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Comentários de leitores

63 comentários

Como qualquer cidadão que paga a pesada carga t...

Sergio Balaban ()

Como qualquer cidadão que paga a pesada carga tributária brasileira fico indignado ao ler um texto relatando tantos indícios de abuso. Não quero politizar a discussão, mas, realmente o tal procurador anda meio sumido. Será que agora não há nada para denunciar ou ele perdeu sua motivação. Se perdeu deve ser demitido. Se não perdeu, deve ser demitido também, pois, fica evidente o uso da máquina pública para fins político-eleitoreiros. O salário de qualquer servidor público é pago com arrecadação de impostos. Como cidadão, não posso tolerar que o dinheiro público possa ser gasto sem nenhum controle. Acredito que o artigo de Eduardo Jorge contribui muito para ficarmos alertas sobre essas distorções do Estado brasileiro. Distorção evidenciada na imagem amorfa do procurador Luiz Francisco.

Como qualquer cidadão que paga a pesada carga t...

Sergio Balaban ()

Como qualquer cidadão que paga a pesada carga tributária brasileira fico indignado ao ler um texto relatando tantos indícios de abuso. Não quero politizar a discussão, mas, realmente o tal procurador anda meio sumido. Será que agora não há nada para denunciar ou ele perdeu sua motivação. Se perdeu deve ser demitido. Se não perdeu, deve ser demitido também, pois, fica evidente o uso da máquina pública para fins político-eleitoreiros. O salário de qualquer servidor público é pago com arrecadação de impostos. Como cidadão, não posso tolerar que o dinheiro público possa ser gasto sem nenhum controle. Acredito que o artigo de Eduardo Jorge contribui muito para ficarmos alertas sobre essas distorções do Estado brasileiro. Distorção evidenciada na imagem amorfa do procurador Luiz Francisco.

Como qualquer cidadão que paga a pesada carga t...

Sergio Balaban ()

Como qualquer cidadão que paga a pesada carga tributária brasileira fico indignado ao ler um texto relatando tantos indícios de abuso. Não quero politizar a discussão, mas, realmente o tal procurador anda meio sumido. Será que agora não há nada para denunciar ou ele perdeu sua motivação. Se perdeu deve ser demitido. Se não perdeu, deve ser demitido também, pois, fica evidente o uso da máquina pública para fins político-eleitoreiros. O salário de qualquer servidor público é pago com arrecadação de impostos. Como cidadão, não posso tolerar que o dinheiro público possa ser gasto sem nenhum controle. Acredito que o artigo de Eduardo Jorge contribui muito para ficarmos alertas sobre essas distorções do Estado brasileiro. Distorção evidenciada na imagem amorfa do procurador Luiz Francisco.

A atuação de Luiz Francisco é fundamentalista. ...

Andrei Lapa de Barros Correia (Procurador Autárquico)

A atuação de Luiz Francisco é fundamentalista. Ele age como se fora movido por verdades absolutas reveladas. Há, com efeito uma nítida coloração religiosa e moral na sua atuação. Por ser do MP, é visto, aprioristicamente, como veículo de idéis elevadas e elaboradas. Contudo, há mesmo violência na sua atuação, embora o faça imbuído de um espírito mesiânico. Faz-me lembrar um trecho precioso de Ortega y Gasset: " Quando a massa atua por si mesma, fá-lo só de uma maneira, porque não tem outra: lincha. Não é completamente casual que a lei de Lynch seja americana, já que a América é de certo modo o paraíso das massas. Nem muito menos poderá estranhar que agora, quando as massas triunfam, triunfe a violência e se faça dela a única ratio, a única doutrina. Há muito tempo que eu fazia notar este comércio da violência como norma ."

Com a devida vênia, mas a questão me parece ser...

Jose George ()

