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Caso Parmalat

Tuma quer informações sobre acusações contra Parmalat

O escândalo financeiro envolvendo a Parmalat na Itália será investigado também no Congresso brasileiro. O senador Romeu Tuma (PFL-SP) apresentou requerimento para que o Ministério da Fazenda dê informações acerca dos valores enviados pela Parmalat do Brasil para o exterior entre 1997 e 2003.

O requerimento deve ser analisado na primeira reunião deste ano convocada pelo presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito do Banestado, senador Antero Paes de Barros (PSDB-MT). A reunião deverá ocorrer na segunda quinzena de fevereiro.

Segundo Tuma, as fraudes contábeis da Parmalat na Itália tiveram repercussões no Brasil. "É fundamental que os procedimentos contábeis e as atividades financeiras da empresa sejam examinados para verificar se não implicaram fraudes ou ensejaram evasão de divisas com prejuízos para o nosso país", afirmou.

Caminho apontado

O deputado federal Waldemir Moka (PMDB-MS), presidente da comissão especial da Câmara dos Deputados que acompanha a crise na Parmalat, afirmou que o governo italiano também tem responsabilidade sobre os problemas causados pela Parmalat no Brasil.

Segundo o deputado, o Brasil não pode arcar sozinho com os prejuízos da multinacional. Moka afirmou que esse entendimento será mantido durante o encontro com a Comissão de Finanças do Congresso Italiano, que acontece na quarta-feira (4/2), na Itália.

"Queremos que as fábricas continuem funcionando. E isso só será possível com aporte de recursos italianos", disse Moka.

O objetivo é fazer com que o grupo italiano faça investimentos na unidade brasileira, para evitar a demissão de funcionários nas fábricas localizadas no país. (Agência Senado)

Revista Consultor Jurídico, 3 de fevereiro de 2004, 16h36

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