Consultor Jurídico

Comentários de leitores

21 comentários

Como dia Kelsen, o poder político é a garantia ...

Láurence Raulino (Outros)

Como dia Kelsen, o poder político é a garantia da ordem jurídica. Ali, em sua decisão, o juiz, usando do direito como técnica e veículo/instrumento de sua decisão, agiu como poder político que é, pois no estado democrático de direito o único poder legítimo é o político, e o PJ, como os outros dois poderes, é um poder político, embora atuando com a técnica jurídica que veicula as suas decisões. O ato do juiz, portanto, como o seu cargo, é político, embora questionável a sua legitimidade, ainda mais quando se verifica que é um ato de um agente político investido em um cargo político por meio de um simples concurso público, que não recebeu um único voto do cidadão brasileiro, que supostamente representaria - a ficção jurídica fixada por uma equivocada hermenêutica diz que o juiz é um representante do povo, como o são os integrantes dos outros dois poderes,e agora vem derrubar um decreto do então presidente da república(FHC), investido no cargo por milhões de votos. Um paradoxo! Advirto que esta não é uma defesa político-partidária - pois nunca votei em FHC e nem em Lula no primeiro turno( no segundo o fiz por simples falta de opção), mas uma observação que busca apenas resgatar os princípios republicanos e democráticos que permeiam e que sustentam a nossa Carta Política. Então, não faltasse ao dígno magistrado a devida legitimidade na investidura do seu cargo, ou seja, se todos os integrantes do PJ fossem eleitos pelo povo, como determina o art.1º, parágrafo único, da CF(sem prejuízo da carreira e do concurso público), o mérito e a oportunidade de sua decisão até poderiam ser questionados(eu, pessoalmente, que lutei contra a ditadura e os seus áulicos, ainda na universidade - 1976/1979 -, vejo a coisa toda, no final das contas, como uma tentativa de obter revanche por parte daqueles que teriam interesse na abertura dos tais arquivos), mas não salataria aos olhos o paradoxo acima anotadado, que não é uma evidência apenas desse caso, mas uma ação rotineira do exercício da judicatura em nosso país. Eis, enfim, o agravante da judicialização da política, com um judiciário que caminha em direção a uma hegemonia desmoralizadora para os poderes regularmente constituídos, ou seja, para os que foram investidos nos cargos por meio do voto direto, secreto, universal e periódico. Triste república, que congelou no tempo, com relíquias como essa da vitaliciedade dos juízes( peça de museu), e que só olha para trás, como aquela mulher da bíblia.

Como dia Kelsen, o poder político é a garantia ...

Láurence Raulino (Outros)

Como dia Kelsen, o poder político é a garantia da ordem jurídica. Ali, em sua decisão, o juiz, usando do direito como técnica e veículo/instrumento de sua decisão, agiu como poder político que é, pois no estado democrático de direito o único poder legítimo é o político, e o PJ, como os outros dois poderes, é um poder político, embora atuando com a técnica jurídica que veicula as suas decisões. O ato do juiz, portanto, como o seu cargo, é político, embora questionável a sua legitimidade, ainda mais quando se verifica que é um ato de um agente político investido em um cargo político por meio de um simples concurso público, que não recebeu um único voto do cidadão brasileiro, que supostamente representaria - a ficção jurídica fixada por uma equivocada hermenêutica diz que o juiz é um representante do povo, como o são os integrantes dos outros dois poderes,e agora vem derrubar um decreto do então presidente da república(FHC), investido no cargo por milhões de votos. Um paradoxo! Advirto que esta não é uma defesa político-partidária - pois nunca votei em FHC e nem em Lula no primeiro turno( no segundo o fiz por simples falta de opção), mas uma observação que busca apenas resgatar os princípios republicanos e democráticos que permeiam e que sustentam a nossa Carta Política. Então, não faltasse ao dígno magistrado a devida legitimidade na investidura do seu cargo, ou seja, se todos os integrantes do PJ fossem eleitos pelo povo, como determina o art.1º, parágrafo único, da CF(sem prejuízo da carreira e do concurso público), o mérito e a oportunidade de sua decisão até poderiam ser questionados(eu, pessoalmente, que lutei contra a ditadura e os seus áulicos, ainda na universidade - 1976/1979 -, vejo a coisa toda, no final das contas, como uma tentativa de obter revanche por parte daqueles que teriam interesse na abertura dos tais arquivos), mas não salataria aos olhos o paradoxo acima anotadado, que não é uma evidência apenas desse caso, mas uma ação rotineira do exercício da judicatura em nosso país. Eis, enfim, o agravante da judicialização da política, com um judiciário que caminha em direção a uma hegemonia desmoralizadora para os poderes regularmente constituídos, ou seja, para os que foram investidos nos cargos por meio do voto direto, secreto, universal e periódico. Triste república, que congelou no tempo, com relíquias como essa da vitaliciedade dos juízes( peça de museu), e que só olha para trás, como aquela mulher da bíblia.

Como dia Kelsen, o poder político é a garantia ...