Com a devida vênia, mas a questão me parece ser tão somente de semântica. Enquanto temos, em nível Estadual, o Promotor de Justiça, que está mais próximo e mais diretamente ligado à comunidade, no plano Federal temos o Procurador de Justiça. Um promove, como custus legis, ainda que acuse, a justiça. O outro é Procurador, que procura fazê-la - a justiça - sob a sua ótica, sob o prisma passional, sob o manto do ódio, sob a luz do vedetismo. É procurador, e procura, incessantemente, fazer a justiça ao seu livre alvitre, fazer justiça com as próprias mãos, às vezes até mesmo com o pé, visto que chuta a tudo e a todos, principalmente o arcabouço legal. Enquanto Luiz Francisco e a imprensa emparedaram Eduardo Jorge, só podíamos, nós operadores do direito - confiar numa excelente defesa técnica de seus advogados, já que mentira, tal qual a baleia, sempre vem à tona para respirar. Entretanto, quando vemos o Ministério Público Federal emparedar todo um TRibunal Federal, como é o caso do TRF3, na Operação Anaconda, aí a coisa fica mais grave. Continuo afirmando, em todas as vezes que me manifesto. A absurda e nojenta história processual e persecutória contra o Dr. Eduardo Jorge é quase nada se comparada com a violação de todos os princípios das garantias fundamentais constitucionais contra os denunciados da Operação Anaconda. Eu peço cautela, cuidado e aenção ao julgamento que está para acontecer no TRF3 - Operação Anaconda. Garanto para vocês que nada será como antes depois das decisões e posições acovardadas que permeiam este processo. Seria muito interessante que a comunidade jurídica procurasse conhecer o processo, eis que todos os livros, doutrinas e jurisprudências que tratam da inviolabilidade da privacidade humana forem revogados pelos membros do Ministério Público Federal, que coincidentemente tem a Dra. Janice AScari, colega do Dr. Luiz Francisco, como ponta de lança das arbitrariedades e legítima representante do totalitarismo político-legal(?) em vigor. Creiam. Haverá choro e ranger de dentes neste País.

Com a devida vênia, mas a questão me parece ser...

Jose George ()

Com a devida vênia, mas a questão me parece ser tão somente de semântica. Enquanto temos, em nível Estadual, o Promotor de Justiça, que está mais próximo e mais diretamente ligado à comunidade, no plano Federal temos o Procurador de Justiça. Um promove, como custus legis, ainda que acuse, a justiça. O outro é Procurador, que procura fazê-la - a justiça - sob a sua ótica, sob o prisma passional, sob o manto do ódio, sob a luz do vedetismo. É procurador, e procura, incessantemente, fazer a justiça ao seu livre alvitre, fazer justiça com as próprias mãos, às vezes até mesmo com o pé, visto que chuta a tudo e a todos, principalmente o arcabouço legal. Enquanto Luiz Francisco e a imprensa emparedaram Eduardo Jorge, só podíamos, nós operadores do direito - confiar numa excelente defesa técnica de seus advogados, já que mentira, tal qual a baleia, sempre vem à tona para respirar. Entretanto, quando vemos o Ministério Público Federal emparedar todo um TRibunal Federal, como é o caso do TRF3, na Operação Anaconda, aí a coisa fica mais grave. Continuo afirmando, em todas as vezes que me manifesto. A absurda e nojenta história processual e persecutória contra o Dr. Eduardo Jorge é quase nada se comparada com a violação de todos os princípios das garantias fundamentais constitucionais contra os denunciados da Operação Anaconda. Eu peço cautela, cuidado e aenção ao julgamento que está para acontecer no TRF3 - Operação Anaconda. Garanto para vocês que nada será como antes depois das decisões e posições acovardadas que permeiam este processo. Seria muito interessante que a comunidade jurídica procurasse conhecer o processo, eis que todos os livros, doutrinas e jurisprudências que tratam da inviolabilidade da privacidade humana forem revogados pelos membros do Ministério Público Federal, que coincidentemente tem a Dra. Janice AScari, colega do Dr. Luiz Francisco, como ponta de lança das arbitrariedades e legítima representante do totalitarismo político-legal(?) em vigor. Creiam. Haverá choro e ranger de dentes neste País.

Com a devida vênia, mas a questão me parece ser...

Jose George ()

