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Caminho Legal

Caminho Legal reduz valor de anuidade para assinantes

O valor da anuidade do informativo eletrônico Caminho Legal caiu de R$ 1.200 para R$ 399. O preço será mantido até o final de março de 2004, de acordo com material de divulgação enviado à redação da revista Consultor Jurídico.

Criado em novembro de 2002, o informativo tem toda a legislação tributária federal, estadual e municipal, bem como trabalhista, societária e previdenciária, até 48 horas depois da sua publicação oficial, segundo material de divulgação. Os textos ficam arquivados no computador do usuário, que pode consultar as legislações anteriores através de um mecanismo de busca. A atualização é feita pela Internet.

O sistema tem ainda uma "Agenda Prática Tributária", com as datas dos recolhimentos de impostos e um resumo das leis publicadas nos últimos 15 dias. "Trata-se não somente de incluir mais uma ferramenta virtual de trabalho, mas de otimizar tempo e espaço físico", diz Almir Ramos da Silva, um dos sócios do Caminho Legal. Para outras informações, basta acessar o site www.caminho.com.br ou telefonar (11) 3865-8211. (Estúdio de Comunicação)

Revista Consultor Jurídico, 16 de janeiro de 2004, 15h00

Comentários de leitores

4 comentários

Prezados leitores do Consultor Jurídico, Não...

Bibiana Riedhorst ()

Prezados leitores do Consultor Jurídico, Não pretendemos polemizar esse assunto. Acreditamos que a redução da anuidade do Caminho Legal já foi esclarecida em nota abaixo e garantimos que os consumidores só têm a ganhar com essa promoção. Atenciosamente, Bibiana Riedhorst Diretora do Estúdio de Comunicação Assessoria de Imprensa do Caminho Legal

Senhor Almir Ramos da Silva Mantenho tudo o ...

Eduardo Câmara ()

Senhor Almir Ramos da Silva Mantenho tudo o que eu disse e gravidade mesmo só existe nessa brutal redução de preços. Fique sabendo fosse eu assinante , iria buscar na Justiça o que paguei a mais e foi ótima essa divulgação. Leviandade é sua e da sua Empresa porque imagine se qualquer Órgão de Imprensa sério como a revista VEJA "erraria" tanto no preço inicial para dar um desconto desse tamanho. Não se faça de santo e de "ofendido", porque o Brasil já tem muitos hipócritas.

Nota de esclarecimento O boletim informativo...

Almir Ramos da Silva ()

Nota de esclarecimento O boletim informativo Caminho Legal foi criado em outubro de 2001, fruto da percepção de pessoas interessadas em oferecer informação de qualidade com rapidez e a baixo custo. Empresários, escritórios de contabilidade e de advocacia vêm, nesse período, usufruindo do trabalho de uma equipe de profissionais dedicada e atenta, que pesquisa diariamente toda a legislação tributária, societária, trabalhista e previdenciária, comenta-a para facilitar sua compreensão e o faz em tempo inferior a qualquer outro serviço similar. Para cumprir esse papel, foram vultuosos os investimentos em tecnologia, softwares, pesquisa de fontes de informação e recrutamento, seleção e treinamento de pessoal. O índice de satisfação de seus clientes é de praticamente 100 %, o que se mede pela renovação anual de assinaturas. O preço do Caminho Legal, desde o seu lançamento, é inferior ao da concorrência. Mas o produto ainda não é conhecido do grande público. Por isso, como estratégia mercadológica, legítima, optou-se por uma redução de preços visando a oferecer a um público maior as vantagens de valer-se do Caminho Legal como fonte de informação. Evidentemente, o consumidor é o maior beneficiário desse tipo de estratégia. Beneficia-se do preço mais baixo. E beneficia-se por ter uma opção a mais em um mercado praticamente monopolizado por empresa multinacional. Assim, o comentário divulgado nesse site de que os assinantes estariam sendo “assaltados” é mais do que injusto. Esbarra na leviandade ou no interesse comercial escuso e atinge diretamente a honra dos profissionais que labutam diariamente, e com enormes dificuldades, para cumprir a missão de oferecer a melhor informação aos seus assinantes. Mais grave ainda que tal opinião seja emitida por alguém que se diz advogado, e que por isso mesmo teria a obrigação ética de assegurar a dignidade de sua profissão. Em nome dessa honra, e da honra da própria profissão de advogado, redigimos essa nota de esclarecimento. Grupo Caminho

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