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Mercado jurídico

Mercado: Ministro Sydney Sanches volta à advocacia em São Paulo

Nova direção

Depois de 42 anos na magistratura, o ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal, Sydney Sanches, volta à advocacia. Ele estudou diversas propostas de grandes escritórios e decidiu abrir sua própria banca, na capital paulista.

Vôo alto

Regina Lynch, sócia do escritório Xavier, Bernades e Bragança, foi eleita a melhor advogada brasileira na área de direito aeronáutico pelo “The Expert Guide to the Worlds Leading Lawyer”. Com a indicação, a advogada estará junto aos mais importantes profissionais do setor.

O guia é publicado anualmente pela editora Euromery Legal Media Group, especializada em publicações para o mercado jurídico. Durante um ano e meio, a empresa entrevistou formadores de opinião que indicaram os nomes dos principais profissionais da área.

Na terra do canguru

Ronaldo Veirano, cônsul honorário da Austrália e advogado especialista em comércio internacional, comandará uma missão de empresários brasileiros que visitarão a Austrália entre 16 e 23 de agosto.

O objetivo da missão é estimular associações para produzir etanol no exterior para exportar ao Sudeste Asiático. Durante o encontro, Ronaldo Veirano abordará os aspectos legais dos investimentos nessa área.

A missão ficará concentrada no estado de Queensland, onde estão localizadas 95% das indústrias canavieiras australianas.

Bola na rede

A equipe administrativa do escritório Machado, Meyer, Sendacz e Opice venceu a III Copa de Futebol 2004. No placar final do jogo, o time do MMSO venceu nos pênaltis a equipe do Mattos Filho por 4 a 3. A competição faz parte da Liga Administrativa de Futebol.

A Liga vai além da integração dos escritórios. Todos os atletas punidos com cartões durante o torneio têm a obrigação de fazer uma doação de alimentos não perecíveis, que são entregues para entidades assistenciais.

Idade tridimensional

O Reale Advogados Associados, um dos escritórios mais antigos do país completa, neste mês, 70 anos. Para comemorar a data, o escritório oferece na próxima terça-feira (17/8), um coquetel para 350 pessoas. Entre os convidados estarão presentes ministros do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça, membros do Poder Judiciário estadual e do Ministério Público, políticos, empresários e escritores.

O escritório foi fundado em 1934 e atua, essencialmente, na advocacia civil, penal e empresarial. Foi lá que nasceu uma das mais importantes leis do país -- O Novo Código Civil, sob coordenação de seu fundador, Miguel Reale.

Cadeira ocupada

Domingos Sávio Zainaghi é o mais novo membro da Academia Paulista de Direito. Ele tomará posse, na terça-feira (17/8), em solenidade no auditório da subsecção da OAB na Lapa. O advogado ocupará a cadeira número 27, que tem como patrono Oscar Saraiva, defensor da humanização do Direito.

Zainaghi é especialista em Direito Trabalhista há mais de 20 anos e atua em ações que defendem os interesses dos esportistas. É pós-doutorado em Direito do Trabalho pela Universidad de Castilla, La Mancha, Espanha.

Autor de vários livros, o novo integrante da Academia Paulista de Direito é titular do escritório Domingos Sávio Zainaghi Advogados.

Revista Consultor Jurídico, 12 de agosto de 2004, 16h01

Comentários de leitores

2 comentários

Como o nobre colega Dr. Marco Aurélio Moreira B...

Sérgio Niemeyer (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Como o nobre colega Dr. Marco Aurélio Moreira Bortowski, sou refratário a que ex-magistrado passe a advogar depois de aposentado. Todavia, diversamente do prefiro manter-me aferrado nesta posição pois entendo que o ex-Ministro não precisa advogar já que recebe aposentadoria integral, o que significa não sofreu nenhum corte em seu orçamento e não é justo que a sociedade carregue esse fardo para quem tem condições de prover seu próprio sustento. Reitero aqui minhas considerações de que magistrado que tenha atuado por 10 anos ou mais, exonerando-se da carreira, só poderia advogar depois de um período de carência de 5 anos. O mesmo deveria ocorrer com os magistrados aposentados, com a diferença que, neste caso, após os 5 anos, ingressando ele na advocacia, deveria perder o benefício da aposentadoria integral, caindo na regra geral, isto é, receberia a mesma aposentadoria que o cidadão comum, respeitado o limite máximo previsto em lei para este último. É muito fácil fazer caridade com o dinheiro alheio, máxime quando esse dinheiro vem do povo, sofrido e que não goza das mesmas prerrogativas dos magistrados. Muda Brasil!!!! (a) Sérgio Niemeyer

Embora defenda que os magistrados uma vez apose...

Marco Aurélio Moreira Bortowski ()

Embora defenda que os magistrados uma vez aposentados não poderiam mais exercer a advocacia, penso que a decisão do Min. Sanches foi a mais acertada. Acaso se vinculasse a um escritório, poderia gerar especulações inadequadas. Numa época de verdadeiro "denuncismo e caça a qualquer um", com essa decisão o ministro se preserva. Aliás, esse procedimento é bem próprio do Ministro. Homem cauteloso e com ampla visão da vida. Parabéns. a) Marco Aurélio Moreira Bortowski

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