Consultor Jurídico

Notícias

Você leu 1 de 5 notícias liberadas no mês.
Faça seu CADASTRO GRATUITO e tenha acesso ilimitado.

Pedido de explicação

Ajuris vai interpelar advogado que criticou juízes gaúchos em artigo

A Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris) vai interpelar o advogado Roberto Barbosa de Carvalho Netto, de Porto Alegre, por conta de um artigo de sua autoria, publicado na sexta-feira (13/8), na editoria de Opinião do Jornal de Comércio. As informações são do site Espaço Vital.

No texto, com o título O que temem os juízes, o advogado critica a anunciada implantação do horário reduzido de atendimento de advogados e partes, que entra em vigor no dia 1º de setembro. Ele trata das "pilhas de processos pendentes" e opina sobre a existência delas, apontando as causas.

Segundo o articulista, "são duas as razões. A primeira, é que cerca da metade dos magistrados empossados foram tidos como inaptos nos testes psicotécnicos e/ou psicológicos, mas assim mesmo foram admitidos. A segunda é o ócio. Tentem, por exemplo, encontrar um juiz em seu gabinete nas sextas-feiras".

Nesta quarta-feira (18/8), o Conselho Executivo da Ajuris aprovou o ajuizamento de uma notificação para que o advogado "prove o que alega quanto aos exames psiquiátricos realizados nos concursos de admissão de juízes".

O Tribunal de Justiça gaúcho preferiu não falar sobre o assunto. O desembargador Osvaldo Stefanello, citado no artigo de forma respeitosa e até saudosa, informou, por meio da sua assessoria, que "não vai se manifestar sobre o artigo".

Clique aqui para ler o artigo.

Revista Consultor Jurídico, 19 de agosto de 2004, 12h31

Comentários de leitores

14 comentários

Gostaria de parabenizar nosso colega por ter ti...

Bruno ()

Gostaria de parabenizar nosso colega por ter tido a coragem de expressar o que sentimos. Agora a OAB e nos mesmos, devemos nos unir para que nao aja nenhum tipo de sanção e que ele nao seja prejudicado em futuras demandas.

TENHO UMA IDÉIA A DAR A FIM DE QUE NOSSO COLEGA...

Márcio Aguiar (Advogado Sócio de Escritório)

TENHO UMA IDÉIA A DAR A FIM DE QUE NOSSO COLEGA NÃO SEJA MASSACRADO NA AUDIÊNCIA PARA A QUAL FOI INTERPELADO A COMPARECER: É SÓ SOLICITAR AOS INQUISIDORES QUE MARQUEM A TAL AUDIÊNCIA PARA UMA SEXTA-FEIRA. AÍ NINGUÉM VAI ESTAR LÁ, A NÃO SER O COLEGA ADVOGADO QUE COMO TANTOS OUTROS TRABALHA DE SEGUNDA A SEXTA E, MUITAS VEZES, NOS SÁBADOS, DOMINGOS E FERIADOS! ABRAÇOS SOLIDÁRIOS!

Partindo da premissa que perguntar não ofende, ...

Fabio Guedes (Advogado Sócio de Escritório - Família)

Partindo da premissa que perguntar não ofende, por qual razão a interpelação se restringiu, apenas e tão somente aos resultados dos exames psicológicos? E o aspecto do ócio remunerado às sextas-feiras? Devemos presumir que fato não impugnado é tido como fato inconteste???

Ver todos comentários

Comentários encerrados em 27/08/2004.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.