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Dívida pendente

Funcionários públicos dizem "Não ao Calote Oficial"

Manifestações de credores contra o não pagamento dos precatórios alimentares reuniu cerca de dois mil funcionários públicos federais, de cerca de 60 entidades diferentes, na tarde desta sexta-feira (28/11), no Largo do São Francisco.

A campanha chamada "Não ao calote oficial" tem o apoio da OAB-SP e Madeca. O presidente da Madeca, Felippo Scolari Neto, declarou que "a campanha será permanente até que o Estado e a Prefeitura demonstrem sensibilidade diante de um problema que atinge 450 mil credores".

A OAB informou que nenhum ente público é pontual no pagamento de ordens judiciais que visem quitar dívidas resultantes de processos regulares no Judiciário. O motivo seria o fato de não haver sanção. O Estado de São Paulo, por exemplo, deve em torno de US$ 5 bilhões em precatórios. (OAB-SP)

Revista Consultor Jurídico, 28 de novembro de 2003, 19h01

Comentários de leitores

1 comentário

Trata-se do maior calote que se tem notícia, co...

Antonio Sérgio Socolowski ()

Trata-se do maior calote que se tem notícia, com a conivência da justiça, que não utiliza os dispositivos constitucionais para o cumprimento de suas decisões. Tal fato ocorre porque o alto escalão do judiciário é de nomeação política, atendendo ao seus padrinhos políticos enquanto o povo que se lixe. Esta é a razão pela qual a descrença na justiça é generalizada. Nunca a frase "Até quando Catilina, abusarás de minha paciência", proferida por Cícero em discurso no senado Romano, foi mais atual para caracterizar o sentimento daqueles que um dia acreditaram na justiça na busca de seus direitos. Basta!!!

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