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'Calendário eleitoral'

Anamatra considera

O presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), Grijalbo Coutinho, considera "estranho" o adiamento da reforma trabalhista para 2005. "A reforma não pode ser feita de forma açodada, mas não concordamos que seja postergada apenas pelo calendário eleitoral. Qual é o medo de fazer a reforma trabalhista em ano eleitoral?", questionou.

Segundo Coutinho, a sugestão de protelar as alterações na legislação trabalhista em dois anos reforça a tese de que as mudanças seguirão o caminho da flexibilização, não sendo benéficas para o trabalhador. "Dá a impressão que a reforma será impopular e, do ponto de vista eleitoral, não é interessante que seja realizada num momento no qual deputados e senadores disputam cargos em seus respectivos estados", afirmou.

Para o presidente da Anamatra, a reforma do Judiciário é muito importante e deve ser feita imediatamente, já que há mais dez anos está tramitando no Congresso Nacional, mas não há empecilho que caminhe paralelamente à reforma trabalhista. (Anamatra)

Revista Consultor Jurídico, 14 de novembro de 2003, 16h36

Comentários de leitores

1 comentário

A reforma trabalhista não sai por que não inter...

Antonio Carlos Álvares Moysés (Servidor)

A reforma trabalhista não sai por que não interessa aos maus empregadores que protelam ao máximo o pagamento das decisões judiciais, e enquanto isso aplicam no mercado financeiro, ganhando muito mais que os modestos juros trbalhistas. Por outro lado a possibilidade de extinção do TST e de alguns regionais também mobiliza seus juízes, retardando uma reforma que já era para ter ocorrido há 20 anos.

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