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Proposta de campanha

Advogado defende eleição direta para lista do quinto constitucional

O pré-candidato à presidência da OAB do Maranhão, Carlos Nina, defende a eleição direta, com a participação de todos os advogados, para a escolha da lista sêxtupla que a OAB encaminha aos Tribunais para o preenchimento das vagas do quinto constitucional. Atualmente a escolha é feita apenas pelos Conselhos da Ordem.

Nina diz que é preciso democratizar a indicação dos advogados para integrar as cortes da Justiça. "A nossa proposta é que todos os advogados possam ser consultados para que possam manifestar sua opinião, quando da indicação para composição da lista. Depois,

da consulta, a OAB deve referendar a escolha feita, como já acontece em Sergipe. No Piauí também os advogados são ouvidos e elegem uma lista de dez advogados para que o Conselho escolha, dentre os eleitos pelos advogados, a lista sêxtupla. O certo é que os advogados não devem ficar fora dessa importante escolha", afirmou.

Revista Consultor Jurídico, 28 de julho de 2003, 21h51

Comentários de leitores

4 comentários

Eu acho boa a idéia da eleição dos advogados pa...

Antonio Manoel Bandeira Cardoso ()

Eu acho boa a idéia da eleição dos advogados para integrarem o quinto constitucional. Vejo apenas uma dificuldade de ordem prática,qual seja, como os eleitores, no caso os advogados do país, vão conhecer os candidatos para poderem votar? Eu incluo na lista dos grandes nomes da advocacia lem- brados pelo Alexandre os advogados H. Sobral Pinto, Clodomir Cardoso, Rodrigo Octávio, João C. de Souza Bandeira, no passado, e na atualidada Marcelo Lavenere Machado. Antonio Manoel Bandeira Cardoso advogado da União-Brasília

Não restam dúvidas de que o instituto do Quinto...

Leonardo de Lima e Silva ()

Não restam dúvidas de que o instituto do Quinto Constitucional é uma excepcional forma de democratizármos o Poder Judiciário Brasileiro, modo pelo qual um dos principais representantes do povo, o advogado, participa da construção de uma Justiça mais humana, mais viva e real. Concondamos com o posicionamento do Dr. Nina, por entendermos que com a participação de todos os membros da Advocacia a escolha se pautará pelo exercício da Democracia. Antes de concluir o nosso comentário, não posso deixar de apresentar o meu repúdio veemente a ignorância do cidadão que se diz professor, pois um educador tem o compromisso sobretudo com a cidadania. O regime previdenciário sempre foi injusto, mas a culpa não é e jamais será dos advogados que ingressam nos tribunais pelo quinto constitucional, a corrupção está ligada ao carater do indivíduo e não a sua profissão ou ao seu sacerdócio. Assim com existem Lalaus oriundos da Advocacia, existem muitos oriundos do magistério, dentre outras profissões. Engana-se quem acredita que aprovação em concurso público é certificado de competência, probidade, compromisso com o próximo e com a justiça. Só para esclarecer, os antigos juízes classistas não compõem o quinto constitucional mencionada na matéria. E, para saber, no dia-a-dia do foro, quem sabe e quem não sabe de nada, deve lidar com esta realidade diuturnamente. Basta é de colóquios para dormitar bovinos.

Os juízes oriundos do quinto constitucional não...

Francisco Clero Gomes Monteiro ()

Os juízes oriundos do quinto constitucional não têm correspondido com as expectativas dos advogados, porquanto ao assumirem a toga, esquecem completamente a sua origem de advogado e passam a despeitar com truculência as prerrogativas dos advogados, forçando-os a enfrentar outra batalha, além daquele para a qual foi contratada pelo seu constituinte. A meu, a magistratura deve ser composta unicamente por juízes de carreira, mediante concurso público de provas e títulos.

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