Láurence Raulino (Outros)

Como dia Kelsen, o poder político é a garantia da ordem jurídica. Ali, em sua decisão, o juiz, usando do direito como técnica e veículo/instrumento de sua decisão, agiu como poder político que é, pois no estado democrático de direito o único poder legítimo é o político, e o PJ, como os outros dois poderes, é um poder político, embora atuando com a técnica jurídica que veicula as suas decisões. O ato do juiz, portanto, como o seu cargo, é político, embora questionável a sua legitimidade, ainda mais quando se verifica que é um ato de um agente político investido em um cargo político por meio de um simples concurso público, que não recebeu um único voto do cidadão brasileiro, que supostamente representaria - a ficção jurídica fixada por uma equivocada hermenêutica diz que o juiz é um representante do povo, como o são os integrantes dos outros dois poderes,e agora vem derrubar um decreto do então presidente da república(FHC), investido no cargo por milhões de votos. Um paradoxo! Advirto que esta não é uma defesa político-partidária - pois nunca votei em FHC e nem em Lula no primeiro turno( no segundo o fiz por simples falta de opção), mas uma observação que busca apenas resgatar os princípios republicanos e democráticos que permeiam e que sustentam a nossa Carta Política. Então, não faltasse ao dígno magistrado a devida legitimidade na investidura do seu cargo, ou seja, se todos os integrantes do PJ fossem eleitos pelo povo, como determina o art.1º, parágrafo único, da CF(sem prejuízo da carreira e do concurso público), o mérito e a oportunidade de sua decisão até poderiam ser questionados(eu, pessoalmente, que lutei contra a ditadura e os seus áulicos, ainda na universidade - 1976/1979 -, vejo a coisa toda, no final das contas, como uma tentativa de obter revanche por parte daqueles que teriam interesse na abertura dos tais arquivos), mas não salataria aos olhos o paradoxo acima anotadado, que não é uma evidência apenas desse caso, mas uma ação rotineira do exercício da judicatura em nosso país. Eis, enfim, o agravante da judicialização da política, com um judiciário que caminha em direção a uma hegemonia desmoralizadora para os poderes regularmente constituídos, ou seja, para os que foram investidos nos cargos por meio do voto direto, secreto, universal e periódico. Triste república, que congelou no tempo, com relíquias como essa da vitaliciedade dos juízes( peça de museu), e que só olha para trás, como aquela mulher da bíblia.

Como dia Kelsen, o poder político é a garantia ...

Láurence Raulino (Outros)

Como dia Kelsen, o poder político é a garantia da ordem jurídica. Ali, em sua decisão, o juiz, usando do direito como técnica e veículo/instrumento de sua decisão, agiu como poder político que é, pois no estado democrático de direito o único poder legítimo é o político, e o PJ, como os outros dois poderes, é um poder político, embora atuando com a técnica jurídica que veicula as suas decisões. O ato do juiz, portanto, como o seu cargo, é político, embora questionável a sua legitimidade, ainda mais quando se verifica que é um ato de um agente político investido em um cargo político por meio de um simples concurso público, que não recebeu um único voto do cidadão brasileiro, que supostamente representaria - a ficção jurídica fixada por uma equivocada hermenêutica diz que o juiz é um representante do povo, como o são os integrantes dos outros dois poderes,e agora vem derrubar um decreto do então presidente da república(FHC), investido no cargo por milhões de votos. Um paradoxo! Advirto que esta não é uma defesa político-partidária - pois nunca votei em FHC e nem em Lula no primeiro turno( no segundo o fiz por simples falta de opção), mas uma observação que busca apenas resgatar os princípios republicanos e democráticos que permeiam e que sustentam a nossa Carta Política. Então, não faltasse ao dígno magistrado a devida legitimidade na investidura do seu cargo, ou seja, se todos os integrantes do PJ fossem eleitos pelo povo, como determina o art.1º, parágrafo único, da CF(sem prejuízo da carreira e do concurso público), o mérito e a oportunidade de sua decisão até poderiam ser questionados(eu, pessoalmente, que lutei contra a ditadura e os seus áulicos, ainda na universidade - 1976/1979 -, vejo a coisa toda, no final das contas, como uma tentativa de obter revanche por parte daqueles que teriam interesse na abertura dos tais arquivos), mas não salataria aos olhos o paradoxo acima anotadado, que não é uma evidência apenas desse caso, mas uma ação rotineira do exercício da judicatura em nosso país. Eis, enfim, o agravante da judicialização da política, com um judiciário que caminha em direção a uma hegemonia desmoralizadora para os poderes regularmente constituídos, ou seja, para os que foram investidos nos cargos por meio do voto direto, secreto, universal e periódico. Triste república, que congelou no tempo, com relíquias como essa da vitaliciedade dos juízes( peça de museu), e que só olha para trás, como aquela mulher da bíblia.

Como dia Kelsen, o poder político é a garantia ...

Láurence Raulino (Outros)

Como dia Kelsen, o poder político é a garantia da ordem jurídica. Ali, em sua decisão, o juiz, usando do direito como técnica e veículo/instrumento de sua decisão, agiu como poder político que é, pois no estado democrático de direito o único poder legítimo é o político, e o PJ, como os outros dois poderes, é um poder político, embora atuando com a técnica jurídica que veicula as suas decisões. O ato do juiz, portanto, como o seu cargo, é político, embora questionável a sua legitimidade, ainda mais quando se verifica que é um ato de um agente político investido em um cargo político por meio de um simples concurso público, que não recebeu um único voto do cidadão brasileiro, que supostamente representaria - a ficção jurídica fixada por uma equivocada hermenêutica diz que o juiz é um representante do povo, como o são os integrantes dos outros dois poderes,e agora vem derrubar um decreto do então presidente da república(FHC), investido no cargo por milhões de votos. Um paradoxo! Advirto que esta não é uma defesa político-partidária - pois nunca votei em FHC e nem em Lula no primeiro turno( no segundo o fiz por simples falta de opção), mas uma observação que busca apenas resgatar os princípios republicanos e democráticos que permeiam e que sustentam a nossa Carta Política. Então, não faltasse ao dígno magistrado a devida legitimidade na investidura do seu cargo, ou seja, se todos os integrantes do PJ fossem eleitos pelo povo, como determina o art.1º, parágrafo único, da CF(sem prejuízo da carreira e do concurso público), o mérito e a oportunidade de sua decisão até poderiam ser questionados(eu, pessoalmente, que lutei contra a ditadura e os seus áulicos, ainda na universidade - 1976/1979 -, vejo a coisa toda, no final das contas, como uma tentativa de obter revanche por parte daqueles que teriam interesse na abertura dos tais arquivos), mas não salataria aos olhos o paradoxo acima anotadado, que não é uma evidência apenas desse caso, mas uma ação rotineira do exercício da judicatura em nosso país. Eis, enfim, o agravante da judicialização da política, com um judiciário que caminha em direção a uma hegemonia desmoralizadora para os poderes regularmente constituídos, ou seja, para os que foram investidos nos cargos por meio do voto direto, secreto, universal e periódico. Triste república, que congelou no tempo, com relíquias como essa da vitaliciedade dos juízes( peça de museu), e que só olha para trás, como aquela mulher da bíblia.