Com a devida vênia, mas a questão me parece ser tão somente de semântica. Enquanto temos, em nível Estadual, o Promotor de Justiça, que está mais próximo e mais diretamente ligado à comunidade, no plano Federal temos o Procurador de Justiça. Um promove, como custus legis, ainda que acuse, a justiça. O outro é Procurador, que procura fazê-la - a justiça - sob a sua ótica, sob o prisma passional, sob o manto do ódio, sob a luz do vedetismo. É procurador, e procura, incessantemente, fazer a justiça ao seu livre alvitre, fazer justiça com as próprias mãos, às vezes até mesmo com o pé, visto que chuta a tudo e a todos, principalmente o arcabouço legal. Enquanto Luiz Francisco e a imprensa emparedaram Eduardo Jorge, só podíamos, nós operadores do direito - confiar numa excelente defesa técnica de seus advogados, já que mentira, tal qual a baleia, sempre vem à tona para respirar. Entretanto, quando vemos o Ministério Público Federal emparedar todo um TRibunal Federal, como é o caso do TRF3, na Operação Anaconda, aí a coisa fica mais grave. Continuo afirmando, em todas as vezes que me manifesto. A absurda e nojenta história processual e persecutória contra o Dr. Eduardo Jorge é quase nada se comparada com a violação de todos os princípios das garantias fundamentais constitucionais contra os denunciados da Operação Anaconda. Eu peço cautela, cuidado e aenção ao julgamento que está para acontecer no TRF3 - Operação Anaconda. Garanto para vocês que nada será como antes depois das decisões e posições acovardadas que permeiam este processo. Seria muito interessante que a comunidade jurídica procurasse conhecer o processo, eis que todos os livros, doutrinas e jurisprudências que tratam da inviolabilidade da privacidade humana forem revogados pelos membros do Ministério Público Federal, que coincidentemente tem a Dra. Janice AScari, colega do Dr. Luiz Francisco, como ponta de lança das arbitrariedades e legítima representante do totalitarismo político-legal(?) em vigor. Creiam. Haverá choro e ranger de dentes neste País.

Com a nossa atual Carta Política, em 1988 a Con...

Láurence Raulino (Outros)

Com a nossa atual Carta Política, em 1988 a Constituinte, infelizmente, pariu um monstrengo, ou melhor monstro: o Ministério Público. Quebrando a tradicional estrutura triparte do poder, os constituintes colocaram fora desta o órgão incumbido da defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis. Isso tudo para ser feito sem um único voto do cidadão brasileiro, dentro de um regime que afirma-se democrático e republicano. Partadoxal! Como pode ser republicano um órgão com tantas atribuições republicanas afastado da saudável e democrática inteferência da cidadania, que dele nunca participa? Se a cidadania apenas é "favorecida" com as suas ações, mas nele não intervém - como determina a ordem democrática - em sua estrutura, não pode dar-se por representada. A representação da sociedade e da cidadania feita pelo parquet, e também pelo juiz, é baseada em uma mera ficção jurídica. Mas ficção jurídica não é meio adequado nem viável para a representação republicana e democrática, que devem ser baseadas no sufrágio universal, direto, secreto e periódico, sem prejuízo, como defendo, do concurso público de provas e títulos e das carreras no PJ e no MP. Então o tal MP, livre da opinião da cidadania, como o PJ, deita e ro

Com a nossa atual Carta Política, em 1988 a Con...

Láurence Raulino (Outros)

Com a nossa atual Carta Política, em 1988 a Constituinte, infelizmente, pariu um monstrengo, ou melhor monstro: o Ministério Público. Quebrando a tradicional estrutura triparte do poder, os constituintes colocaram fora desta o órgão incumbido da defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis. Isso tudo para ser feito sem um único voto do cidadão brasileiro, dentro de um regime que afirma-se democrático e republicano. Partadoxal! Como pode ser republicano um órgão com tantas atribuições republicanas afastado da saudável e democrática inteferência da cidadania, que dele nunca participa? Se a cidadania apenas é "favorecida" com as suas ações, mas nele não intervém - como determina a ordem democrática - em sua estrutura, não pode dar-se por representada. A representação da sociedade e da cidadania feita pelo parquet, e também pelo juiz, é baseada em uma mera ficção jurídica. Mas ficção jurídica não é meio adequado nem viável para a representação republicana e democrática, que devem ser baseadas no sufrágio universal, direto, secreto e periódico, sem prejuízo, como defendo, do concurso público de provas e títulos e das carreras no PJ e no MP. Então o tal MP, livre da opinião da cidadania, como o PJ, deita e rola; representa os interesses da sociedade e age em nome dela. O que falta para uma ditadura? Vem aí a ditadura do direito, realizada pelo parquet e pelo juiz, que não precisam do voto popular. Lembro-me muito do regime militar de 1964. Como cidadãos conscientes e críticos, só nos resta lutar por uma nova Assembléia Nacional Constituintes que ponha fim a essa ordem jurídica maldita e imbecil, deslegitimada - com toda a sorte de vaidade e perseguições, em nome do direito - e absurda, que não atende, absolutamente, aos verdadeiros interesses da cidadania, da sociedade, da democracia e do regime republicano. Assim, abaixo essa ordem jurídica! Por uma nova Assembléia Nacional Constituinte, legítima e representativa.

