Consultor Jurídico

Comentários de leitores

8 comentários

acabei esquecendo meu e-mail é edubinotto@terra...

binotto (Outros)

acabei esquecendo meu e-mail é edubinotto@terra.com.br Não esquecendo eram 30 funcionários fora os indiretos e tudo mais

e meu caso ainda que por uma restrição em meu n...

binotto (Outros)

e meu caso ainda que por uma restrição em meu nome (física) por um banco forte, quer dizer fortíssimo em base em um contrato falso,levou a minha empresa ao encerramento das atividades (jurídica), pois todos sabem uma pessoa com o nome "sujo" não compra mais nem na farmácia, sendo esse o meu caso.Quem quer opinar mande e-mail, pois só quero ver o que aconteçerá pois perdi a empresa que faturava mais de um milhão ano já se faz 4 anos da restrição, pareçe que por esses dias depois da sentença retiram-a, mas agora até poderiam deixar pois meus constrangimentos todos possíveis foram passados, e ainda minha empresa não existe mais tudo foi a leilão avaliada em apenas 1.600.000,00, e perdi carros, casas, apartamentos para apenas ir me livrando das dívidas maiores e piores INSS é o caso. Alguém me console com algo.Quase tudo acabou menos a vida é o meu consolo.Quando devem me pagar minhas dívidas na cidade (físicas e jurídicas) ultrapassam 1 milhão.E o banco faturamneto líquido no ano em 1.bilhão e 600 mil coisa boa né e eu zerinho.o que acham do estado juiz como dizem o que deverá fazer.

Lamentavel que ainda existam juizes medrosos a ...

Adilson Pereira ()

Lamentavel que ainda existam juizes medrosos a ponto de mesmo podendo e devendo dar uma justa puniçao menospreza o direito e o respeito ao cidadao com uma sentença pifia e covarde dessas . Se a puniçao deve ser instrumento a demover os infratores a repetir o erro o que dizer dessa de tao somente vinte mil reais ? o que ela influenciara do balancete dessa potencia financeiras ? ridiculo e triste . ps. E porque o consultori juridico nao coloca o nome do banco em sua reportagem?

Os bancos lucram enormemente neste Pais. O BACE...

Marco Aurélio Moreira Bortowski ()

Os bancos lucram enormemente neste Pais. O BACEM não é uma autarquia a serviço da população, mas a serviço das instituições financeiras. Acessem ao Site do BACEM e verifiquem o lucro dos bancos apenas com a cobrança de tarifa de manutenção das contas correntes. É de dar inveja a qualquer empresário pelo lucro. Os serviços prestados, a meu juízo, sempre péssimos. A indenização, no caso concreto, é um nada. Triste mesmo. No mínimo, a indenização deveria ser fixada em R$300.000,00, com a aplicação dos enunciados nº43 e 54 do STJ. Mas , o próprio STJ é primeiro a modificar indenizações maiores. Trinta mil reais para o Banco, não é nada... Precisamos de juízes mais vividos e menos comprometidos com os seus próprios medos e receios. Se é certo que a indenização não pode ter o condão de levar ao enriquecimento indevido , ela tem que funcionar com pena aflitiva, para que o infrator não pratique mais atos dessa natureza. a) Marco Aurélio Moreira Bortowski

A única coisa errada, na minha modesta opinião,...