Como dia Kelsen, o poder político é a garantia ...

Láurence Raulino (Outros)

Como dia Kelsen, o poder político é a garantia da ordem jurídica. Ali, em sua decisão, o juiz, usando do direito como técnica e veículo/instrumento de sua decisão, agiu como poder político que é, pois no estado democrático de direito o único poder legítimo é o político, e o PJ, como os outros dois poderes, é um poder político, embora atuando com a técnica jurídica que veicula as suas decisões. O ato do juiz, portanto, como o seu cargo, é político, embora questionável a sua legitimidade, ainda mais quando se verifica que é um ato de um agente político investido em um cargo político por meio de um simples concurso público, que não recebeu um único voto do cidadão brasileiro, que supostamente representaria - a ficção jurídica fixada por uma equivocada hermenêutica diz que o juiz é um representante do povo, como o são os integrantes dos outros dois poderes,e agora vem derrubar um decreto do então presidente da república(FHC), investido no cargo por milhões de votos. Um paradoxo! Advirto que esta não é uma defesa político-partidária - pois nunca votei em FHC e nem em Lula no primeiro turno( no segundo o fiz por simples falta de opção), mas uma observação que busca apenas resgatar os princípios republicanos e democráticos que permeiam e que sustentam a nossa Carta Política. Então, não faltasse ao dígno magistrado a devida legitimidade na investidura do seu cargo, ou seja, se todos os integrantes do PJ fossem eleitos pelo povo, como determina o art.1º, parágrafo único, da CF(sem prejuízo da carreira e do concurso público), o mérito e a oportunidade de sua decisão até poderiam ser questionados(eu, pessoalmente, que lutei contra a ditadura e os seus áulicos, ainda na universidade - 1976/1979 -, vejo a coisa toda, no final das contas, como uma tentativa de obter revanche por parte daqueles que teriam interesse na abertura dos tais arquivos), mas não salataria aos olhos o paradoxo acima anotadado, que não é uma evidência apenas desse caso, mas uma ação rotineira do exercício da judicatura em nosso país. Eis, enfim, o agravante da judicialização da política, com um judiciário que caminha em direção a uma hegemonia desmoralizadora para os poderes regularmente constituídos, ou seja, para os que foram investidos nos cargos por meio do voto direto, secreto, universal e periódico. Triste república, que congelou no tempo, com relíquias como essa da vitaliciedade dos juízes( peça de museu), e que só olha para trás, como aquela mulher da bíblia.

Como dia Kelsen, o poder político é a garantia ...

Láurence Raulino (Outros)

Como dia Kelsen, o poder político é a garantia da ordem jurídica. Ali, em sua decisão, o juiz, usando do direito como técnica e veículo/instrumento de sua decisão, agiu como poder político que é, pois no estado democrático de direito o único poder legítimo é o político, e o PJ, como os outros dois poderes, é um poder político, embora atuando com a técnica jurídica que veicula as suas decisões. O ato do juiz, portanto, como o seu cargo, é político, embora questionável a sua legitimidade, ainda mais quando se verifica que é um ato de um agente político investido em um cargo político por meio de um simples concurso público, que não recebeu um único voto do cidadão brasileiro, que supostamente representaria - a ficção jurídica fixada por uma equivocada hermenêutica diz que o juiz é um representante do povo, como o são os integrantes dos outros dois poderes,e agora vem derrubar um decreto do então presidente da república(FHC), investido no cargo por milhões de votos. Um paradoxo! Advirto que esta não é uma defesa político-partidária - pois nunca votei em FHC e nem em Lula no primeiro turno( no segundo o fiz por simples falta de opção), mas uma observação que busca apenas resgatar os princípios republicanos e democráticos que permeiam e que sustentam a nossa Carta Política. Então, não faltasse ao dígno magistrado a devida legitimidade na investidura do seu cargo, ou seja, se todos os integrantes do PJ fossem eleitos pelo povo, como determina o art.1º, parágrafo único, da CF(sem prejuízo da carreira e do concurso público), o mérito e a oportunidade de sua decisão até poderiam ser questionados(eu, pessoalmente, que lutei contra a ditadura e os seus áulicos, ainda na universidade - 1976/1979 -, vejo a coisa toda, no final das contas, como uma tentativa de obter revanche por parte daqueles que teriam interesse na abertura dos tais arquivos), mas não salataria aos olhos o paradoxo acima anotadado, que não é uma evidência apenas desse caso, mas uma ação rotineira do exercício da judicatura em nosso país. Eis, enfim, o agravante da judicialização da política, com um judiciário que caminha em direção a uma hegemonia desmoralizadora para os poderes regularmente constituídos, ou seja, para os que foram investidos nos cargos por meio do voto direto, secreto, universal e periódico. Triste república, que congelou no tempo, com relíquias como essa da vitaliciedade dos juízes( peça de museu), e que só olha para trás, como aquela mulher da bíblia.

Como dia Kelsen, o poder político é a garantia ...

