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Carência afetiva

Pai tem de pagar indenização por abandono de filha

Comentários de leitores

7 comentários

Gostaria de informaçoes sobre um bom advoga...

paula (Comerciante)

Gostaria de informaçoes sobre um bom advogado nessa area , na regiao de Sao Paulo ou Espirito Santo , tenho o mesmo caso , mas com o agravante de meu pai nunca ter pago pensao em toda minha vida , ou ao menos ter mandado um cartao de natal , o detalhe é que fui registrada em cartorio , meu pai e minha mae casados no civil e religioso, e ele ser (descobri ha 2 anos atras) o diretor de uma importante multinacional .Nunca pagou pensao ou ao menos telefonou para saber se precisei de alguma coisa , o detalhe é que o meu "pai" mudou de nome.......usa o nome de outra pessoa agora..... entao nem teria direito nenhum como filha apos a morte dele , já que ele assumiu a identidade de outra pessoa......nao sei se para esse caso eu precisaria de um advogado da vara de familia ou criminalista?Voces poderiam me indicar algum bom advogado?

Vou ousar em demonstrar o inconformismo da resp...

Katia Regina ()

Vou ousar em demonstrar o inconformismo da respeitável sentença prolatada. Penso que uma coisa é certa, com a condenação do pai a afetividade entre pai e filho jamais será recuperada. Além disto, com o final de um relacionamento, na maioria dos casos e não em todos, há o uso da criança como forma de atingir o outro. Um impede a visita, o outro não paga pensão, aquele que ostenta sentimento frustrado coloca a criança como um "espião" do outro, entre outras discordias que existem e que presencio diariamente no escritorio. Quando isto acontece, a tendência natural para não haver desavenças é o afastamento daquele prejudicado. Com o distanciamento, sempre vai haver motivos para o pedido de abandono afetivo do menor. Acredito no abalrroamento de ações neste sentido acarretando na chamada "fabrica de dano moral", pois todos os dissabores enfrentado pelos pais, será motivo de ingressar com o mencionado pedido.

Creio inadmissível o desamparo de uma menor. F...

Wagner (Advogado Assalariado)

Creio inadmissível o desamparo de uma menor. Fico imaginando em tese, a situação de um pai, que não vê a menor de sua mãe que detém a guarda, e que abusivamente o impede até mesmo de telefonar para a sua querida filha ou filho! Tal situação em tese, imaginem se não seria desesperadora, certamente mereceria não somente uma reprimenda financeira, mas sim, uma inversão de guarda! Fico imaginando o número de pais, que ligam marcando visita e não encontram o filho ou filha, porque na última hora resolveram dar um passeio, Fico imaginando as situações que dispensam registro em Delegacia, porque o não respeito à visitação é fato atípico e não pode observar registro em Delegac ia, na prática. A LEGISLAÇÃO BRASILEIRA NÃO RECONHECE A IGUALDADE AO CASAL? OU A JUSTIÇA A NEGA? Fico imaginando, as centenas de pais cujos direitos de visitas foram negados, mesmo estando assegurado por lei ou por contrato entre ambos.E que mesmo assim, não tem direitode visita reconhecido por lei, porque são pais e não mães....Fico imaginando ´que o princípio da igualdade exista em nosso Pais, onde filhos e filhas não estão obrigados a assistirem cenas de violência, praticados pela mãe com terceiros, e que tais cenas de violência não precisariam de um princípio de prova, onde as partes que sabem de tais eventos, não precisassem se esconder sob o medo, o medo do que mais possa se esconder por trás de tanta maldade!!!! Fico imaginando os milhares de pais que não tem direito de rever uma pensão, ou que não a pagam por desemprego, mas mesmo assim, as mães são aquinhoadas, TRABALHANDO com BENESSES MAIORES QUE AQUELAS QUE O GENITOR PODE DAR. FICO IMAGINANDO SE OS DIREITOS SÃO REALMENTE IGUAIS ENTRE HOMENS E MULHERES, FICO IMAGINANDO TAMBÉM,A SITUAÇÃO DAQUELE PAI, QUE NÃO VÊ A MENOR, E QUE A MENOR SOFRE PROCESSO DE VERDADEIRA LAVAGEM CEREEBRAL (REVERSÍVEL ), FIco imaginando a situação das menores que os pais, nem mesmo se interessem em vê-las.Fico imaginando aquelas menroes que são aquinhoadas com MILHÕES DE REAIS, MAS NENHUM NACO DE AMOR, E QUE SE TRANSFORMAL EM "MEL", Presas do Trãfico, Vítimas da facilidade. Fico imaginando aquela máxima segunda a qual, D~e tudo o que o seu filho pedir ...ACHO QUE DINHEIRO NÃO IRÁ REPOR A PERDA DESTA FILHA...ACHO QUE NENHUM DINHEIRO DO MUNDO PODERÁ REPOR O AMOR QUE FOI ROUBADO A ESTA FILHA. ... PIOR AINDA, É A QUANTIDADE DE PAIS, CUJA EXISTÊNCIA FOI ROUBADA E MESMO ASSIM, A JUSTIÇA SE MANTÉM FRIA, SILENTE E CEGA....

