a polícia quando judicava na Alta Paulista, a grande maioria dos integrante do judiciário permaneceram em silêncio quase que sepulcral, endossando portanto - pela omissão - os "heróicos" atos praticados durante os anos de chumbo da ditadura militar. Isso sem se falar no não diferente "silêncio" dos integrantes do glorioso MP... Em resumo, quem dorme em berço esplêndido não vê motivos para se perplexar por absolutamente nada!

Em tempo em meu comentário digo "discernimento"

Mauro Tracci (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Em tempo em meu comentário digo "discernimento"

Quanto ao comentarista infeliz e despreparado q...

Mauro Tracci (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Quanto ao comentarista infeliz e despreparado que asseverou que as corporações ligadas ao campo do direito "é a mais vil de todas as corporações" tal comentário só pode ter partido de um energumeno, sectário, preconceituoso, sem o mínimo poder de dissernimento, só podendo ser comparado aos nazi-facistas.

Se nossa polícia federal, que é a "maior" políc...

Danilo Alcântara Pinto (Estudante de Direito)

Se nossa polícia federal, que é a "maior" polícia do país, não tiver autonomia para aplicar a lei, mesmo que seja para atingir uma pessoa importante, não adianta em nada ela permanecer funcionando, pois nessa situação, quem estiver no "poder" nunca será punido.

É incrivel as coisas que estão acontecendo em ...

Fábio NF (Advogado Autônomo - Trabalhista)

É incrivel as coisas que estão acontecendo em nosso pais, primeiro vem a maior perseguição politica que eu já presenciei, Rio de Janeiro, nao que eu seja defensor do Cesar Maia, pois nem esta cidade eu conheço, mas sim por, ao meu ver, ser óbvio que o acontecido nada mais é do que em virtude do não repasse do Governo Federal, representado por nosso mais etilico presidente de que se tem falado, ter deixado de efetuá-lo, depois vem o caso do Estado de São Paulo, em que repasses de medicamentos para a área da saúde, em principal para os portadores do HIV, nao terem sido efetuados a tempo, o que pode compremeter seriamente o tratamento, e agora me deparo com esta porrada nos meus olhos ao ler esta reportagem da perseguição com o delegado, e pior ainda, pessoas virem à criticá-lo. Se houve perseguição, nao foi a do delegado. Alguém chamado, Niccolò Machiavelli já deve ter tido "em se tratando de Estado, tudo é válido, desde a violação de leis e costumes e tudo mais que for necessário para atingirem-se as consequências visadas: os fins justificam os meios."

Se o nobre delegado apenas cumpriu a lei, mais ...

Comentarista (Outros)

Se o nobre delegado apenas cumpriu a lei, mais justificável ainda as sindicâncias que vem sofrendo para apurar supostas irregularidades em suas ações. Ou as sindicâncias também não são o estrito cumprimento da lei??? No mais, resta a vã tentativa de alguns em convencer a grande maioria da população brasileira, que nunca duvidou do caráter político da tão malfadada "operação" policial, que mais se assemelhou a uma peça teatral ou circense às vésperas de uma eleição municipal. No mais, há apenas retórica pelos efeitos da navalha na própria carne...

É interessante observar como as 'corporações' s...

Alfredo Roberto Bessow (Jornalista)

É interessante observar como as 'corporações' se defendem - e é por isso mesmo que elas (as corporações) representam a parte mais podre de toda a sociedade brasileira. Outro aspecto louvável que este painel faculta é ver o imenso ódio com que aqueles que são beneficiários de séculos de um mesmo modelo atacam o governo Lula e o PT. E isso que tanto Lula, quanto o PT pouco estão mexendo estruturalmente no País. E o que se vê? Pessoas juntando ódios e frustrações pessoais para defender um delegado em sindicâncias que na matéria não foram mais aprofundadas e nem ao menos pode-se se saber se são ou não pertinentes. O que fica claro, ao menos para mim, é que o delegado agiu de má fé. Ou terá sido coincidência a ação às vésperas da eleição? Assim como é estranho que passada a eleição em São Paulo tenham cessado os 'assassinatos' de moradores de rua. Poxa vida: até quando a direita velha vai continuar usando estas mesmas estratégias? Foi assim com o Collor, naquela vergonhosa reedição do debate para o Jornal Nacional. Foi assim no seqüestro de Abílio Diniz. Foi assim na ação circense do delegado. Foi assim nos assassinatos de 'moradores de rua' que simplesmente deixaram de acontecer após a vitória de Serra em São Paulo. O que me assusta em episódios como este é a cara de pau, o cinismo e a arrogância de pessoas ligadas ao campo do diretio - que é a mais vil de todas as corporações - que acham que apenas eles detém o saber. Pobre do País - e este é o caso do Brasil - onde se formam mais advogados que engenheiros, do que médicos, do que dentistas, do que psicólogos. Pobre deste país - e este é o caso do Brasil - onde segmentos que vivem e se alimentam da lama acham que podem estar acima do bem e do mal. Digo, repito e reitero: é muito fácil ser mocinho com o respaldo da mídia, com a cobertura da tv. Pena que estes mocinhos não disponham dos mesmos arroubos de arrogância e prepotência com delitos bem mais prosaicos - como por exemplo o jogo do bicho, o tráfico de drogas e o contrabando de armas. Talvez porque lá não tenha como levar equipes de rádio, jornal e TV.