Com a nossa atual Carta Política, em 1988 a Con...

Láurence Raulino (Outros)

Com a nossa atual Carta Política, em 1988 a Constituinte, infelizmente, pariu um monstrengo, ou melhor monstro: o Ministério Público. Quebrando a tradicional estrutura triparte do poder, os constituintes colocaram fora desta o órgão incumbido da defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis. Isso tudo para ser feito sem um único voto do cidadão brasileiro, dentro de um regime que afirma-se democrático e republicano. Partadoxal! Como pode ser republicano um órgão com tantas atribuições republicanas afastado da saudável e democrática inteferência da cidadania, que dele nunca participa? Se a cidadania apenas é "favorecida" com as suas ações, mas nele não intervém - como determina a ordem democrática - em sua estrutura, não pode dar-se por representada. A representação da sociedade e da cidadania feita pelo parquet, e também pelo juiz, é baseada em uma mera ficção jurídica. Mas ficção jurídica não é meio adequado nem viável para a representação republicana e democrática, que devem ser baseadas no sufrágio universal, direto, secreto e periódico, sem prejuízo, como defendo, do concurso público de provas e títulos e das carreras no PJ e no MP. Então o tal MP, livre da opinião da cidadania, como o PJ, deita e rola; representa os interesses da sociedade e age em nome dela. O que falta para uma ditadura? Vem aí a ditadura do direito, realizada pelo parquet e pelo juiz, que não precisam do voto popular. Lembro-me muito do regime militar de 1964. Como cidadãos conscientes e críticos, só nos resta lutar por uma nova Assembléia Nacional Constituintes que ponha fim a essa ordem jurídica maldita e imbecil, deslegitimada - com toda a sorte de vaidade e perseguições, em nome do direito - e absurda, que não atende, absolutamente, aos verdadeiros interesses da cidadania, da sociedade, da democracia e do regime republicano. Assim, abaixo essa ordem jurídica! Por uma nova Assembléia Nacional Constituinte, legítima e representativa.

Com a nossa atual Carta Política, em 1988 a Con...

Láurence Raulino (Outros)

Com a nossa atual Carta Política, em 1988 a Constituinte, infelizmente, pariu um monstrengo, ou melhor monstro: o Ministério Público. Quebrando a tradicional estrutura triparte do poder, os constituintes colocaram fora desta o órgão incumbido da defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis. Isso tudo para ser feito sem um único voto do cidadão brasileiro, dentro de um regime que afirma-se democrático e republicano. Partadoxal! Como pode ser republicano um órgão com tantas atribuições republicanas afastado da saudável e democrática inteferência da cidadania, que dele nunca participa? Se a cidadania apenas é "favorecida" com as suas ações, mas nele não intervém - como determina a ordem democrática - em sua estrutura, não pode dar-se por representada. A representação da sociedade e da cidadania feita pelo parquet, e também pelo juiz, é baseada em uma mera ficção jurídica. Mas ficção jurídica não é meio adequado nem viável para a representação republicana e democrática, que devem ser baseadas no sufrágio universal, direto, secreto e periódico, sem prejuízo, como defendo, do concurso público de provas e títulos e das carreras no PJ e no MP. Então o tal MP, livre da opinião da cidadania, como o PJ, deita e rola; representa os interesses da sociedade e age em nome dela. O que falta para uma ditadura? Vem aí a ditadura do direito, realizada pelo parquet e pelo juiz, que não precisam do voto popular. Lembro-me muito do regime militar de 1964. Como cidadãos conscientes e críticos, só nos resta lutar por uma nova Assembléia Nacional Constituintes que ponha fim a essa ordem jurídica maldita e imbecil, deslegitimada - com toda a sorte de vaidade e perseguições, em nome do direito - e absurda, que não atende, absolutamente, aos verdadeiros interesses da cidadania, da sociedade, da democracia e do regime republicano. Assim, abaixo essa ordem jurídica! Por uma nova Assembléia Nacional Constituinte, legítima e representativa.

Qualquer tipo de paternalismo e protecionismo é...

