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Batendo recordes

Visitas ao site do TST subiram de 15 mil mensais para 100 mil diárias

Quando assumiu a presidência do Tribunal Superior do Trabalho, em abril de 2002, o ministro Francisco Fausto prometeu em seu discurso de posse abrir o Tribunal para o cidadão, ampliando dessa forma o relacionamento institucional com a sociedade brasileira. Por isso, investiu pesado no site do Tribunal, com a ajuda do assessor de comunicação da Corte, Irineu Tamanini, e agora vê resultados concretos -- de encher os olhos.

Nesses vinte meses desde que Fausto assumiu a Presidência, foram mais de 41 milhões de acessos ao site do TST, ou seja, mais de dois milhões de acessos mensais. Antes da atual gestão, o volume de consultas, segundo o departamento de informática do Tribunal, era de 15 mil por mês -- hoje é de cerca de 100 mil consultas por dia.

O crescimento no número de acessos é justificado pelo maior interesse da imprensa e dos jurisdicionados pelas notícias veiculadas pelo Tribunal e por um investimento maior da Justiça do Trabalho em sua página na Internet. Como considera a ferramenta prioritária, Fausto anunciou uma injeção ainda maior de recursos em informática e estrutura para Internet.

O crescimento na média de acessos diários ao site é outra estatística que ratifica o alcance da rede mundial de computadores na divulgação das ações do Judiciário. Em abril, o site do TST registrou uma média de 553 visitas diárias, enquanto que, em setembro e outubro, ultrapassou os 74 mil acessos em cada um dos meses. Em dezembro, mês para o qual esperava-se uma queda brusca na quantidade de visitas em função do recesso de fim de ano, a página do TST na Internet registrou uma média de 50.822 visitas por dia e um total de 1.575.482 acessos de 1º a 31 de dezembro.

Em 2003, o volume de consultas ao site do TST praticamente triplicou: foram mais de 30 milhões de acessos, o equivalente a 2,5 milhões de consultas todo mês -- um número 282 vezes superior à média dos meses anteriores a abril de 2002.

O site do TST bateu um recorde em outubro, quando se registrou 3,2 milhões de visitas. Esse número deve-se, em parte, à divulgação de informações de grande repercussão, como a aprovação, pelo Senado, do projeto de lei de instalação de 269 Varas de Trabalho e os resultados de audiências de conciliação, como as das Ferrovias Bandeirantes S.A. (Ferroban) e a Federação Nacional dos Trabalhadores Ferroviários. (TST)

Revista Consultor Jurídico, 31 de dezembro de 2003, 15h01

Comentários de leitores

3 comentários

O sucesso do site do TST é reflexo de algumas q...

Joabel Pereira ()

O sucesso do site do TST é reflexo de algumas questões que devem ser examinadas poor quem atua na área pública de forma geral e no judiciário, especialmente: 1. Não se faz comunicação sem um bom comunicador, sem gente e sem boa orientação. Aqui, todos os méritos para Irineu Tamanini, que repete no TST a qualificação do contato com mídia e público que fez no TSE, STF e STJ. 2. Quem vai ao sitecopm tanta frequência é porque espera informação, mas, aqui o principal para mim, porque sabe que vai encontrá-la; 3. Há uma espaço de comunicação ainda a ser ocupado e que o Tamanini poderia dar a partida: é preciso que o público saiba que o Judiciário só aplica a lei e que não pode fugir da lei. Aí ver-se-á que morosidade não é opção do julgador e sim consequência das ferramentas que dispõe para trabalhar: as leis. Joabel Pereira

Sem dúvida o colega está coberto de razão. Infe...

Carlos Alberto Fernandes da Silva ()

Sem dúvida o colega está coberto de razão. Infelizmente, apesar de todo o aparato informático que o TST dipõe no momento, os processos continuam lentos. Quanto ao excesso de recursos interpostos, que só beneficiam aos perdedores protelando o momento do pagamento, a culpa é exclusivamente da Lei. Os julgadores simplismente não tomam a direção mais curta, e sim seguem o código que indica esse caminho.

Sou um dos que, com esperança, acessam o site d...

Joao Mergino dos Santos ()

Sou um dos que, com esperança, acessam o site do TST em, pelo menos, uma vez por semana. Entretanto, a cada acesso aumenta a minha angústia e indignação, quando verifico que os processos não andam com um mínimo de agilidade; que a burocracia é irritante; que muitas ações demoram 5, 6, 7 anos ou mais, para ter uma decisão final e definitiva; que recursos e mais recursos absurdos - geralmente interpostos pela parte que sabe estar vencida -, são aceitos pelo TST sem qualquer triagem que impeça o abuso; que o campo movimentação é excessivo em datas quse repetitivas e termos técnicos indecifráveis. O que eu gostaria mesmo, era de ver o TST realmente "limpando" sua pauta e, assim, com tempestiva justiça, fazer com que milhares de trabalhadores recebam seus direitos surrupiados, antes de, sucumbidos pela velhice, não mais poderem usufruí-los com saúde e dignidade. Ter uma página do TST para consultar é bom, mas ótimo seria ver os processos realmente caminhando com celeridade! Saudações, João M. Santos

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