Na minha opinião, independemente de vinculação ...

Renê Lopes (Estudante de Direito)

Na minha opinião, independemente de vinculação política que tenha cercado este fato, foi corretíssima a atuação do Delegado Rayol. Ele apenas cumpriu sua função. Se houve divulgação, na imprensa, das imagens da prisão de Duda Mendonça isso não vem ao caso. É relevante apenas no sentido de mostrar à população brasileira o lado obscuro que permeia a classe política, principalmente, no nosso país. O grande problema de nós brasileiros, é olharmos para uma situação como esta e procurarmos, de cara, a intenção política que está por detrás, sem enxergarmos o verdadeiro cerne da questão, que é o ilícito penal que determinada autoridade política cometeu, como neste caso. E Duda Mendonça? Infelizmente conseguiu escapar das acusações e está solto para cometer outras tipicidades. E nós, brasileiros, continuamos a discutir que parlamentar, que partido, que autoridade política articulou esta "trama". Em relação à relevância do crime cometido, penso, obviamente, que crime é crime, se está tipificado no Código Penal e há uma sanção para quem o pratica, deve esta pessoa ser punida. Outra coisa a ser colocada é que as polícias, nclusive a federal, possuem divisões de repressão a determinados crimes. Então qual é a função do departamento de crimes ambientais da PF? Reprimir delitos que vão desde a rinha até o desflorestamento de uma floresta. Portanto não há que falar-se em: "a polícia deveria reprimir os homicídios e os assaltos ao invés de combater uma simples briga de galo...". É sabido por todos que a polícia, em geral, não está cumprindo seu papel constitucional, principalmente em cidades grandes como o Rio de Janeiro, e é claramente entendível a revolta de seus habitantes, quando prisões como esta do Duda estejam acontecendo, enquanto que traficantes e homicidas continuem andando impunementes por aí, mas não é bem por este caminho, o de desprezar ações como esta acontecida, que as coisas irão mudar. Temos que aplaudir, e aplaudir de pé a atuação deste delegado e dos seus agentes, por prender uma pessoa importante do Governo que cometeu um delito. E vaiar ações de repressão feitas, injustamente, por este mesmo Governo, apenas por ter mexido "no seu calo". P.S.: só para esclarecer: não estou defendendo a pessoa do delegado, mas sua atuação.

Com toda a franqueza, foi evidente a intenção p...

Gerardo Xavier Santiago (Estudante de Direito)

Com toda a franqueza, foi evidente a intenção política da operação conduzida pelo delegado Rayol, cumpincha do Itagiba e portanto a serviço do asqueroso casal Garotinho. Até porque é incrível a coincidência. Uma operação policial com presença da imprensa, cerca de uma semana antes da eleição e num momento em que o governo federal estava se engalfinhando com o supracitado casal, que por sinal é hoje a maior ameaça à democracia no Brasil. E isso num clube que funcionava há anos, naturalmente sem o conhecimento da(s) polícia(s). Tá bom. E o Papai Noel, existe?

Segundo as regras do site, o anonimato é garant...

Comentarista (Outros)

Segundo as regras do site, o anonimato é garantido na publicação dos comentários, o que é ótimo. Por outro lado, é de se ressaltar que, em país onde os galos de briga são vistos como "pobres animais", algo não anda bem; mormente no Rio de Janeiro, onde policiais são acusados de matar, numa só subida ao morro, 30 pessoas (muitas das quais menores, mulheres e crianças e 28 delas sem nenhuma passagem pela polícia. Aliás, é aterrorizante imaginar que uma "passagem" pela polícia fosse justificativa para tamanha barbárie...). Quanto aos ditos "direito humanos", a impressão que nós - brasileiros - temos é que, antes do nobre delegado, é a própria população que mais precisa deles. É que, segundo recente relatório da ONU, o Brasil figura como um dos campeões em chacinas e execuções efetuadas pela polícia (aliás, e segundo a ONU também, a polícia brasileira é uma das que mais mata em serviço no mundo). Por fim, quanto à "soberania" do judiciário, é bom lembrar que, segundo a última grande pesquisa nacional a respeito, o judiciário é justamente o poder menos confiável na visão do povo brasileiro. Confiam mais no executivo e no legislativo que no judiciário. Infelizmente... Mas fica a pergunta: estarão o povo brasileiro, a ONU e o resto do mundo civilizado errados? Moral da história: em terra de "rosinhas" e "garotinhos", um galo vale mais que um ser humano!

Comentar

Comentários encerrados em 13/04/2005.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.