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Reforma em foco

Reforma da Previdência: Juízes ameaçam paralisar atividades.

O presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), Grijalbo Coutinho, afirma que insatisfeitos com a possibilidade da reforma da Previdência incluir apenas os atuais juízes no regime de paridade e de integralidade, os mais de 2.600 juízes do trabalho brasileiros poderão fazer uma paralisação por tempo indeterminado. De acordo com Coutinho, exclusão dos futuros juízes fragiliza o Estado Democrático de Direito.

"Entendemos que o Estado deve ser o formulador das políticas públicas nacionais, não podendo delegar quaisquer das atribuições essenciais ao mercado. No caso da magistratura a distribuição da justiça poderia restar comprometida com o enfraquecimento da carreira", afirma.

Na quinta-feira (17/7), após a leitura do relatório do deputado José Pimentel, a Coordenação Nacional das Entidades Nacionais da Magistratura e Ministério Público se reunirá para avaliar o relatório e definir as próximas estratégias de atuação.

A definição sobre a provável paralisação e quando o movimento será iniciado acontecerá na reunião do dia 21, às 10h, na sede da Anamatra. (Anamatra)




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Revista Consultor Jurídico, 16 de julho de 2003, 19h00

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