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Sem calúnia

Justiça rejeita acusação de calúnia contra jornalista da Veja

A Justiça criminal de primeira instância de São Paulo rejeitou ação penal movida contra o jornalista Lauro Jardim, da revista Veja. O processo por calúnia foi proposto pelo presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, João Vaccari Neto. Ainda cabe recurso.

Vaccari alegou que se sentiu ofendido com a nota publicada na coluna Radar, sob o título "O gosto da revanche". O jornalista afirmou que ele estava distribuindo "ameaças nominais a ocupantes de cargos dos bancos oficiais federais".

Jardim foi defendido pelo advogado Alexandre Fidalgo, do escritório Lourival J. Santos Advogados. Fidalgo afirmou que a expressão usada no texto não é criminosa. Para a defesa, o jornalista teve apenas a intenção de demonstrar que Vaccari fez algumas represálias.

O juiz Sidney Celso de Oliveira, da 1ª Vara Criminal do Foro Regional de Pinheiros, entendeu que não houve calúnia.

A advogada do sindicato -- Lucia Porto Noronha -- foi procurada na tarde desta sexta-feira (14/11) pela revista Consultor Jurídico. O Departamento Jurídico informou que ela estava no Fórum e retornaria a ligação. Até às 18h40, a advogada não retornou a ligação.

Processo nº 011.02.025211-1

Revista Consultor Jurídico, 14 de novembro de 2003, 18h37

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