Láurence Raulino (Outros)

Como dia Kelsen, o poder político é a garantia da ordem jurídica. Ali, em sua decisão, o juiz, usando do direito como técnica e veículo/instrumento de sua decisão, agiu como poder político que é, pois no estado democrático de direito o único poder legítimo é o político, e o PJ, como os outros dois poderes, é um poder político, embora atuando com a técnica jurídica que veicula as suas decisões. O ato do juiz, portanto, como o seu cargo, é político, embora questionável a sua legitimidade, ainda mais quando se verifica que é um ato de um agente político investido em um cargo político por meio de um simples concurso público, que não recebeu um único voto do cidadão brasileiro, que supostamente representaria - a ficção jurídica fixada por uma equivocada hermenêutica diz que o juiz é um representante do povo, como o são os integrantes dos outros dois poderes,e agora vem derrubar um decreto do então presidente da república(FHC), investido no cargo por milhões de votos. Um paradoxo! Advirto que esta não é uma defesa político-partidária - pois nunca votei em FHC e nem em Lula no primeiro turno( no segundo o fiz por simples falta de opção), mas uma observação que busca apenas resgatar os princípios republicanos e democráticos que permeiam e que sustentam a nossa Carta Política. Então, não faltasse ao dígno magistrado a devida legitimidade na investidura do seu cargo, ou seja, se todos os integrantes do PJ fossem eleitos pelo povo, como determina o art.1º, parágrafo único, da CF(sem prejuízo da carreira e do concurso público), o mérito e a oportunidade de sua decisão até poderiam ser questionados(eu, pessoalmente, que lutei contra a ditadura e os seus áulicos, ainda na universidade - 1976/1979 -, vejo a coisa toda, no final das contas, como uma tentativa de obter revanche por parte daqueles que teriam interesse na abertura dos tais arquivos), mas não salataria aos olhos o paradoxo acima anotadado, que não é uma evidência apenas desse caso, mas uma ação rotineira do exercício da judicatura em nosso país. Eis, enfim, o agravante da judicialização da política, com um judiciário que caminha em direção a uma hegemonia desmoralizadora para os poderes regularmente constituídos, ou seja, para os que foram investidos nos cargos por meio do voto direto, secreto, universal e periódico. Triste república, que congelou no tempo, com relíquias como essa da vitaliciedade dos juízes( peça de museu), e que só olha para trás, como aquela mulher da bíblia.

Como dia Kelsen, o poder político é a garantia ...

Láurence Raulino (Outros)

Como dia Kelsen, o poder político é a garantia da ordem jurídica. Ali, em sua decisão, o juiz, usando do direito como técnica e veículo/instrumento de sua decisão, agiu como poder político que é, pois no estado democrático de direito o único poder legítimo é o político, e o PJ, como os outros dois poderes, é um poder político, embora atuando com a técnica jurídica que veicula as suas decisões. O ato do juiz, portanto, como o seu cargo, é político, embora questionável a sua legitimidade, ainda mais quando se verifica que é um ato de um agente político investido em um cargo político por meio de um simples concurso público, que não recebeu um único voto do cidadão brasileiro, que supostamente representaria - a ficção jurídica fixada por uma equivocada hermenêutica diz que o juiz é um representante do povo, como o são os integrantes dos outros dois poderes,e agora vem derrubar um decreto do então presidente da república(FHC), investido no cargo por milhões de votos. Um paradoxo! Advirto que esta não é uma defesa político-partidária - pois nunca votei em FHC e nem em Lula no primeiro turno( no segundo o fiz por simples falta de opção), mas uma observação que busca apenas resgatar os princípios republicanos e democráticos que permeiam e que sustentam a nossa Carta Política. Então, não faltasse ao dígno magistrado a devida legitimidade na investidura do seu cargo, ou seja, se todos os integrantes do PJ fossem eleitos pelo povo, como determina o art.1º, parágrafo único, da CF(sem prejuízo da carreira e do concurso público), o mérito e a oportunidade de sua decisão até poderiam ser questionados(eu, pessoalmente, que lutei contra a ditadura e os seus áulicos, ainda na universidade - 1976/1979 -, vejo a coisa toda, no final das contas, como uma tentativa de obter revanche por parte daqueles que teriam interesse na abertura dos tais arquivos), mas não salataria aos olhos o paradoxo acima anotadado, que não é uma evidência apenas desse caso, mas uma ação rotineira do exercício da judicatura em nosso país. Eis, enfim, o agravante da judicialização da política, com um judiciário que caminha em direção a uma hegemonia desmoralizadora para os poderes regularmente constituídos, ou seja, para os que foram investidos nos cargos por meio do voto direto, secreto, universal e periódico. Triste república, que congelou no tempo, com relíquias como essa da vitaliciedade dos juízes( peça de museu), e que só olha para trás, como aquela mulher da bíblia.

Como dia Kelsen, o poder político é a garantia ...

Láurence Raulino (Outros)

Como dia Kelsen, o poder político é a garantia da ordem jurídica. Ali, em sua decisão, o juiz, usando do direito como técnica e veículo/instrumento de sua decisão, agiu como poder político que é, pois no estado democrático de direito o único poder legítimo é o político, e o PJ, como os outros dois poderes, é um poder político, embora atuando com a técnica jurídica que veicula as suas decisões. O ato do juiz, portanto, como o seu cargo, é político, embora questionável a sua legitimidade, ainda mais quando se verifica que é um ato de um agente político investido em um cargo político por meio de um simples concurso público, que não recebeu um único voto do cidadão brasileiro, que supostamente representaria - a ficção jurídica fixada por uma equivocada hermenêutica diz que o juiz é um representante do povo, como o são os integrantes dos outros dois poderes,e agora vem derrubar um decreto do então presidente da república(FHC), investido no cargo por milhões de votos. Um paradoxo! Advirto que esta não é uma defesa político-partidária - pois nunca votei em FHC e nem em Lula no primeiro turno( no segundo o fiz por simples falta de opção), mas uma observação que busca apenas resgatar os princípios republicanos e democráticos que permeiam e que sustentam a nossa Carta Política. Então, não faltasse ao dígno magistrado a devida legitimidade na investidura do seu cargo, ou seja, se todos os integrantes do PJ fossem eleitos pelo povo, como determina o art.1º, parágrafo único, da CF(sem prejuízo da carreira e do concurso público), o mérito e a oportunidade de sua decisão até poderiam ser questionados(eu, pessoalmente, que lutei contra a ditadura e os seus áulicos, ainda na universidade - 1976/1979 -, vejo a coisa toda, no final das contas, como uma tentativa de obter revanche por parte daqueles que teriam interesse na abertura dos tais arquivos), mas não salataria aos olhos o paradoxo acima anotadado, que não é uma evidência apenas desse caso, mas uma ação rotineira do exercício da judicatura em nosso país. Eis, enfim, o agravante da judicialização da política, com um judiciário que caminha em direção a uma hegemonia desmoralizadora para os poderes regularmente constituídos, ou seja, para os que foram investidos nos cargos por meio do voto direto, secreto, universal e periódico. Triste república, que congelou no tempo, com relíquias como essa da vitaliciedade dos juízes( peça de museu), e que só olha para trás, como aquela mulher da bíblia.

