Consultor Jurídico

Notícias

Você leu 1 de 5 notícias liberadas no mês.
Faça seu CADASTRO GRATUITO e tenha acesso ilimitado.

Demanda tecnológica

Nilson Naves anuncia interligação de tribunais e seções judiciárias

O Superior Tribunal de Justiça pretende interligar todos os tribunais e seções judiciárias do País. Segundo Nilson Naves, presidente do STJ, "para concretizar este projeto, colocamos rubrica no nosso orçamento para o próximo ano. Esperamos que o Congresso seja sensível às nossas propostas." O ministro afirmou que a informatização é fundamental para a modernização do Judiciário e que, sem ela, provavelmente não se daria conta de um terço do trabalho.

Naves recebeu, nesta terça-feira (11/11), a desembargadora Anna Maria Pimentel, presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, que foi a Brasília apresentar três emendas ao orçamento do Judiciário. Ele pediu recursos para atender despesas de ampliação e integração das áreas da Justiça Federal; a instalação de 77 novas varas federais, de um total de 183 recentemente aprovadas pelo Congresso; e recursos para modernização das instalações da Justiça Federal paulista.

Segundo Anna Maria, "há necessidade de informatização porque o volume, hoje, de demandas que chegam ao Judiciário é muito grande. E não se quer que elas não venham. Muito ao contrário, um Poder se faz muito mais forte quando ele é demandado. Evidentemente que ele precisa estar preparado para isto. E a informatização certamente é a forma de se criar uma estrutura para atender o que a sociedade quer, exige e tem direito de ter". (STJ)

Revista Consultor Jurídico, 11 de novembro de 2003, 18h35

Comentários de leitores

1 comentário

A Justiça Federal deve, ainda, assumir plenamen...

garisio (Juiz Estadual de 2ª. Instância)

A Justiça Federal deve, ainda, assumir plenamente sua competência, o que até agora não ocorreu, dês que os juízes dos Estados são obrigados a suprí-la em larga escala, por esse interior afora e sem nehuma diferença remuneratória por isso, a exemplo da Justiça Eleitoral de outrora, que, praticamente, nada pagava ao juiz eleitoral, o que se modificou. Já lá se vão várias décadas desde a criação da Justiça comum idealizada pelos militares e até agora ela não exerce com plenitude sua competência. Daí por que, quando se fala em nacionalizar ou federalizar o Judiciário, fico bastante preocupado, ainda que se reconheçam as deficiências dos Estados.

Comentários encerrados em 19/11/2003.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.