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Primeira Leitura

Deputados petistas querem mudança na política econômica do governo

PT x PT – 1

Um grupo de 15 deputados petistas divulgou um documento intitulado Declaração de Páscoa — Antes que Seja Tarde: Mudança Já, no qual pede alterações imediatas na política econômica.

PT x PT – 2

Os deputados questionam o centro de gravidade da política econômica do governo e pedem mudanças, com responsabilidade, no sistema de metas inflacionárias e redução do superávit fiscal.

Há, definitivamente, algo de muito errado quando o debate no governo é: quem é o culpado pela crise? A política econômica? O caso Waldomiro? A inépcia administrativa? Todos?

Palocci defende Palocci

O ministro Antonio Palocci (Fazenda) disse, em Paris, que “os problemas sociais e o desemprego preocupam o governo e a sociedade”, mas que não acredita “que haja uma avaliação negativa da política econômica”. O ministro previu que 2004 será um ano “bom” em termos de crescimento econômico e se declarou “tranqüilo e otimista”.

Rebelo ataca Palocci

“A população julga o governo pelos resultados, quer emprego e melhoria na qualidade de vida”, afirmou Aldo Rebelo, ministro da Coordenação Política, que também se declarou otimista.

A inflação...

O IPCA de março ficou em 0,47%, e o núcleo por médias aparadas, metodologia utilizada pelo BC, subiu 0,76%. Ambos os números superaram as expectativas do mercado financeiro.

...e o BC

Enfim, o BC volta a ficar em uma situação complicada. De acordo com os compromissos firmados com o mercado, a Selic pode cair pouco ou nem cair em abril, embora a escassez da renda, o mercado de trabalho contraído e a pressão política cobrem a redução mais acentuada dos juros.

Assim falou... Luiz Gushiken

“Os leitores, os espectadores e os ouvintes estão ansiosos para saber aquilo que germina em termos de coisas boas. O critério deve ser a agenda positiva.”

Do secretário de Comunicação do Governo, durante encontro com jornalistas no Dia do Jornalista.

Tudo é história

No episódio mais grave desde a recente onda de violência no Iraque, forças americanas atacaram um suposto grupo de rebeldes na mesquita de Aziz Al Samarrai, nas cercanias de Falluja, cidade tida como o principal baluarte da resistência sunita à ocupação. O comando militar dos EUA afirmou que a ordem do bombardeio foi dada depois que cinco fuzileiros ficaram feridos por disparos vindos da mesquita.

O general Mark Kimmit, comandante das tropas de ocupação, justificou a ação dizendo que os rebeldes, ao utilizarem locais sagrados para realizar ataque contra os soldados, tiraram seu caráter religioso e legitimaram o ataque. Ainda assim, Kimmit ressaltou que a força aérea preservou o prédio central do templo, atingindo apenas um muro de proteção, de onde os rebeldes desafiavam as forças militares.

As tropas da coalizão estão envolvidas num confronto de duas frentes: contra muçulmanos sunitas, a oeste de Bagdá, e contra rebeldes xiitas, no sul e no centro do país. Pela primeira vez desde o início das operações, representantes dos aliados dos EUA tornaram pública a preocupação com o agravamento da situação, enquanto o aiatolá Moqtada Al Sadr ameaçou transformar o Iraque em um “novo Vietnã”.

O líder xiita exigiu que os americanos façam a transferência imediata de poderes “aos iraquianos honestos”. Al Sadr chamou os integrantes do Conselho Provisório de Governo, formado pelas principais facções religiosas e étnicas, de “colaboracionistas”.

*A coluna é produzida pelo site Primeira Leitura -- www.primeiraleitura.com.br

Revista Consultor Jurídico, 8 de abril de 2004, 10h54

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