Como dia Kelsen, o poder político é a garantia ...

Láurence Raulino (Outros)

Como dia Kelsen, o poder político é a garantia da ordem jurídica. Ali, em sua decisão, o juiz, usando do direito como técnica e veículo/instrumento de sua decisão, agiu como poder político que é, pois no estado democrático de direito o único poder legítimo é o político, e o PJ, como os outros dois poderes, é um poder político, embora atuando com a técnica jurídica que veicula as suas decisões. O ato do juiz, portanto, como o seu cargo, é político, embora questionável a sua legitimidade, ainda mais quando se verifica que é um ato de um agente político investido em um cargo político por meio de um simples concurso público, que não recebeu um único voto do cidadão brasileiro, que supostamente representaria - a ficção jurídica fixada por uma equivocada hermenêutica diz que o juiz é um representante do povo, como o são os integrantes dos outros dois poderes,e agora vem derrubar um decreto do então presidente da república(FHC), investido no cargo por milhões de votos. Um paradoxo! Advirto que esta não é uma defesa político-partidária - pois nunca votei em FHC e nem em Lula no primeiro turno( no segundo o fiz por simples falta de opção), mas uma observação que busca apenas resgatar os princípios republicanos e democráticos que permeiam e que sustentam a nossa Carta Política. Então, não faltasse ao dígno magistrado a devida legitimidade na investidura do seu cargo, ou seja, se todos os integrantes do PJ fossem eleitos pelo povo, como determina o art.1º, parágrafo único, da CF(sem prejuízo da carreira e do concurso público), o mérito e a oportunidade de sua decisão até poderiam ser questionados(eu, pessoalmente, que lutei contra a ditadura e os seus áulicos, ainda na universidade - 1976/1979 -, vejo a coisa toda, no final das contas, como uma tentativa de obter revanche por parte daqueles que teriam interesse na abertura dos tais arquivos), mas não salataria aos olhos o paradoxo acima anotadado, que não é uma evidência apenas desse caso, mas uma ação rotineira do exercício da judicatura em nosso país. Eis, enfim, o agravante da judicialização da política, com um judiciário que caminha em direção a uma hegemonia desmoralizadora para os poderes regularmente constituídos, ou seja, para os que foram investidos nos cargos por meio do voto direto, secreto, universal e periódico. Triste república, que congelou no tempo, com relíquias como essa da vitaliciedade dos juízes( peça de museu), e que só olha para trás, como aquela mulher da bíblia.

Como dia Kelsen, o poder político é a garantia ...

Láurence Raulino (Outros)

Como dia Kelsen, o poder político é a garantia da ordem jurídica. Ali, em sua decisão, o juiz, usando do direito como técnica e veículo/instrumento de sua decisão, agiu como poder político que é, pois no estado democrático de direito o único poder legítimo é o político, e o PJ, como os outros dois poderes, é um poder político, embora atuando com a técnica jurídica que veicula as suas decisões. O ato do juiz, portanto, como o seu cargo, é político, embora questionável a sua legitimidade, ainda mais quando se verifica que é um ato de um agente político investido em um cargo político por meio de um simples concurso público, que não recebeu um único voto do cidadão brasileiro, que supostamente representaria - a ficção jurídica fixada por uma equivocada hermenêutica diz que o juiz é um representante do povo, como o são os integrantes dos outros dois poderes,e agora vem derrubar um decreto do então presidente da república(FHC), investido no cargo por milhões de votos. Um paradoxo! Advirto que esta não é uma defesa político-partidária - pois nunca votei em FHC e nem em Lula no primeiro turno( no segundo o fiz por simples falta de opção), mas uma observação que busca apenas resgatar os princípios republicanos e democráticos que permeiam e que sustentam a nossa Carta Política. Então, não faltasse ao dígno magistrado a devida legitimidade na investidura do seu cargo, ou seja, se todos os integrantes do PJ fossem eleitos pelo povo, como determina o art.1º, parágrafo único, da CF(sem prejuízo da carreira e do concurso público), o mérito e a oportunidade de sua decisão até poderiam ser questionados(eu, pessoalmente, que lutei contra a ditadura e os seus áulicos, ainda na universidade - 1976/1979 -, vejo a coisa toda, no final das contas, como uma tentativa de obter revanche por parte daqueles que teriam interesse na abertura dos tais arquivos), mas não salataria aos olhos o paradoxo acima anotadado, que não é uma evidência apenas desse caso, mas uma ação rotineira do exercício da judicatura em nosso país. Eis, enfim, o agravante da judicialização da política, com um judiciário que caminha em direção a uma hegemonia desmoralizadora para os poderes regularmente constituídos, ou seja, para os que foram investidos nos cargos por meio do voto direto, secreto, universal e periódico. Triste república, que congelou no tempo, com relíquias como essa da vitaliciedade dos juízes( peça de museu), e que só olha para trás, como aquela mulher da bíblia.

