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5 comentários

Se transpassarmos o caso exposto para o Brasil ...

Igor Garcia ()

Se transpassarmos o caso exposto para o Brasil é bem provavel que ficariam impunes ou somente responderiam pelo porte de arma, salvo se tivessem porte legal. Mentiriam em juízo sobre o roubo do carro e não haveria punição alguma, pois não saiu do "cogitatio criminis" É um prognóstico pessimista, mas estamos cansados de ver impunidades em face um um legislação penal anacônica e injusta.

amentavelmente, estamos longe da realidade cons...

Aron Friedenbach ()

amentavelmente, estamos longe da realidade consciente e de fatos. Os que deveriam nos representar, orientar, defender e, por nós decidir. São omissos, meros negociadores de "soluções " que atendem sua exclusiva e cativa clientela eleitoral. Enquanto o Puder Legislativo, com apoio irrestrito e inclusive incentivo do seu associado e senhorial Puder Executivo, resolvia desarmar a população quando deveria, na verdade, estudar formas em desarmar os bandidos; enquanto debatiam se a maioridade para adquirir armas deveria ser aos 18 anos ou aos 21 anos: enquanto se esgoelavam e faziam acordos em tôrno de quantos anos deveriam ser aguardados para a realização do "indispensavel" plebiscito ratificador de suas salvadoras soluções, nossos "de menores", recuperados (diplomados) pelas instituições governamentais especialmente criadas a estas finalidades, morriam e matavam a larga. Nossos Púderes lançaram, modestamente diga-se de passagem, planos imediatos, mediatos e a longo prazo, com títulos os mais variados, utilizando quasi sempre, parábolas relacionadas com ciclos biológicos de nascimento, com profissões, com mães que nasceram analfabetas. As tentativas originais foram, de inicio, um tanto tímidas, objetivavam questões regionais para, logo em seguida, sem apreciar os primeiros resultados, partirem para voos nacionais objetivando a exportação, de maneira a mais altruista, suas soluções, "urbi et orbe". Enquanto isto, nossos "de menores" se matavam e, especialmente matavam, aplicando os ensinamentos adquiridos de seus mentores, que ministram em seus cursos de aperfeiçoamento. A solução maior foi agora adotada pelo govêrno do ingovernavel Estado do Rio que, qual o CADE na esfera federal regula e disciplina a livre concorrência comercial, pretende agora, Dª ROSINHA, assessorada pelo seu auxiliar, Dr. GAROTINHO, regulamentar e disciplinar o livre tráfico de drogas, intervindo na disputa entre os investidores do Morro da Rosinha em sua auto defesa contra a concorrência praticada pelos seus concorrentes dos morros vizinhos. Vão inclusive construir um murro separando as facções. Não é lindo? Com a palavra, do alto de sua erudição, de sua cultura, nosso Sr. Prof. Dr. Catedrático. Penalista Emérito MARCIO THOMAZ BASTOS ou vá tirar férias junto com a não menos pragmática Benedita.

A lei é dura, mas é a Lei, quem vive às margens...

DOUTORA ANDRÉIA PEREIRA DA SILVA, ADVOGADA DOUTORA CRIMINALIST (Advogado Autônomo)

A lei é dura, mas é a Lei, quem vive às margens da Sociedade, não pode conviver em Sociedade, tem que viver enjaulado.

A oportunidade de mudar minha opinião sobre del...

O Martini (Outros - Civil)

A oportunidade de mudar minha opinião sobre delinquência juvenil e adulta tive ao apreciar tese de mestrado em que por inferência em estatística dedutiva demonstra que a reincidência global de jovens transgressores é menor que 60% e assustadoramente progressiva quando trata-se de delitos graves e continuados. Acresce que justamente esses jovens, em especial por inadimplência com traficantes, luta pelo poder na marginalidade, justiceiros e embates na prática de crimes, dificilmente chegam à maioridade. Ou seja, aqui não condenamos o menor infrator grave, a vida é que o condena e geralmente à morte. Continuamos com a consciência tranquila, nós que somos ferozmente contra a pena de morte? Mais, o criminoso, em geral, no Brasil - exceto o de colarinho branco - tem vida curta; sendo tantos, nem percebemos.

Penas rigorosas não reduzem a criminalidade. A...

O Martini (Outros - Civil)

Penas rigorosas não reduzem a criminalidade. Aqui temos o ECA e as FEBEMs que reeducam os meninos transgressores para a vida. Por isso nos históricos de criminosos adultos raramente constam passagens pelas FEBEMs.

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