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Tarefa global

Países ibero-americanos podem fazer acordo sobre crime organizado

Os 22 países que integram a comunidade ibero-americana poderão formalizar acordos de cooperação no combate ao narcotráfico, pirataria, contrabando de armas e lavagem de dinheiro. Assim, será possível que se intensifique ações contra o crime organizado.

A proposta foi incluída nesta terça-feira (3/2), durante reunião do grupo de trabalho que trata do "Impacto da globalização e segurança jurídica". O documento será encaminhado para a VIII Cúpula Ibero-americana de Presidentes de Cortes Supremas e Supremos Tribunais de Justiça, que ocorre em julho deste ano em El Salvador.

A inclusão deste item foi proposta pelo vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça, ministro Edson Vidigal, coordenador-geral da IV Reunião Preparatória que acontece esta semana, em Brasília, na sede do STJ. Vidigal argumentou que o judiciário brasileiro tem experiência no combate a estes crimes.

Segundo o ministro Vidigal, este acordo faz parte da proposta a ser enviada ao plenário da IV Reunião Preparatória, na próxima quinta-feira (05), quando se conclui a etapa brasileira da cúpula ibero-americana. O documento contou com o aval dos delegados do México e da Argentina, que fazem parte do grupo "Impacto da globalização e segurança jurídica". (STJ)

Revista Consultor Jurídico, 3 de fevereiro de 2004, 18h47

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