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Homenagem pública

Leia o discurso do ministro Marco Aurélio na solenidade da UniFiam

Em 1985, deu-se o casamento de Hebe com o SBT, sob a direção inicial de Aurora Prado e hoje de Simone Lopes. A cobrança popular fez surgir a bigamia, passando Hebe a conviver, também, com o Rádio, tal como o fizera no início de sua vida. De segunda à sexta a temos na Nativa FM.

Voltou a gravar, já agora, em 1999, um CD e o título bem revela a preocupação que Hebe sempre teve para com os semelhantes - "Pra Você", bizando-o em 2001, já agora sob o título "Como é grande o meu amor por você", com participação especial de Chico Buarque, Caetano Veloso, Zezé di Camargo e Luciano, Simone, Nana Caymmi, Zeca Pagodinho, Ivete Sangalo e Fábio Júnior.

Muito mais poderia ser dito sobre a vida da Hebe. Cesso aqui as referências pra sentenciar que Hebe Camargo nutre, acima de tudo, o sentimento da solidariedade, alegrando corações e fazendo com que se tenha sempre acesa a chama da esperança. Parabéns Hebe Camargo. Nós a queremos permanentemente em nossas vidas.

Jornalista Domingo Alzugaray. Sua raiz, mostrou-se a Argentina, formando-se em Economia e vindo a trabalhar na Editoral Abril Argentina, na época, Matriz da Editora Abril Brasil. A transferência implicou descoberta maior. Aqui, vislumbrou o cenário capaz de realizá-lo em família e profissionalmente. Da união com a carioca Cátia, advieram três filhos. Alzugaray, por ato de vontade, abraçou a pátria amada, naturalizando-se em 1966 - em pleno regime de exceção. Visando a servir à nacionalidade, fundou, em 1972, a Editora Três, sendo hoje responsável por diversas publicações.

O homenageado é uma das personalidades mais marcantes da imprensa brasileira. A coragem e a ousadia são alguns dos seus traços mais conhecidos. Não é por acaso. A Editora Três, com suas sete revistas e 1.500 funcionários é a única empresa do setor de comunicação e jornalismo que não demitiu um único funcionário na crise atual que vive o país.

É um mérito quando se ouve, diariamente, as tristes notícias de cortes nos diversos setores. Costuma dizer que é filosoficamente contra cortes, porque quando eles são necessários é por que a equipe foi mal montada. Modéstia dele. Domingo Alzugaray é que é ousado. Na última crise, quando cerca de 50 revistas desapareceram do mercado editorial brasileiro, lançou a sua IstoÉ Dinheiro. Com a IstoÉ , a IstoÉ Gente, IstoÉ São Paulo, Motorshow, Planeta e Água na Boca (dedicada à culinária), a publicação virou sucesso.

Esse brasileiro, que escolheu ser brasileiro, é um romântico. Chegou aqui, vejam só, como galã de fotonovela. Mais tarde se tornaria diretor de uma das gigantes da publicação no Brasil.

Aprecie-se o slogan da sua principal revista: IstoÉ Independente. A independência tanto para a Imprensa quanto para o Judiciário é a base e o motivo da sua existência. Sem isso, as duas instituições perdem o sentido de ser. O jornalismo crítico é por ele incentivado. Sua principal revista tem logrado boa parte dos principais prêmios do jornalismo brasileiro. Dos leitores, ganhou o principal: é hoje reconhecida como leitura obrigatória das principais cabeças pensantes do país.

Cabe aqui a reverência a seus queridos familiares: Cátia Alzugaray, a mulher que o acompanha sempre; o filho, Carlos Alzugaray (o Caco), hoje presidente da Associação Nacional dos Editores de Revistas e a sua filha, a também jornalista Paula Alzugaray. Parabéns à família, pelo exemplo de varão com o qual sempre contou.

Eis os perfis dos homenageados, certeza da justiça desta iniciativa do grupo educacional capitaneado pelo Prof. Edevaldo Alves da Silva, mostrando como é errado o vezo de ter-se o dia do benefício como a véspera da ingratidão. Somos gratos, somos muito gratos a Hebe Camargo e a Domingo Alzugaray; sejam sempre felizes, para gáudio da sociedade brasileira.

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