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Dissídio coletivo

Empregados da Ceagesp não fecham acordo no TRT-SP

Patrões e trabalhadores da Ceagesp -- Compahia de Entrepostos e Armazéns Gerais do Estado de São Paulo -- não conseguiram acordo na audiência de conciliação feita nesta terça-feira (27/7). A audiência tratou do dissídio coletivo de greve da categoria.

O juiz do TRT paulista, João Carlos de Araújo, propôs reajuste salarial de 4,98%, índice INPC/IBGE, sobre valores praticados em 31 de maio de 2004, além do pagamento dos dias parados. Araújo propôs ainda estabilidade de 90 dias, por se tratar de dissídio de data base.

Sem acordo, o dissídio vai a julgamento, já marcado para 3 de agosto de 2004, à partir das 12h.

Outras categorias

Os trabalhadores em estabelecimentos de serviços de saúde de Santos e região também não conseguiram acordo. Os representantes patronais não aceitaram a proposta de reajuste do TRT de 17,51%, índice INPC/IBGE, sobre os valores praticados em 30 de setembro de 2003.

No ramo da construção civil, patrões e empregados da região de Itapevi, São Paulo, não obtiveram êxito na Justiça. As partes não aceitaram a proposta conciliatória do tribunal -- reajuste salarial de 5,60%, índice INPC/IBGE, sobre valores praticados em 30 de abril de 2004 ou aplicação das convenções coletivas idênticas firmadas pelos sindicatos profissionais de Santo André e de São Bernardo do Campo, com o Sinduscon.

Os desacordos entre empregado e empregador no TRT-SP não pararam por aí. Os funcionários do Jockey Club de São Paulo e seus supervisores não aceitaram a proposta de reajuste salarial do TRT -- 6,62%, índice INPC/IBGE, sobre os valores praticados em 31 de março de 2004.

Revista Consultor Jurídico, 27 de julho de 2004, 19h52

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