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Espaço aéreo

Governo retoma licitação para a compra de caças para a FAB

O governo autorizou nesta terça-feira (30/9) a retomada do processo de licitação para a compra de caças supersônicos para a Força Aérea Brasileira (FAB), segundo o Centro de Comunicação Social do Comando da Aeronáutica.

O Centro informou também que na próxima quinta-feira será realizada uma reunião com a Comissão Técnica da Aeronaútica responsável pelo projeto FX e as cinco empresas já pré-selecionadas que concorrem a licitação. A idéia é definir como o processo será retomado e as novas exigências do governo.

No início do ano, o governo adiou até 2004 a licitação para a compra de 12 caças para a FAB. A justificativa dada era que o dinheiro do projeto, cerca de US$ 700 milhões, seria aplicado em programas sociais.

A Embraer, aliada à francesa Dassault, fabricante do Mirage, é uma das empresas que concorrem à licitação. Além dela, participam os americanos com o modelo F-16, a Rússia com o Sukhoi e o Mig, e o consórcio anglo-sueco apresentando o modelo Grippen. (Agência Brasil)

Revista Consultor Jurídico, 1 de outubro de 2003, 6h22

Comentários de leitores

3 comentários

O professor Paulo Bonavides comenta com muita p...

João Paulo Bezerra de Menezes (Advogado Autônomo)

O professor Paulo Bonavides comenta com muita propriedade o conceito de "estado mínimo", segundo o qual a nova "ordem" da globalização (quer dizer ordens imperativas das potências mundiais), é a de diminuir sensivelmente, dentre outras coisas, as defesas dos países "neo-colonizados", diminuindo, portanto, seus poderes de barganha. O governo FHC diminuiu bastante o orçamento para as forças armadas ano passado, forçando uma dispensa antecipada de uma parte dos militares. Seguiu criteriosamente essa "cartilha". A ordem da "pax americana" é a de que os países devem ter somente o efetivo necessário à sua segurança interna. No entanto, curiosamente, essa diretiva não se aplica às grandes potências. O país tem de reforçar suas forças armadas. Posso estar equivocado, mas credito apatriota a campanha contra o Min. Roberto Amaral, quando ele defendeu o desenvolvimento de armas atômicas pelo Brasil. Chega de suserania norte-americana.

Muito oportuna a medida, porém, ao invés de com...

Jose Cicero de Carvalho Brito (Praça do Exército)

Muito oportuna a medida, porém, ao invés de comprar, vamos construir os nossos, se os americanos deixarem, aí sim é auto-determinação, onde estão os nossos tanques: Osório, Cascavel, que eram exportados para o oriente médio, e q por determinação do governo americano não os fabricamos mais..se lançamos satélites, porque nao fabricamos aviões de caça, nao façamos como o pro-alcool que foi um projeto abandonado por determinação das forças armadas americanas, está na hora de fazermos o dia da derrama, isso é urgente, para nos garantirmos como nação, somos grandes apesar desses cínicos que governam o nosso país, Brasil acima de tudo, abaixo só de Deus, que e maior q tudo.

Vem em boa hora essa medida do Governo Federal....

Rozemberg (Juiz Estadual de 1ª. Instância)

Vem em boa hora essa medida do Governo Federal. O Brasil é um grande País e para atingir seu objetivo de consolidar-se como líder na América Latina, bem como para aspirar à uma vaga no Conselho de Segurança da ONU (o que é mais do que justo), precisa mostrar ao mundo que é capaz de se auto-defender à altura das grandes potências. E o mínimo que se pode exigir é que suas forças armadas não estejam sucateadas.

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