Como dia Kelsen, o poder político é a garantia ...

Láurence Raulino (Outros)

Como dia Kelsen, o poder político é a garantia da ordem jurídica. Ali, em sua decisão, o juiz, usando do direito como técnica e veículo/instrumento de sua decisão, agiu como poder político que é, pois no estado democrático de direito o único poder legítimo é o político, e o PJ, como os outros dois poderes, é um poder político, embora atuando com a técnica jurídica que veicula as suas decisões. O ato do juiz, portanto, como o seu cargo, é político, embora questionável a sua legitimidade, ainda mais quando se verifica que é um ato de um agente político investido em um cargo político por meio de um simples concurso público, que não recebeu um único voto do cidadão brasileiro, que supostamente representaria - a ficção jurídica fixada por uma equivocada hermenêutica diz que o juiz é um representante do povo, como o são os integrantes dos outros dois poderes,e agora vem derrubar um decreto do então presidente da república(FHC), investido no cargo por milhões de votos. Um paradoxo! Advirto que esta não é uma defesa político-partidária - pois nunca votei em FHC e nem em Lula no primeiro turno( no segundo o fiz por simples falta de opção), mas uma observação que busca apenas resgatar os princípios republicanos e democráticos que permeiam e que sustentam a nossa Carta Política. Então, não faltasse ao dígno magistrado a devida legitimidade na investidura do seu cargo, ou seja, se todos os integrantes do PJ fossem eleitos pelo povo, como determina o art.1º, parágrafo único, da CF(sem prejuízo da carreira e do concurso público), o mérito e a oportunidade de sua decisão até poderiam ser questionados(eu, pessoalmente, que lutei contra a ditadura e os seus áulicos, ainda na universidade - 1976/1979 -, vejo a coisa toda, no final das contas, como uma tentativa de obter revanche por parte daqueles que teriam interesse na abertura dos tais arquivos), mas não salataria aos olhos o paradoxo acima anotadado, que não é uma evidência apenas desse caso, mas uma ação rotineira do exercício da judicatura em nosso país. Eis, enfim, o agravante da judicialização da política, com um judiciário que caminha em direção a uma hegemonia desmoralizadora para os poderes regularmente constituídos, ou seja, para os que foram investidos nos cargos por meio do voto direto, secreto, universal e periódico. Triste república, que congelou no tempo, com relíquias como essa da vitaliciedade dos juízes( peça de museu), e que só olha para trás, como aquela mulher da bíblia.

Como dia Kelsen, o poder político é a garantia ...

Láurence Raulino (Outros)

Como dia Kelsen, o poder político é a garantia da ordem jurídica. Ali, em sua decisão, o juiz, usando do direito como técnica e veículo/instrumento de sua decisão, agiu como poder político que é, pois no estado democrático de direito o único poder legítimo é o político, e o PJ, como os outros dois poderes, é um poder político, embora atuando com a técnica jurídica que veicula as suas decisões. O ato do juiz, portanto, como o seu cargo, é político, embora questionável a sua legitimidade, ainda mais quando se verifica que é um ato de um agente político investido em um cargo político por meio de um simples concurso público, que não recebeu um único voto do cidadão brasileiro, que supostamente representaria - a ficção jurídica fixada por uma equivocada hermenêutica diz que o juiz é um representante do povo, como o são os integrantes dos outros dois poderes,e agora vem derrubar um decreto do então presidente da república(FHC), investido no cargo por milhões de votos. Um paradoxo! Advirto que esta não é uma defesa político-partidária - pois nunca votei em FHC e nem em Lula no primeiro turno( no segundo o fiz por simples falta de opção), mas uma observação que busca apenas resgatar os princípios republicanos e democráticos que permeiam e que sustentam a nossa Carta Política. Então, não faltasse ao dígno magistrado a devida legitimidade na investidura do seu cargo, ou seja, se todos os integrantes do PJ fossem eleitos pelo povo, como determina o art.1º, parágrafo único, da CF(sem prejuízo da carreira e do concurso público), o mérito e a oportunidade de sua decisão até poderiam ser questionados(eu, pessoalmente, que lutei contra a ditadura e os seus áulicos, ainda na universidade - 1976/1979 -, vejo a coisa toda, no final das contas, como uma tentativa de obter revanche por parte daqueles que teriam interesse na abertura dos tais arquivos), mas não salataria aos olhos o paradoxo acima anotadado, que não é uma evidência apenas desse caso, mas uma ação rotineira do exercício da judicatura em nosso país. Eis, enfim, o agravante da judicialização da política, com um judiciário que caminha em direção a uma hegemonia desmoralizadora para os poderes regularmente constituídos, ou seja, para os que foram investidos nos cargos por meio do voto direto, secreto, universal e periódico. Triste república, que congelou no tempo, com relíquias como essa da vitaliciedade dos juízes( peça de museu), e que só olha para trás, como aquela mulher da bíblia.

Como dia Kelsen, o poder político é a garantia ...

Láurence Raulino (Outros)