Sérgio Niemeyer (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

A única coisa errada, na minha modesta opinião, no caso acima narrado, é o valor da indenização. Os bancos têm sido sistematicamente condenados a pagar indenizações entre R$ 5 mil e R$ 50 mil, por fatos quejandos e parece que não se incomodam com isso. Primeiro recorrem até o STJ que, indecentemente, ignora sua própria Súmula n. 7 para reduzir as indenizações. Segundo, não se empenham (os bancos) em melhorar seus serviços e o relacionamento que mantêm com os clientes para não expô-los indevidamente às agruras do vilipêndio moral decorrente das inscrições indevidas nos cadastros de mau pagadores. O dia que a indenização deixar de ser de míseros R$ 20 mil e passar a ser de R$ 2 milhões, o banco não ficará mais pobre por isso, nem o acionista ficará insatisfeito com o lucro final que deixando de ser de R 1 bilhão passa a R$ 998 milhões, pois a ordem de grandeza desse resultado continua sendo absolutamente fabulosa. Mas certamente o banco adotará providências e será mais diligente ao lidar com o cliente. E este, com certeza dará a esses recursos um destino muito mais eficaz e contributivo, no sentido do cumprimento da função social do dinheiro, do que o banco o faria. Pois quem quer que receba essa quantia indenizatória aplicará os recursos, consumirá produtos, investirá em algum negócio produtivo gerando empregos. Já se eles permanecerem nos bancos, de lá só saem para algum paraíso fiscal ou se alguém sujeitar-se a pagar taxas de juros verdadeiramente onzenárias, pois a agiotagem oficial está institucionalizada no Brasil deste que o STF, cedendo aos argumentos "ad terrorem" e à pressão do governo e dos grupos de interesse, editou a famigerada e imoral Súmula n. 596, arrostando o princípio basilar das sociedades modernas: a isonomia. Portanto, como sou favorável às indenizações que permitam ao ofendido desfrutar do único sentimento que se contrapões à dor moral, tal o prazer, que pode muito bem ser alcançado por meio do dinheiro, entendo que indenizações módicas agravam o dano moral do ofendido. Por isso, sufrago as indenizações verdadeiramente satisfativas, de elevada monta, capazes de ferir, efetivamente, o patrimônio do ofensor. No caso sobre tablado R$ 20 mil não é nada. Deveria ser no mínimo R$ 200 mil. (a) Sérgio Niemeyer

É notório em nosso país a forma como os Bancos ...

Danilo Galvão Martiniano Lins Filho (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

É notório em nosso país a forma como os Bancos e Instituições Financeiras procedem: sem qualquer respeito ao cliente ou ao cidadão, cobrando taxas de juros altíssimas e absolutamente descabidas a uma relação jurídica equilibrada, desrespeitando os termos da lei e praticamente obrigando o cliente necessitado a assinar contrato deslavadamente ilegal, com taxas abusivas e inconstitucionais. Cabe ao Poder Judiciário inibir essas condutas perante o consumidor e cidadão, através de uma forte repreensão ao Bancos que, na grande maioria dos casos, agem sem qualquer escrúpulo. E é justamente por meio das indenizações que advém a punição. Portanto, devem agir os Julgadores, de forma justa e para que iniba e repreenda os "Leões" a não praticarem tais "comilanças ilegais", condenando-os a arcarem com os prejuízos materiais e os danos morais advindos de suas condutas. Para isso, no entanto, deve o Judiciário obrigá-los a pagarem indenizações de caráter punitivo - justo -, senão o que veremos é cada dia mais arbítrios bancários sendo cometidos sem que tenham eles - os "Leões" - qualquer prejuízo ou efetiva punição, em detrimento absoluto da população necessitada - as "ovelhas" -;

Todos sabemos como os bancos procedem. Nos c...

Marcelo Miguel ()

Todos sabemos como os bancos procedem. Nos comerciais de tv eles fazem de tudo para mostrar que você é importante e que não importa se tem muito ou pouco dinheiro, afinal todos somos seres humanos, dignos de total respeito...será? Os bancos não estão nem aí, o que eles querem é o seu dinheiro. Muito ou pouco? Não interessa, eles cobram de todos e não sei porque eles puxam tanto o saco de quem tem muito dinheiro pois quem dá mais lucro são aqueles que menos tem, pagando taxas disso e daquilo, o que representa de 20 a 30% de seu lucro. Colocam o nome do SERASA e a pessao tem que penar, entrar na Justiça pra depois ganhar uma micharia de indenização. A condenação tem de ser maior, bem maior, pois assim quem sabe eles respeitem mais seus clientes. Você é especial pra eles, aliás, você já usou alguma vez o banheiro em um Banco quando teve vontade de fazer suas necessidades fisiológicas? Já sentiu aquela sede depois de 1 hoa na fila?Como é que ficou? Atenciosamente, triunfo@mail.pt

Acho mais do que certo, deveria ser bem mais ca...

Rodrigo Dinardi Ferreira ()

Acho mais do que certo, deveria ser bem mais caro essa indenização, acho isso ridiculo, o que o banco faz com seus clientes, não tem um pingo de respeito com eles ... sds Rodrigo

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