Consultor Jurídico

Notícias

Você leu 1 de 5 notícias liberadas no mês.
Faça seu CADASTRO GRATUITO e tenha acesso ilimitado.

Regime fechado

Ex-cabo da PM é condenado por morte de aposentado em MT

O ex-cabo da Polícia Militar de Mato Grosso, Hércules de Araújo Agostinho, foi condenado a oito anos de prisão, em regime fechado, pela morte do aposentado Manoel Pereira Lima. A sentença foi proferida na madrugada desta quarta-feira (15/10) no Tribunal do Juri de Várzea Grande, cidade vizinha a Cuiabá (MT). Hércules também é acusado de matar o empresário Sávio Brandão, fundador do jornal Folha do Estado, além de outras execuções.

Contradições nos depoimentos, alegação de legítima defesa, acusações de falso testemunho e impugnação de testemunha marcaram o julgamento do ex-cabo da PM, na tarde de terça-feira (14/10), no Fórum Criminal de Várzea Grande. Das cinco testemunhas de defesa, apenas duas depuseram. As outras três foram dispensadas. Também foram ouvidas duas testemunhas de acusação.

O primeiro a ser ouvido foi o réu, Hércules Agostinho, que alegou ter agido em legítima defesa ao atirar contra o aposentado Manoel Pereira de Lima, 73 anos, no dia 31 de dezembro de 1998. Pelo laudo pericial, a vítima foi atingida no tórax.

Conforme o processo, o aposentado teria rasgado com uma faca a bola que havia caído em seu quintal, na frente das crianças que brincavam na rua, e depois desferido um disparo para o alto. Vizinhos chamaram a Polícia Militar. Hércules e o soldado Laurindo Nunes de Souza Filho foram designados para atender a ocorrência. Quando chegou no local, Hércules teria tentado falar com a vítima. Mas o aposentado teria atirado. Foi então que o ex-cabo também atirou, segundo o depoimento. (Folha do Estado -- Daniele Danchura)

Revista Consultor Jurídico, 15 de outubro de 2003, 11h41

Comentários de leitores

0 comentários

Comentários encerrados em 23/10/2003.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.