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Comentários de leitores

10 comentários

O endereço citado em meu comentário anterior nã...

Marcondes Witt (Auditor Fiscal)

O endereço citado em meu comentário anterior não possui espaço entre o .br/ e Imprensa. O Conjur não aceita palavras com mais de 35 letras.

A tutela antecipada, ora noticiada, foi suspens...

Marcondes Witt (Auditor Fiscal)

A tutela antecipada, ora noticiada, foi suspensa, conforme notícia em http://www.receita.fazenda.gov.br/ Imprensa/Notas/2004/maio/17052004.htm.

Prezados senhores, A decisão vale para todo o ...

Helio Ramos Aurélio ()

Prezados senhores, A decisão vale para todo o Estado de São Paulo e não apenas para a Grande São Paulo, como consta em vosso texto.

Em países mais civilizados o governo não apenas...

JA Advogado (Advogado Autônomo)

Em países mais civilizados o governo não apenas NÃO TRIBUTA o dinheiro gasto com essas despesas, como FORNECE GRATUITAMENTE óculos, lentes e consultas médicas, por conta do que já se paga à previdência e em impostos gerais. Aqui não tem moleza: não temos direito a nada disso e ainda consideram RENDA o dinheiro necessário para comprar. E não custa lembrar: o governo brasileiro tira dos contribuintes R$ 25 bilhões POR MÊS apenas em impostos administrados pela receita federal. Isso equivale a cerca de 8,5 BILHÕES DE DÓLARES, todo mês. E é muito pouco o que nos devolve em benefícios, pois até as estradas (cuja manutenção deveria ser feita com o dinheiro do IPVA e da CIDE) é mantida com dinheiro de pedágio, que é um novo tributo pago pelo contribuinte. E temos outros tributos indiretos, como escolas, hospitais, médicos, etc. - Parabéns ao Juiz Federal que julgou esta ação.

A brilhante decisão do Juiz Federal Hong Kou He...

Artur Colella - Advogado e Prof. Universitário (Advogado Autônomo - Tributária)

A brilhante decisão do Juiz Federal Hong Kou Hen, deverá por fim a um do inúmeros equívocos da legislação sobre imposto de renda. As deduções com medicamentos, óculos, lentes corretivas, aparelhos ortopédicos, etc. devem ser deduzidos da base de cálculo para fins de imposto de renda. Tais despesas são necessárias e indispensáveis à produzir o próprio rendimento. O contribuinte que usa óculos dele necessita para trabalhar, não é para mudar a sua aparência física. Aquele que por razões alheia a sua vontade faz uso de uma cadeira de rodas ou de uma perna mecânica única maneira de poder exercer seu trabalho e produzir seus rendimentos não pode por razões inexplicáveis estar impedido de deduzir todas essas despesas para calcular o imposto de renda devido. É evidente que a decisão do Magistrado chega em tempo de corrigir os impedimentos que as regras do Imposto de Renda ilegalmente vêm adotando. Há outros absurdos que necessitam ser sanados, tais como; 1)despesas de transporte que absorve grande parte do salário de qualquer trabalhador, 2)o próprio salário que não é renda, 3) combustível utilizado pelos médicos para locomoverem-se de um hospital para outro, 4) as despesas permitidas com instrução é um verdadeiro absurdo, etc. etc. etc. É imperativo que ocorra uma revisão nas regras do imposto de renda de modo que os valores pagos estejam dentro dos limites da realidade de cada contribuinte. Artur Colella Advogado Tributário Limeira - SP

Começamos a ver que "renda" não é o que a lei d...

André Milton - Advogado (Advogado Sócio de Escritório - Tributária)

Começamos a ver que "renda" não é o que a lei disser que é "renda", à mercê da vontade do FISCO. Há uma Constituição e AINDA devemos respeitá-la.

Começamos a ver que "renda" não é o que a lei d...

André Milton - Advogado (Advogado Sócio de Escritório - Tributária)

Começamos a ver que "renda" não é o que a lei disser que é "renda", à mercê da vontade do FISCO. Há uma Constituição e AINDA devemos respeitá-la.

Começamos a ver que "renda" não é o que a lei d...

André Milton - Advogado (Advogado Sócio de Escritório - Tributária)

Começamos a ver que "renda" não é o que a lei disser que é "renda", à mercê da vontade do FISCO. Há uma Constituição e AINDA devemos respeitá-la.

Com razão o dr. Dalton, PARABÉNS pela iniciativ...

Alfredo Bellusci ()

Com razão o dr. Dalton, PARABÉNS pela iniciativa. Precisamos mitigar o esbulho patrimonial realizado pelo governo. Em pleno século XXI estamos a mercê do confisco indiscriminado do governo, tal qual era o da monarquia. E o que é pior, SEM RETORNO. Portanto, os operadores do direito devem fazer sua parte para vindicar o que é de direito e mudar, ao menos um pouco, a panorâmica dos impostos brasileiros.

Parabéns pela iniciativa. Já é hora de o Poder ...

Dalton Luiz Dallazem ()

Parabéns pela iniciativa. Já é hora de o Poder Judiciário analisar essa e outras inconstitucionalidades do IRPF.

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