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Caçada no Rio

Justiça do Rio decreta prisão preventiva de Dudu e parceiros

O juiz Fábio Uchôa Montenegro, do I Tribunal do Júri da Capital, decretou a prisão preventiva de Eduíno Eustáquio de Araújo Filho, o "Dudu da Rocinha", e parceiros envolvidos nos crimes da noite de 8 de abril na Avenida Niemeyer, próximo à Rocinha.

Eles são acusados de roubar o carro e matar de “forma impiedosa e cruel” as vítimas Telma Veloso Pinto e Wellington da Silva. Segundo depoimento de uma testemunha, Welington, foi torturado próximo à quadra de esportes da Rocinha antes de morrer. Ela disse que os moradores ouviam a vítima gritar de dor e pedir socorro.

Os outros denunciados pelo Ministério Público foram Matheus José Alves da Silva, Ailton Francisco da Silva, o “Toquinho”, Pedro Artur de Faria, o “D’Oscar”, Alexsandro Santanna da Silva, o “Sapo Boi”, Carlos Henrique Fernandes dos Santos, o “Binho” e Patrick Salgado Souza Martins, conhecido como “PT” ou General.

Segundo a denúncia, Dudu está incurso no art. 121 § 2º I e III na forma dos art. 69 (homicídio qualificado por motivo torpe, e emprego de tortura, explosivo, meio insidioso ou cruel), art. 288, parágrafo único, (formação de quadrilha), art. 157 § 3 (2 vezes - roubo, onde violência resulta morte). Os outros acusados respondem pelos mesmos crimes como participantes.

O juiz diz que a medida extrema e excepcional foi tomada por conveniência da instrução penal, garantia da ordem pública e para assegurar a aplicação da lei penal, tendo em vista que: “os crimes foram praticados com extrema brutalidade e os acusados demonstram possuir intensa periculosidade, tendo o fato causado ampla repercussão na comunidade”. (TJ-RJ)

Revista Consultor Jurídico, 19 de abril de 2004, 20h19

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