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Rota de colisão

Paulinho quer que PGR apure revelações feitas em notícia da Veja

O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva -- Paulinho, pedirá à Procuradoria-Geral da República a apuração dos fatos narrados na reportagem da revista Veja sobre os bastidores da campanha eleitoral de 2002.

De acordo com a notícia, os petistas montaram uma operação de guerra contra adversários do então candidato Luiz Inácio Lula da Silva. Paulinho quer que se investigue se houve ilícitos criminais ou eleitorais na conduta da "tropa de choque" do PT.

A revista também atribui a petistas a divulgação de documentos que poderiam ligar Paulinho a supostas irregularidades no uso de recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Com as revelações, o sindicalista rompeu relações com o governo e com a Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Segundo os advogados de Paulinho, Ricardo Tosto e Eduardo Nobre, também será protocolado um pedido de explicações, na Justiça Criminal de São Paulo, contra o líder sindical Wagner Chinchetto.

De acordo com a revista, Chinchetto ligou de um celular pré-pago para Ciro Gomes, então candidato à presidência pelo PPS, e "fez um alerta anônimo. 'Seu vice [Paulinho] é corrupto', disse. 'Nós vamos à porta da livraria distribuir dossiês denunciando isso.'"

Revista Consultor Jurídico, 29 de outubro de 2003, 16h37

Comentários de leitores

2 comentários

E que a apuração seja denodada, assim como o fo...

Antonio Fernandes Neto (Advogado Associado a Escritório - Empresarial)

E que a apuração seja denodada, assim como o foram contra pessoas e candidatos outros que não do PT, que, aliás, chegaram a ser execrados e enxovalhados pela PGF, publicamente.

Primeiramente um alerta. Não podemos julgar com...

Fernando J C Pereira ()

Primeiramente um alerta. Não podemos julgar com a leviandade própria do procurador Luis Francisco e adotar a matéria da revista como prova. Que os fatos sejam apurados mas se confirmada a articulação de LF com Celso Tres fica inadiavel o estabelecimento de controles rígidos sobre os membros do MP. E não se diga que isso cercearia sua liberdade investigativa. Estes fatos poderão esclarecer porque alguns dos membros do MP tem tanto medo de controles que exijam e impoham ética e neutralidade em suas condutas. Em segundo lugar que se tenha a coragem de reconhecer que traços pessoais de carater não são causa dos desvios que, como eufemismo, alguns chamam apneas de exageros. Seu descontrole institucional, sim é a causa que - é claro - serve como uma luva para os de carater mal formado. Finalmente aos que minimizam dizendo que tais casos são exceção, lembro: O crime sempre é excessão e por isso mesmo precisa de controle, leis e normas para coibi-lo.

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