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Fim da greve

Usinas nucleares de Angra voltam a funcionar após acordo no TST

Depois de onze dias terminou a greve dos trabalhadores das usinas nucleares de Angra, no Rio de Janeiro. Representantes das Indústrias Nucleares do Brasil (INB) e o sindicato dos trabalhadores firmaram um acordo no Tribunal Superior do Trabalho que garantirá um reajuste salarial de 7,9% para os funcionários das usinas. A proposta havia sido feita na semana passada pelo presidente do TST, ministro Vantuil Abdala.

Além do reajuste, a empresa que controla as usinas nucleares se comprometeu a pagar os dias parados e a pleitear junto ao governo federal a implantação de um plano de cargos e salários.

O TST iniciou a mediação do acordo na última quarta-feira (22/12) depois que a INB e o sindicato deram entrada a um dissídio coletivo. A empresa tentou, inicialmente, conseguir com que a greve fosse considerada abusiva, enquanto que o sindicato apresentou uma série de reivindicações, como o reajuste salarial e os planos de carreira.

Os funcionários das usinas de Angra são pagos pelo Tesouro Nacional. Por isso, a empresa alegou que a implantação de um plano de cargos e salários depende do governo federal. A INB afirma que, caso o plano de carreira seja implantado nas usinas, isso representará um acréscimo de até R$ 13 milhões por ano na folha de pagamento, que hoje é de R$ 60 milhões.

Revista Consultor Jurídico, 28 de dezembro de 2004, 12h37

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