Carviso. (Advogado Autônomo)

Qualquer tipo de paternalismo e protecionismo é condenável e deve ser repudiado. É necessário buscar a verdade. Espaços como este que dão aos cidadãos comuns, que se indignam com fatos como o que está em debate, a possibilidade de se manifestar, devem ser respeitados por estarem sendo lidos por diversas pessoas de diversas esferas de atuação e não por um grupo restrito de pessoas. E hoje é crescente a inquietação no sentido de que somente com a ética e o respeito às instituições públicas (principalmente) conseguiremos mudar o quadro desolador que tomou conta do Brasil. Os excessos do Sr. Eduardo e do Sr. Luiz Fco. devem ser apurados pelas esferas legais. E serão, acredito nisso (pois o movimento tem sido forte nesse sentido). O que não se pode é sair do campo das idéias, da divergência de opiniões para o da baixaria, do chulo. Exponham opiniões, briguem por elas, mas eticamente sem o comportamento rasteiro. Perdoem-me, mas como leitor assíduo desse informativo, lendo belíssimas defesas de posições, ainda que diferentes das minhas, mas bem sustentadas e fundamentadas, não poderia deixar de me manifestar. Forte abraço a todos.

Qualquer tipo de paternalismo e protecionismo é...

Carviso. (Advogado Autônomo)

Qualquer tipo de paternalismo e protecionismo é condenável e deve ser repudiado. É necessário buscar a verdade. Espaços como este que dão aos cidadãos comuns, que se indignam com fatos como o que está em debate, a possibilidade de se manifestar, devem ser respeitados por estarem sendo lidos por diversas pessoas de diversas esferas de atuação e não por um grupo restrito de pessoas. E hoje é crescente a inquietação no sentido de que somente com a ética e o respeito às instituições públicas (principalmente) conseguiremos mudar o quadro desolador que tomou conta do Brasil. Os excessos do Sr. Eduardo e do Sr. Luiz Fco. devem ser apurados pelas esferas legais. E serão, acredito nisso (pois o movimento tem sido forte nesse sentido). O que não se pode é sair do campo das idéias, da divergência de opiniões para o da baixaria, do chulo. Exponham opiniões, briguem por elas, mas eticamente sem o comportamento rasteiro. Perdoem-me, mas como leitor assíduo desse informativo, lendo belíssimas defesas de posições, ainda que diferentes das minhas, mas bem sustentadas e fundamentadas, não poderia deixar de me manifestar. Forte abraço a todos.

Qualquer tipo de paternalismo e protecionismo é...

Carviso. (Advogado Autônomo)

Qualquer tipo de paternalismo e protecionismo é condenável e deve ser repudiado. É necessário buscar a verdade. Espaços como este que dão aos cidadãos comuns, que se indignam com fatos como o que está em debate, a possibilidade de se manifestar, devem ser respeitados por estarem sendo lidos por diversas pessoas de diversas esferas de atuação e não por um grupo restrito de pessoas. E hoje é crescente a inquietação no sentido de que somente com a ética e o respeito às instituições públicas (principalmente) conseguiremos mudar o quadro desolador que tomou conta do Brasil. Os excessos do Sr. Eduardo e do Sr. Luiz Fco. devem ser apurados pelas esferas legais. E serão, acredito nisso (pois o movimento tem sido forte nesse sentido). O que não se pode é sair do campo das idéias, da divergência de opiniões para o da baixaria, do chulo. Exponham opiniões, briguem por elas, mas eticamente sem o comportamento rasteiro. Perdoem-me, mas como leitor assíduo desse informativo, lendo belíssimas defesas de posições, ainda que diferentes das minhas, mas bem sustentadas e fundamentadas, não poderia deixar de me manifestar. Forte abraço a todos.

É incrível, como certos membros do MP usam esse...

Francisca Nunes ()

É incrível, como certos membros do MP usam esse fato para atormentar a vida de pessoas idoneas, é esse tipo de ação que rotula o serviço público. É preciso que se tome alguma providência para frear essa impunidades. As pessoas que são atingidas por esses membros do MP sofrem, têm suas vidas completamentes explicitadas e ainda são rotuladas pelas afirmações feitas por esses tipos. Será esse é o papel do MP? Antes de se acusar alguém é preciso se ter provas e não usar a imaginação pra criar situações para prejudicar pessoas que nada devem à justiça. Pessoas insanas e inconsequentes agem desta forma e não pessoas "capacidatadas" para ocupar estes cargos. Podemos, com ações como estas, confiar no MP? Está na hora de pessoas realmente capacitadas, inclusive psicologicamente, assumirem estes cargos.

Descartando os comentários inúteis e ofensivos ...