Como dia Kelsen, o poder político é a garantia da ordem jurídica. Ali, em sua decisão, o juiz, usando do direito como técnica e veículo/instrumento de sua decisão, agiu como poder político que é, pois no estado democrático de direito o único poder legítimo é o político, e o PJ, como os outros dois poderes, é um poder político, embora atuando com a técnica jurídica que veicula as suas decisões. O ato do juiz, portanto, como o seu cargo, é político, embora questionável a sua legitimidade, ainda mais quando se verifica que é um ato de um agente político investido em um cargo político por meio de um simples concurso público, que não recebeu um único voto do cidadão brasileiro, que supostamente representaria - a ficção jurídica fixada por uma equivocada hermenêutica diz que o juiz é um representante do povo, como o são os integrantes dos outros dois poderes,e agora vem derrubar um decreto do então presidente da república(FHC), investido no cargo por milhões de votos. Um paradoxo! Advirto que esta não é uma defesa político-partidária - pois nunca votei em FHC e nem em Lula no primeiro turno( no segundo o fiz por simples falta de opção), mas uma observação que busca apenas resgatar os princípios republicanos e democráticos que permeiam e que sustentam a nossa Carta Política. Então, não faltasse ao dígno magistrado a devida legitimidade na investidura do seu cargo, ou seja, se todos os integrantes do PJ fossem eleitos pelo povo, como determina o art.1º, parágrafo único, da CF(sem prejuízo da carreira e do concurso público), o mérito e a oportunidade de sua decisão até poderiam ser questionados(eu, pessoalmente, que lutei contra a ditadura e os seus áulicos, ainda na universidade - 1976/1979 -, vejo a coisa toda, no final das contas, como uma tentativa de obter revanche por parte daqueles que teriam interesse na abertura dos tais arquivos), mas não salataria aos olhos o paradoxo acima anotadado, que não é uma evidência apenas desse caso, mas uma ação rotineira do exercício da judicatura em nosso país. Eis, enfim, o agravante da judicialização da política, com um judiciário que caminha em direção a uma hegemonia desmoralizadora para os poderes regularmente constituídos, ou seja, para os que foram investidos nos cargos por meio do voto direto, secreto, universal e periódico. Triste república, que congelou no tempo, com relíquias como essa da vitaliciedade dos juízes( peça de museu), e que só olha para trás, como aquela mulher da bíblia.

Como dia Kelsen, o poder político é a garantia ...

Láurence Raulino (Outros)

Como dia Kelsen, o poder político é a garantia da ordem jurídica. Ali, em sua decisão, o juiz, usando do direito como técnica e veículo/instrumento de sua decisão, agiu como poder político que é, pois no estado democrático de direito o único poder legítimo é o político, e o PJ, como os outros dois poderes, é um poder político, embora atuando com a técnica jurídica que veicula as suas decisões. O ato do juiz, portanto, como o seu cargo, é político, embora questionável a sua legitimidade, ainda mais quando se verifica que é um ato de um agente político investido em um cargo político por meio de um simples concurso público, que não recebeu um único voto do cidadão brasileiro, que supostamente representaria - a ficção jurídica fixada por uma equivocada hermenêutica diz que o juiz é um representante do povo, como o são os integrantes dos outros dois poderes,e agora vem derrubar um decreto do então presidente da república(FHC), investido no cargo por milhões de votos. Um paradoxo! Advirto que esta não é uma defesa político-partidária - pois nunca votei em FHC e nem em Lula no primeiro turno( no segundo o fiz por simples falta de opção), mas uma observação que busca apenas resgatar os princípios republicanos e democráticos que permeiam e que sustentam a nossa Carta Política. Então, não faltasse ao dígno magistrado a devida legitimidade na investidura do seu cargo, ou seja, se todos os integrantes do PJ fossem eleitos pelo povo, como determina o art.1º, parágrafo único, da CF(sem prejuízo da carreira e do concurso público), o mérito e a oportunidade de sua decisão até poderiam ser questionados(eu, pessoalmente, que lutei contra a ditadura e os seus áulicos, ainda na universidade - 1976/1979 -, vejo a coisa toda, no final das contas, como uma tentativa de obter revanche por parte daqueles que teriam interesse na abertura dos tais arquivos), mas não salataria aos olhos o paradoxo acima anotadado, que não é uma evidência apenas desse caso, mas uma ação rotineira do exercício da judicatura em nosso país. Eis, enfim, o agravante da judicialização da política, com um judiciário que caminha em direção a uma hegemonia desmoralizadora para os poderes regularmente constituídos, ou seja, para os que foram investidos nos cargos por meio do voto direto, secreto, universal e periódico. Triste república, que congelou no tempo, com relíquias como essa da vitaliciedade dos juízes( peça de museu), e que só olha para trás, como aquela mulher da bíblia.

Como dia Kelsen, o poder político é a garantia ...

Láurence Raulino (Outros)

Como dia Kelsen, o poder político é a garantia da ordem jurídica. Ali, em sua decisão, o juiz, usando do direito como técnica e veículo/instrumento de sua decisão, agiu como poder político que é, pois no estado democrático de direito o único poder legítimo é o político, e o PJ, como os outros dois poderes, é um poder político, embora atuando com a técnica jurídica que veicula as suas decisões. O ato do juiz, portanto, como o seu cargo, é político, embora questionável a sua legitimidade, ainda mais quando se verifica que é um ato de um agente político investido em um cargo político por meio de um simples concurso público, que não recebeu um único voto do cidadão brasileiro, que supostamente representaria - a ficção jurídica fixada por uma equivocada hermenêutica diz que o juiz é um representante do povo, como o são os integrantes dos outros dois poderes,e agora vem derrubar um decreto do então presidente da república(FHC), investido no cargo por milhões de votos. Um paradoxo! Advirto que esta não é uma defesa político-partidária - pois nunca votei em FHC e nem em Lula no primeiro turno( no segundo o fiz por simples falta de opção), mas uma observação que busca apenas resgatar os princípios republicanos e democráticos que permeiam e que sustentam a nossa Carta Política. Então, não faltasse ao dígno magistrado a devida legitimidade na investidura do seu cargo, ou seja, se todos os integrantes do PJ fossem eleitos pelo povo, como determina o art.1º, parágrafo único, da CF(sem prejuízo da carreira e do concurso público), o mérito e a oportunidade de sua decisão até poderiam ser questionados(eu, pessoalmente, que lutei contra a ditadura e os seus áulicos, ainda na universidade - 1976/1979 -, vejo a coisa toda, no final das contas, como uma tentativa de obter revanche por parte daqueles que teriam interesse na abertura dos tais arquivos), mas não salataria aos olhos o paradoxo acima anotadado, que não é uma evidência apenas desse caso, mas uma ação rotineira do exercício da judicatura em nosso país. Eis, enfim, o agravante da judicialização da política, com um judiciário que caminha em direção a uma hegemonia desmoralizadora para os poderes regularmente constituídos, ou seja, para os que foram investidos nos cargos por meio do voto direto, secreto, universal e periódico. Triste república, que congelou no tempo, com relíquias como essa da vitaliciedade dos juízes( peça de museu), e que só olha para trás, como aquela mulher da bíblia.