Excelentíssimo Dr Juiz Mário juiz Mario Romano ...

Duarte Gonçalves da Silva ()

Excelentíssimo Dr Juiz Mário juiz Mario Romano Maggioni, da comarca de Capão da Canoa (RS). Não posso deixar de expressar minhas congratulações pelo seu posicionamento em relevante questão que é a chamada paternidade real. Mais uma vez temos que trazer à tona o fato de que os filhos nunca poderão pagar o preço de uma separação. É um dever tanto do pai quanto da mãe manterem a relação afetiva com os filhos. É isso, que promoverá e fará com que a criança sinta-se um ser humano importante e com raízes paternas e maternas. Que este exemplo do poder judiciário se torne uma jurisprudências para outros julgamentos.

Senhores, Estamos diante da constante evoluçã...

Raphael Barcelos (Advogado Autônomo - Civil)

Senhores, Estamos diante da constante evolução do direito. Os pilares da ética e da boa-fé, condutores de nossa sociedade, são exaltados pela corretíssima decisão proferida. Demonstra-se com esta que não basta o "comparecimento pecuniário" para que se considere suprido a ausência do Pai. A falta dos valores morais e do afeto paterno, qualidades formadoras do carater de uma criança, são tão mais prejudiciais de que a falta de valores.

Prezados internautas e demais autoridades, não ...

Roberto ()

Prezados internautas e demais autoridades, não foi possível deixar q esta matéria por mim não fosse comentada. Estou passando por situação igualzinha a esta. Estou à dois anos lutando na justiça Aqui do Rio Grande do Norte,pela guarda de minhas duas filhas,Comprovei todas incapacidade da genitora das mesmas,e até o momento a juiza tem ignorado as minhas apelações em benefícios de minhas duas filhas.Esta pessoa esmola com as crianças, brica em praças públicas com pessoasa em luta corporal na frente das crianças,vivi constantimente em delegacias,na audiencia saiu para descutir com minhas testemunhas na frente da juiza.E nada me dar o direito aguarda de minhas filhas. Quero saber que tipo de pena esta mulher pode ser penalizada? Qd ela mesma proibe da minha pessoa ver e pegar as crianças conforme mandado judicial. Vi q o pai agará indenizações por abandono da filha.A mãe deverá tambem pagar pena por obstruir determinação judicial er desobediência aa leis. é preciso eu recorrer aq justiça para ver minhas filhas,e a justiça determina mesmo assim ela desobedeci; eu por minha vez,vou a delegaia faço um T.C.O,levo para o juizado especial uma cópia e a outra é entregue a juiza confirmando a desobediência, e tudo continua do mesmo jeito, e tem mais de conciliaqção as conciliaqdoraqs me falaram q ela não estava comentendo nenhum crime. Apresentei a determinação da juiza qt ao meu direito de visitas e nada disso valeu apena. Estou decepcionado com tais atitudes,desses q se dizem defensores dos direitos desses inocentes. Os valores da pensão não se sabe o que é feito por elas,(mães) muitas vezes tomas cachaças com dinheiro da pensão e provamos diante da justiça e nada é feito para punir essas irresponsáveis.Sou um cidadão de índoli, caráter e personalidade inabalável, e me vejo em uma situação constrangedora e vergonhosa por falta de bom censo de algumas autoridades q deveriam tomar certas decisões, não por ela ser mãe e sim pela capacidade de educar seus filhos. Perdão se feri alguem mais é o q estou sentindo no momento. Fica o meu aoelo:Caso alguem ou autoridade queira tomar conhecdimento do meu caso e me ajudar fico muito agradecido. 84 9412 7475 Roberto.

Excelente, arrepiante. A paternidade/maternidad...

Maria Lima (Advogado Autônomo)

Excelente, arrepiante. A paternidade/maternidade irresponsáveis é o maior flagelo social existente no Brasil. Erigir o abandono afetivo a dano moral indenizável pode tornar os pais mais presentes - um julgado desse teor, pelo caráter "didático" (à falta de expressão melhor) que inegavelmente possui, alegrou meu final de semana. Oxalá o Dr. Mario Romano Maggioni seja seguido por todos os juízes que julgarem casos semelhantes. Em pouco tempo, por vias reflexas, o devedor da pensão alimentícia não poderá alegar dificuldade em pagar, em razão de ter "outros filhos, de outros relacionamentos"; ou, esse argumento perderá a importância que, lamentavelmente, ainda tem. Maria

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