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A vez de Pitta

Ex-prefeito Celso Pitta é investigado por autoridades suíças

Depois de o Tribunal Federal de Justiça da Suíça rejeitar recurso do ex-prefeito paulistano Paulo Maluf -- que visava impedir o envio de extratos bancários de uma conta sua no Citibank de Genebra às autoridades brasileiras -- os holofotes agora miram em direção de seu sucessor, Celso Pitta.

Em notícia publicada, nesta quinta-feira (26/2), no site Swissinfo, o porta-voz do Ofício Federal de Justiça, Folco Galli, afirma: "o Ofício Federal de Justiça, entidade suíça responsável por receber e enviar a documentação do exterior em possíveis casos de corrupção, entregou em 8 de dezembro uma série de documentos bancários relacionados com o caso Celso Pitta para a Embaixada do Brasil em Berna".

A notícia dá conta de que, segundo as investigações suíças neste caso, o circuito bancário de Genebra teria sido usado para ocultar US$ 1 milhão, originados de corrupção cometida por Pitta durante o exercício de seu mandato. Dos alpes, esse montante teria sido transferido para um paraíso fiscal ainda não conhecido.

Os suíços teriam encontrado uma série de informações, delegado à Justiça de Genebra o trabalho de investigação, preparado um "dossiê Pitta" e enviado às autoridades brasileiras em Berna no final do ano passado.

O site lembra, ainda, que Pitta não é o primeiro brasileiro envolvido em escândalos desse tipo. E descreve o caso Paulo Maluf e a recente decisão do tribunal suíço.

De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, desta quinta-feira (26/2), a assessoria de imprensa de Pitta informou que nunca teve contas na Suíça.

Revista Consultor Jurídico, 26 de fevereiro de 2004, 13h50

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