Como dia Kelsen, o poder político é a garantia ...

Láurence Raulino (Outros)

Como dia Kelsen, o poder político é a garantia da ordem jurídica. Ali, em sua decisão, o juiz, usando do direito como técnica e veículo/instrumento de sua decisão, agiu como poder político que é, pois no estado democrático de direito o único poder legítimo é o político, e o PJ, como os outros dois poderes, é um poder político, embora atuando com a técnica jurídica que veicula as suas decisões. O ato do juiz, portanto, como o seu cargo, é político, embora questionável a sua legitimidade, ainda mais quando se verifica que é um ato de um agente político investido em um cargo político por meio de um simples concurso público, que não recebeu um único voto do cidadão brasileiro, que supostamente representaria - a ficção jurídica fixada por uma equivocada hermenêutica diz que o juiz é um representante do povo, como o são os integrantes dos outros dois poderes,e agora vem derrubar um decreto do então presidente da república(FHC), investido no cargo por milhões de votos. Um paradoxo! Advirto que esta não é uma defesa político-partidária - pois nunca votei em FHC e nem em Lula no primeiro turno( no segundo o fiz por simples falta de opção), mas uma observação que busca apenas resgatar os princípios republicanos e democráticos que permeiam e que sustentam a nossa Carta Política. Então, não faltasse ao dígno magistrado a devida legitimidade na investidura do seu cargo, ou seja, se todos os integrantes do PJ fossem eleitos pelo povo, como determina o art.1º, parágrafo único, da CF(sem prejuízo da carreira e do concurso público), o mérito e a oportunidade de sua decisão até poderiam ser questionados(eu, pessoalmente, que lutei contra a ditadura e os seus áulicos, ainda na universidade - 1976/1979 -, vejo a coisa toda, no final das contas, como uma tentativa de obter revanche por parte daqueles que teriam interesse na abertura dos tais arquivos), mas não salataria aos olhos o paradoxo acima anotadado, que não é uma evidência apenas desse caso, mas uma ação rotineira do exercício da judicatura em nosso país. Eis, enfim, o agravante da judicialização da política, com um judiciário que caminha em direção a uma hegemonia desmoralizadora para os poderes regularmente constituídos, ou seja, para os que foram investidos nos cargos por meio do voto direto, secreto, universal e periódico. Triste república, que congelou no tempo, com relíquias como essa da vitaliciedade dos juízes( peça de museu), e que só olha para trás, como aquela mulher da bíblia.

Como dia Kelsen, o poder político é a garantia ...

Láurence Raulino (Outros)

Como dia Kelsen, o poder político é a garantia da ordem jurídica. Ali, em sua decisão, o juiz, usando do direito como técnica e veículo/instrumento de sua decisão, agiu como poder político que é, pois no estado democrático de direito o único poder legítimo é o político, e o PJ, como os outros dois poderes, é um poder político, embora atuando com a técnica jurídica que veicula as suas decisões. O ato do juiz, portanto, como o seu cargo, é político, embora questionável a sua legitimidade, ainda mais quando se verifica que é um ato de um agente político investido em um cargo político por meio de um simples concurso público, que não recebeu um único voto do cidadão brasileiro, que supostamente representaria - a ficção jurídica fixada por uma equivocada hermenêutica diz que o juiz é um representante do povo, como o são os integrantes dos outros dois poderes,e agora vem derrubar um decreto do então presidente da república(FHC), investido no cargo por milhões de votos. Um paradoxo! Advirto que esta não é uma defesa político-partidária - pois nunca votei em FHC e nem em Lula no primeiro turno( no segundo o fiz por simples falta de opção), mas uma observação que busca apenas resgatar os princípios republicanos e democráticos que permeiam e que sustentam a nossa Carta Política. Então, não faltasse ao dígno magistrado a devida legitimidade na investidura do seu cargo, ou seja, se todos os integrantes do PJ fossem eleitos pelo povo, como determina o art.1º, parágrafo único, da CF(sem prejuízo da carreira e do concurso público), o mérito e a oportunidade de sua decisão até poderiam ser questionados(eu, pessoalmente, que lutei contra a ditadura e os seus áulicos, ainda na universidade - 1976/1979 -, vejo a coisa toda, no final das contas, como uma tentativa de obter revanche por parte daqueles que teriam interesse na abertura dos tais arquivos), mas não salataria aos olhos o paradoxo acima anotadado, que não é uma evidência apenas desse caso, mas uma ação rotineira do exercício da judicatura em nosso país. Eis, enfim, o agravante da judicialização da política, com um judiciário que caminha em direção a uma hegemonia desmoralizadora para os poderes regularmente constituídos, ou seja, para os que foram investidos nos cargos por meio do voto direto, secreto, universal e periódico. Triste república, que congelou no tempo, com relíquias como essa da vitaliciedade dos juízes( peça de museu), e que só olha para trás, como aquela mulher da bíblia.

Vamos abrir, sim! Mas eu quero ver os podres da...

Vinicius Dardanus (dardanus.blogspot.com) ()

Vamos abrir, sim! Mas eu quero ver os podres da esquerda também! Muita gente que hoje em dia nutre de prestígio, cargos impostantes e gordas indenizações que saem do dinheiro público podem ter um passado sujo. Vamos colocar tudo a limpo, DOS DOIS LADOS.

Comentar

Comentários encerrados em 24/11/2004.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.