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Comentários de leitores

9 comentários

SR. Eduardo Fernandes. Apenas para concluir, p...

Eliane Travassos Vidigal ()

SR. Eduardo Fernandes. Apenas para concluir, porque tenho coisas mais importantes para fazer, o nome que eu uso ou não, só diz respeito a mim. Quanto ao que interessa aos leitores, não é o senhor quem pode determinar. E quanto ao Sr. Vidigal, ninguém está mais abalizada a falar sobre ele do que eu, uma vez que vivi com ele por doze anos, tive quatro filhos com ele, dos quais um está morto. Com todo o respeito que me merece a classe dos advogados, o senhor não tem como determinar se dou ou não conselhos a qualquer pessoa, uma vez que não o contratei para representar-me. E para finalizar, os meus problemas pessoais com o Sr. Vidigal (o senhor não viu aqui eu me referir ao Ministro), não excluem o meu julgamento jornalístico, nem invalidam o meu comentário inicial, de profunda relevância, e que, ao contrário do que o senhor diz, está assinado por ELIANE TRAVASSOS VIDIGAL. Se isto é um problema de família, não lhe cabe opinar. Questionar minha profissão, menos ainda. Não é digno de um membro da Ordem dos Advogados, me perdoe.

Corrigindo, estudei Direito na Universidade de ...

Eliane Travassos Vidigal ()

Corrigindo, estudei Direito na Universidade de Brasilia, onde inclusive fui aluna do Sr. Vidigal, aprovada com SS. (Se o senhor não sabe, é a nota máxima).

DR. Eduardo Fernandes, estimado causídico. Pri...

Eliane Travassos Vidigal ()

DR. Eduardo Fernandes, estimado causídico. Primeiramente, meu nome é ELIANE CASSAS DO AMARAL TRAVASSOS VIDIGAL, de acordo com a minha certidão de nascimento. Em segundo lugar, quem diz que sou jornalista é o meu Registro Profissional de n°1234/07/60/DF, emitido pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do DF, no ano de 1984. E qual é a sua OAB de autônomo? Apreciaria muito saber qual o seu interesse na minha profissão, e qual a sua ligação com o Sr. Vidigal, uma vez que, ao tentar corrigir o meu nome, o senhor deixou bem claro que existia uma. Gostaria de lhe esclarecer que também estudei Direito, na Universidade Nacional de Brasilia, e abandonei no final do curso, onde tinha excelente rendimento, para não ter de lidar com pessoas como o Sr. Vidigal .

O comentário de João Luiz Coelho está muito apr...

Andrei Lapa de Barros Correia (Procurador Autárquico)

O comentário de João Luiz Coelho está muito apropriado. Há muito discurso e pouca prática. Muita empáfia e pouca realização. A postura dos juízes, em geral, lembra-me muito a abordagem irônica e algo amarga de Eça de Queiros sobre a empáfia e fatuidade dos bacharéis e burocratas lusitanos de sua época. Discursos longos, sem muito significado. Cerimônia e pronomes de tratamento. Distância de advogados e jurisdicionados em geral.

Parece ser insuperável a capacidade que o...

Eliane Travassos Vidigal ()

Parece ser insuperável a capacidade que o sr. Vidigal tem de me estarrecer, quando se trata de dar palpites ou de se imiscuir em assuntos que fogem ao âmbito de sua competência, ou de falar em nome de pessoas ou instituições sem autorização destas. Há dois dias, extrapolando em sua condição de magistrado e tão-somente para exibir-se como paladino da liberdade de imprensa, censurou seu próprio filho, criticando-o como advogado. Inacreditavelmente, não satisfeito em procurar se exibir como o grande líder da magistratura brasileira, decidiu agora, pelo jeito, comandar os destinos também da magistratura sul-americana. Seus delírios, que antes eram só napoleônicos, agora são também bolivarianos. Cada vez mais ele confunde sua pessoa e seus projetos políticos pessoais com o cargo que temporariamente ocupa. É irrepreensível a postura da AMB, quando assinala, em nome dos juízes brasileiros, que não se vê representada nas manifestações do sr. Vidigal. Ainda mais com essa estranhíssima exortação feita por ele ao recomendar que o Judiciário brasileiro faça “sinalizações” a investidores internacionais para que invistam no país. Alguém deveria lembrar ao sr. Vidigal que o compromisso fundamental de um juiz brasileiro é com a Constituição e as leis do nosso país. Com a sede de justiça de um povo vítima de conluios de elites e que sofre nas mãos desses mesmos investidores internacionais. Enfim, com o Estado Democrático de Direito, Que começa com a defesa daquela que a mais essencial de suas instituições: Aa FAMÍLIA. Sugiro ao sr. Vidigal que, antes de reformar a América Latina, comece por se preocupar com a defesa de sua própria família.

O Presidente do STJ está correto. O que tambem ...

Joao luiz coelho da Rocha (Advogado Sócio de Escritório - Comercial)

O Presidente do STJ está correto. O que tambem atrapalha a economia e impede o progresso, e a mesma justiça social tão afagada pelos magistrados da AMB e da ANA MATRA é a morosidade do Judiciario, o excesso de pompas e carimbos dos srs magistrados . È facil falar em "democratização" "inclusão" e "direitos sociais" quando se tem férias potenciadas, vantagens funcionais, estabilidade, magnificência talar, etc etc. Essas associações de classe da magistratura viraram veículo para promoções políticas, no pior sentido, de parcela minoritária, mas buliçosa, dos juízes.

O senhor presidente da AMB alguma vez perguntou...

Félix Neto ()

O senhor presidente da AMB alguma vez perguntou ao POVO brasileiro sobre as férias dos Juízes brasileiros, em companhia dos membros do Ministério Público??? vote www.politicus.org.br . Pelo do FIM do RECESSO PARLAMENTAR, E FÉRIAS DE JUÍZES E PROMOTORES

O senhor presidente da AMB alguma vez perguntou...

Félix Neto ()

O senhor presidente da AMB alguma vez perguntou ao POVO brasileiro sobre as férias dos Juízes brasileiros, em companhia dos membros do Ministério Público??? vote www.politicus.org.br . Pelo do FIM do RECESSO PARLAMENTAR, E FÉRIAS DE JUÍZES E PROMOTORES

Não vejo qualquer problema da declaração do Min...

Daniel Fraga Mathias Netto (Advogado Autônomo)

Não vejo qualquer problema da declaração do Min. Edson Vidigal, pois interpreto-a como uma sinalização de que a interpretação do Direito deve ocorrer de forma mais linear, de modo a se dar e passar a impressão de que neste País temos segurança jurídica. Já disse e repito que devemos estirpar da realidade a verdadeira anedota no sentido de que "jurisprudência é igual a croissant, tem pra todo gosto". Isto desmoraliza o Judiciário e deixa a todos inseguros. Não só investidores estrangeiros, mas toda a população será beneficiada, cada um em seu interesse, quando tivermos uma Justiça com decisões não-conflitantes. Saberemos que determinada conduta é possível e outra não. Sabermos como proceder negócios e relações de todo o tipo. HOJE ISSO NÃO EXISTE. Desafio qualquer operador do Direito, desde um Ministro do Supremo a um estudande de 1º ano de Direito, a garantir, com certeza absoluta, que determinada conduta é lícita (escolhemos uma qualquer). Isto não pode continuar. É o que me parece.

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