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Caso Parmalat

Justiça proíbe venda de ativos da Parmalat no Brasil

O banco japonês Sumitomo Mitsui conseguiu uma ordem judicial na sexta-feira (16/1), em São Paulo, para proibir a venda de ativos da unidade brasileira da Parmalat. O objetivo é evitar o envio de recursos ao exterior para assim possibilitar o pagamento da dívida da matriz do grupo de alimentos.

A Parmalat Brasil informou que ainda não foi notificada da decisão judicial.

O gerente-geral do departamento jurídico do Banco Sumitomo Mitsui Brasileiro, Claudio Grimaldi, afirmou que "a instituição é credora da Parmalat e que a ordem judicial busca garantir que a companhia continue operacional. A idéia é prevenir a venda de ativos da companhia e que o dinheiro seja remetido para o exterior", explicou.

A subsidiária brasileira da Parmalat, segunda maior compradora de leite do País, atravessa problemas em seu caixa desde a concordata de sua controladora italiana em dezembro, após a revelação de um buraco multibilionário no balanço do grupo.

O Banco Itaú divulgou em comunicado na segunda-feira, revelando que os cotistas do Parmalat Fundo de Investimento em Direitos Creditórios aprovaram, por unanimidade, o resgate antecipado das cotas sêniores, no valor total de R$ 113 milhões.

A unidade brasileira informou na sexta-feira que pagou 25,4 milhões de reais em dívida vencida com produtores de leite. Mas em um sinal de tempos difíceis, a companhia devolveu na semana passada uma fábrica processadora de tomate comprada da Unilever em novembro devido à "situação especial que se encontra a companhia". (Espaço Vital)

Revista Consultor Jurídico, 20 de janeiro de 2004, 11h14

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