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Caso Banestado

Paraguaio denunciado por evasão de divisas é preso em Asunción

O paraguaio Eduardo Daniel Friedman Sborowsky, denunciado por evasão de divisas pela força-tarefa CC5 do Ministério Público Federal no ano passado, foi preso no dia 10 de março, em Asunción, Paraguai, por agentes da Interpol (Polícia Internacional). Esta é a primeira prisão no exterior, à pedido do MPF, no caso Banestado. Os procuradores da República da Força-Tarefa CC5 esperam que os outros mandados de prisão expedidos também sejam cumpridos.

O pedido de prisão de Sborowsky, feito pelo MPF em denúncia no dia 1º de agosto de 2003, foi acatado pela 2ª Vara Criminal Federal em Curitiba em fevereiro deste ano. Na mesma denúncia foram acusadas outras 193 pessoas.

De acordo com o Ministério Público Federal, Sborowsky e outros sete ex-diretores e gerentes do Banco Plus, abriram contas em nomes de laranjas na agência do Banestado em Nova York, entre 1996 e 1997. Nas inúmeras operações realizadas durante este período, o grupo enviou ilegalmente ao exterior, por meio de contas CC5, US$ 140 milhões.

Sborowsky que era gerente na agência da Cidade de Leste à época dos fatos, poderá ser extraditado ao Brasil. A tramitação ainda deve demorar cerca de 40 dias.

Denunciados do Banco Plus

Belarmino Fernández Lorences - espanhol, ex-diretor-presidente e fundador do Banco Plus

Aurélio Gonzales Villarejo - espanhol, ex-vice-presidente e fundador do Banco Plus

José Alamo Ramirez - espanhol, ex-diretor geral do Banco Plus

José Omella Conchello - paraguaio, ex-diretor do Banco Plus

Reginaldo Ribeiro de Azevedo - brasileiro - ex-gerente do Banco Plus em Asunción

Oscar Alberto Franco Alcaraz - paraguaio, ex-gerente do Banco Plus

Juan Carlos Domingo Prono Toñanez - paraguaio, ex-gerente do Banco Plus. (MPF)

Revista Consultor Jurídico, 15 de março de 2004, 19h30

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