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Comentários de leitores

9 comentários

Poderíamos presenciar um possível novo delito a...

José Fernando Marques Muniz Santos ()

Poderíamos presenciar um possível novo delito ao termos uma criança, ou adolescente, atentado pelo motivo assustador que é ter uma mãe assassinada pelo próprio marido, posteriormente vingar-se contra o seu genitor, utilizando-se da vingança privada. Sem dúvida alguma e indiscutível tal questão, este indivíduo não apresenta sequer condições para continuar a estabelecer vínculo com o filho ou com qualquer ente da sociedade em geral, não há discernimento possível para a situação, não há direito positivado ou natural no mundo que trará a vida novamente. Deveria, sem sombra de dúvidas, a Corte norte-america, condená-lo a uma pena de morte. Sinceros comentários de indignação!

Somente o fato de ter a mãe assassinada pelo p...

Edvagner Marcos da Silva ()

Somente o fato de ter a mãe assassinada pelo pai, já se torna motivo suficiente para que o filho nunca mais queira ter uma relação com um sujeito desses. Devíamos zelar sim pelo perdão em qualquer caso, como ensinou nossos princípios cristãos, mas na prática, em um caso como esse, o perdão se torna quase impossível. A corte americana deveria acatar o pedido do menor e tirar o pátrio poder do assassino, isso pelo menos diminuiria a dor do menor. Edvagner Marcos

cadê os comentários?

Maria Lima Maciel (Advogado Autônomo)

cadê os comentários?

Se eu fosse filha de um homem que tirou a vida...

Flavia Pimenta (Advogado Autônomo)

Se eu fosse filha de um homem que tirou a vida de minha mãe,independente de qualquer motivo que possa ser visto como "justificador"(acredito até que nada justifique).Teria que repensar a minha relação com meu pai.E muito provavelmente nunca mais seria a mesma.

Pedindo vênia à douta advogada cuja opinião exp...

Marcelo Passos ()

Pedindo vênia à douta advogada cuja opinião expressada nas linhas acima causou-me arrepios, não vejo como possa ser salutar à psique do menor a convivência com aquele genitor que tirou a vida de sua mãe de maneira tão brutal. Desafortunado, no meu pobre entendimento seria o menor, orfão de pai vivo e mãe falecida, nunca o homicida qualificado. Quiça proteja o SENHOR a família dos ditos defensores dos direitos humanos para que nunca recaiam sobre seus entes a desgraça de crimes como o sequestro, o estupro e o homicídio. Antes talvez um pequeno estágio na Vara de Execuções Penais ou em presídios de segurança máxima. Até em Direito de Família os americanos estão mais avançados que nós, os latinos.

Na minha opinião, tendo por base a razoabilidad...

Leonardo Fontes (Estudante de Direito)

Na minha opinião, tendo por base a razoabilidade 'in casu', o pai deverá perder o poder de família sobre o seu filho, uma vez que encontra-se cumprindo pena, não tendo como disponibilizar à criança as condições essencias de carinho, afeto, educação etc. O ECA é bem claro a respeito dos direitos da criança e do adolescente, que possuem prioridade absoluta, ou seja, não seria plausível, após a saída do apenado, retirar a criança dos seus tutores, posto que a mesma já está devidamente adaptada ao convívio o qual está se submetendo. Ademais, vejam que se trata da própria criança, através de seus tutores, quem está fazendo o pedido.

Nessa, nosso ordenamento jurídico dá de dez a z...

Maria Lima Maciel (Advogado Autônomo)

Nessa, nosso ordenamento jurídico dá de dez a zero: o que interessa é a relação do PAI, COM O FILHO. Nem sempre quem matou o companheiro é mau pai, ou mãe. É preciso ver os motivos do crime, o quanto seria humano - ou, pelo menos, jurídico - exigir outra conduta do (da) homicida. A relação entre pais e filhos é, no mais das vezes, difícil. Perder o pátrio poder, em razão de crime praticado contra outrem, seria exacerbar a pena, aumentar o sofrimento do infortunado agente do crime. No Brasil, quanto à guarda de filhos, o menor, desde que tenha 12 anos ou mais, pode e deve opinar, ser ouvido em juízo. Não quer dizer que decidirá a causa, mas, o juiz de família vai ponderar suas razões, o valor que ela possam ter. A vontade unilateral não pode ser a causa da decisão. Não temos nada a aprender com os States, em matéria de direito de familia - felizmente. Maria Lima

Fica difícil expressar opinião a respeito de um...

Luiz Augusto (Estagiário - Trabalhista)

Fica difícil expressar opinião a respeito de um crime tão barbaro e pensar que nos dias de hoje não respeita-se mais a família e os conjugês . A situção é dramática , esse cidadão deveria ficar os 30 anos que ´são possíveis no direito patrio.

Fica difícil expressar opinião a respeito de um...

Luiz Augusto (Estagiário - Trabalhista)

Fica difícil expressar opinião a respeito de um crime tão barbaro e pensar que nos dias de hoje não respeita-se mais a família e os conjugês . A situção é dramática , esse cidadão deveria ficar os 30 anos que ´são possíveis no direito patrio.

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