Daniel Henrique Ferreira e Silva (Outros)

Descartando os comentários inúteis e ofensivos à honra alheia, gostaria de levantar a seguinte questão baseado no comentário do parente do senhor Eduardo Jorge: afinal de contas, acusações feitas em veículos de imprensa são válidas ou não? O senhor Eduardo Jorge acusa em seu artigo a conduta da imprensa, mas defende seus pontos através de notas divulgadas em jornais. Então o senhor Fernando diz que todas as notas acusatórias são falsas, mas as utilizadas na defesa do senhor Eduardo Jorge não o são. Deixando o mérito da causa de lado, gostaria de deixar no ar a seguinte questão: em que órgão de imprensa podemos confiar? Qual órgão é isento o suficiente para darmos a seu conteúdo um mínimo de credibilidade? Sinceramente, estou confuso. Talvez devamos defender não só uma modificação na conduta do Parquet, mas também na conduta da imprensa brasileira. É difícil viver em um país onde não se pode confiar em sua imprensa.

Falar o que? É repudioso! Pois, o texto e os co...

Elson Ferreira de Sousa ()

Falar o que? É repudioso! Pois, o texto e os comentários sobre o mesmo, por si só, demonstra que acima dos Poderes da República, está o "PODER MINISTERIAL". O que eles gostam é de PODER. Tanto, que querem agora, o PODER INVESTIGATÓRIO, que segundo a CF/88 é próprio da polícia judiciária. E aqui, é bom que se esclareça, que respeitamos os que entendem contrariamente. Por fim, só faltam querer o PODER DIVINO, porque certeza que eles são Deuses, há isso eles têm, já que fazem de tudo para decidir o destino de algumas pessoas. É preciso que eles entendam e cumpram as suas funções institucionais, porque assim, contribuiriam em muito para um Brasil melhor, inclusive a Corregedoria do MP.

Porr...! Já chega do abuso!!! O Brasil precisa ...

Felipe Luiz Costa (Advogado Assalariado)

Porr...! Já chega do abuso!!! O Brasil precisa de Advogados, assim entendidos, aqueles que defendem o ideal de justiça, não importando o título, seja de juiz, promotor, procurador, etc. Nós precisamos defender a LEI e só. Onde está a dita corregedoria do MPF, que NUNCA condenou um só de seus membros? Assim como vários de meus colegas aqui deste forum, conheço juízes, promotores, procuradores, advogados probos, MAS por incrível que pareça o Brasil é dominado pela minoria, essa corja, da qual fazem parte os citados membros do MPF, está destruindo este País. O pior é ouvir um amigo, Procurador da República, dizer que sabe que existem abusos, mas não pode fazer nada, que não é de sua alçada e continuar sua vida... Mas que mer... Como esse meu amigo olha para seus filhos? E se seus filhos optarem por serem assessores da Presidência e sofrerem uma ILEGAL perseguição? Eu disse a ele, assim como eu, vc. e todos os nossos colegas precisamos dar um basta, nós ainda não atingimos o fundo do poço... Por final, leiam este inteligente artigo:http://www.migalhas.com.br/mostra_noticia_articuladas.aspx?cod=8103

Agora, para esquentar os debates, nós temos aqu...

LUÍS  (Advogado Sócio de Escritório)

Agora, para esquentar os debates, nós temos aqui não apenas o Sunda mas também o anti Sunda. Quero dizer ao "anti" Sunda que eu sou um cara que não falo apenas não, eu também represento, como o faz o Eduardo Jorge. Quero dizer também que não sou o Sunda, mas muito enaltece ter um cara como ele neste forum, já que seus comentários são muito inteligentes e sérios. Pessoalmente, sou contra o anonimato. Mas entendo que cada um deve possuir suas razões, afinal, a 15 anos atrás, fui perseguido por uma juíza, e tive muitos prejuízos pessoais como o Eduardo Jorge, mas não tomei juízo, e continuo dando as caras. Mas uma coisa é certa. O anti sunda não possui moral para criticar o Sunda no aspecto, já que também é anônimo, provavelmente um membro do MP. Mas tudo bem, sejamos democráticos. Vamos ao debate!

Ôh Manuel Sabino, será que você não sabe fazer ...

José Antônio Silva ()

Ôh Manuel Sabino, será que você não sabe fazer e não faz mais nada na vida a não ser defender de forma grotesca o MP? Fala sério rapaz, suas insistentes colocações passionais, de motivações inconfessáveis, já ultrapassaram em muito as raias do ridículo. Vaaaaaaaaaaaaaaaaa ver se estou na esquina e não volte mais, acanhe-se.

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