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Outra prisão

Polícia Federal prende juiz João Carlos da Rocha Mattos

O juiz federal João Carlos da Rocha Mattos foi preso na noite desta sexta-feira (7/11) pela Polícia Federal. O juiz é suspeito de envolvimento no esquema na venda de sentenças e proteção à contrabandistas investigado pela Operação Anaconda.

Como informa o site Folha Online, Rocha Mattos estava no apartamento da ex-mulher, Norma Regina Emílio Cunha, ex-auditora fiscal do Tesouro, também presa na Operação Anaconda, na semana passada. Ele foi conduzido para a Superintendência da Polícia Federal, na Lapa (zona oeste da capital).

A prisão preventiva foi determinada, por unanimidade, pelos 18 desembargadores do Órgão Especial do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, a partir de um pedido do Ministério Público Federal.

Os desembargadores também determinaram a conversão da prisão temporária em preventiva dos acusados de envolvimento com a suposta quadrilha que já estão presos. São eles: os advogados Affonso Passarelli Filho e Carlos Alberto da Costa Silva, os delegados da PF José Augusto Belini e Jorge Luiz Bezerra da Silva (aposentado), os empresários Wagner Rocha e Sérgio Chiamarelli Júnior e o agente da PF César Herman Rodriguez.

Afastamentos

Ainda de acordo com a Folha Online, o superintendente da PF paulista, Francisco Baltazar, determinou nesta sexta-feira o afastamento do corregedor do órgão no Estado, delegado Dirceu Bertin, e do chefe do Setor de Passaportes, delegado José Augusto Belini. Os dois também são acusados de participar do suposto esquema de venda de sentenças.

Baltazar determinou ainda a criação de uma Comissão especial para analisar procedimentos suspeitos que podem ter sido cometidos pelos funcionários da PF do Estado.

Revista Consultor Jurídico, 7 de novembro de 2003, 19h32

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