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Basta ao crime

OAB e CNBB se únem para cobrar medidas contra a violência

O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Roberto Busato, será recebido nesta quinta-feira (29/4), às 15h, em Itaici, em São Paulo, pelo presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Geraldo Majella Agnelo.

Eles discutirão uma estratégia comum de ação para ajudar no combate à violência no Rio de Janeiro, em especial nos morros da Rocinha e do Vidigal, que pretendem visitar nos próximos dias.

"Nosso primeiro passo será ir aos morros para mostrar que setores organizados da sociedade civil estão dispostos a dar as mãos, para exigir do poder público um basta à violência", disse Busato.

"A sociedade tem de se mobilizar, exigindo a tomada de medidas com relação à segurança e ao combate à violência", afirmou o presidente da CNBB, em recente entrevista em Itaici, onde a instituição realiza sua 42ª Assembléia Geral, reunindo 350 bispos. (OAB)

Revista Consultor Jurídico, 29 de abril de 2004, 14h15

Comentários de leitores

1 comentário

Como a iniciativa vem da CNBB, espero que a ent...

Antonio Fernandes Neto (Advogado Associado a Escritório - Empresarial)

Como a iniciativa vem da CNBB, espero que a entidade não esteja culpando a polícia carioca por violência aos direitos humanos. O que acontece no RJ, é fruto daqueles corruptos que se aliam aos traficantes, bicheiros e outros quetais, para serem eleitos vereadores, deputados e governador do Estado. É fruto da frouxidão dos governantes defensores dos "direitos humanos", que somente criticam e acusam a polícia de violência, ao invés de a fortalecer, expurgando de seus quadros os maus policiais (civis e militares), pagando melhores salários e melhor equipando sua polícia. Para mim é balela o dizer que o traficante substitui o Estado, ajudando os moradores das favelas do RJ. Ninguém auxilia bandido, se não for seu parente, acólito, cumplice. O que a população das favelas pode, no máximo, é temer a violência do traficante. É um absurdo termos favelas. Absurdo é traficante morto gerar intimidação aos favelados, inclusive, decretando "toque de recolher e de fechamento do comércio". Isso tudo demonstra a política tremeliça dos governadores daquele Estado, que demonstraram não ter ou não saber efetivar a autoridade de seu cargo.

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