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Longe do volante

Caminhoneiros decidem parar atividades para pressionar governo

Os caminhoneiros autônomos vão paralisar suas atividades por 72 horas a partir da próxima segunda-feira (29/7). A decisão foi tomada nesta quinta-feira (22/7), em Assembléia feita pela Associação Brasileira de Caminhoneiros (Abcam), com a participação de representantes da categoria em várias regiões do país.

Segundo o site Canal do Transporte, a Abcam possui mais de 35 entidades filiadas, entre federações, sindicatos e associações da categoria, que abrigam 100 mil caminhoneiros.

O presidente da entidade, José da Fonseca Lopes, afirmou que a paralisação tem como objetivo conseguir do governo a aplicação dos recursos da Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico), o imposto sobre combustível, na recuperação da malha rodoviária federal.

Segundo Fonseca, desde o início do governo Lula, a Cide já arrecadou cerca de R$ 11 bilhões, mas os recursos estão sendo utilizados no pagamento de contas atrasadas de empreiteiras, salários de funcionários e despesas de ministérios que nada têm a ver com transporte.

De acordo com a entidade, as péssimas condições da malha rodoviária federal são responsáveis por 60 mil mortes por ano e aumentam os custos de operação dos veículos, em função de danos em seus componentes, como molas, balancins, pneus, eixos, rodas e outros equipamentos. Além de implicar em consumo maior de óleo diesel.

Revista Consultor Jurídico, 22 de julho de 2004, 16h34

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