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Ditadura Militar

Sessão sobre quebra de sigilo de arquivos da ditadura será pública

Após toda a polêmica em torno da quebra do sigilo dos arquivos do período da ditadura, a Justiça decidiu tornar pública a sessão sobre o assunto. O julgamento está marcado para a próxima segunda-feira (6/12), a partir das 14 horas, no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (DF).

Os documentos que estão guardados até hoje se referem aos acontecimentos da Guerrilha do Araguaia, uma resistência armada contra a ditadura militar que agiu durante os chamados “anos de chumbo”.

Os arquivos que estão protegidos por conta de um decreto baixado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso três dias antes de concluir seu segundo mandato, poderão se tornar públicos.

A decisão de fazer uma sessão pública foi do desembargador Souza Prudente, relator do TRF-1, que ordenou a retirada da tarja que indica segredo de justiça para o processo.

AC 2003.01.00.041033-5/DF

Revista Consultor Jurídico, 2 de dezembro de 2004, 13h17

Comentários de leitores

3 comentários

Se a dita tivesse sido realmente dura, com a co...

Mauricio Kamayurá (Auditor Fiscal)

Se a dita tivesse sido realmente dura, com a continuidade de um Castello Branco, provavelmente esses vendilhões da Pátria, jamais pediriam a abertura desses arquivos. Diante da seriedade do movimento, que não foi militar mas feminino(com exigência das mulheres para que os militares saíssem dos quartéis - a marcha das panelas), e das leis; ocorrem, pelo menos, duas hipóteses:primeira, enfrentariam um pelotão de fusilamento pelo crime contra a Pátria; e a segunda, se anistiados, como foram, deveriam, sim, indenizar a República, por toda sorte de malefícios perpetrados ao Brasil, que os permite aqui viver, e até aplaudir Fidel Castro, o fanfarrão Hugo Chavez, etc... Viva Pinochet que elevou o Chile aos píncaros latinos. Mesmo assim, lá também tem seu petesinho. Aquí ficamos apenas com o suPeraviT...

"Anos de Chumbo" teríamos se a turma do José Ge...

Alex Wolf (Estudante de Direito)

"Anos de Chumbo" teríamos se a turma do José Genuíno, José Dirceu & cia ltda, à época, tivessem tomado o poder. Eles nos prometiam um paraíso igual à Cuba e a então China comunista. Cuba, à época, se intitulava como o "território livre das Américas". Imaginem se não fosse "livre".....É um desaforo pagar essas indenizações para esses parasitas.

"Quando um setor da esquerda pegou em armas con...

Alex Wolf (Estudante de Direito)

"Quando um setor da esquerda pegou em armas contra a ditadura, ela não o fez em nome da liberdade e da democracia, mas em nome de suas propostas de instauração de um regime totalitário no país. Os que hoje se apresentam como "combatentes da liberdade" nada mais eram que os representantes do totalitarismo.Que pretendam agora se colocar como vítimas é um contra-senso histórico, uma imoralidade, que se faz às expensas dos contribuintes que devem pagar vultuosas indenizações aos que tinham como propósito a eliminação da liberdade no Brasil. A guerrilha do Araguaia seguia uma orientação maoísta que tinha entre os seus ícones assassinos como o Secretário Geral do Partido Comunista da Albânia e Mao-Tse-Tung e seu grupo da China. De repente, surgem nos meios de comunicação novas notícias relativas à abertura dos arquivos com um propósito que não é apenas humano, concernente ao direito, por exemplo, dos familiares enterrarem os seus mortos, mas político, de desqualificação de toda uma instituição, no caso, das Foças Armadas. Da mesma maneira, não se fala dos assassinados pelos guerrilheiros, os quais pretendiam impor ao Brasil um modelo totalitário de sociedade, mas de indenizações polpudas de pessoas que vão muito bem, obrigado". (Denis Rosenfield)

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