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Comentários de leitores

58 comentários

Caso o Sindicado ou a FENAJ não queira emitir a...

Sérgio Alves Ferreira de Lima ()

Caso o Sindicado ou a FENAJ não queira emitir a carteira de jornalista ou sindicalizar, qual a providencia que eu teria que tomar. e-mail: sergioalves02@ig.com.br

GOSTARIA DE ME INFORMAR SE PRECISA DE DIPLOMA P...

Delfino Alves Filho ()

GOSTARIA DE ME INFORMAR SE PRECISA DE DIPLOMA PARA REQUERER O REGISTRO NO MINISTERIO DO TRBALHO. PORQUE EU NAO ENTE ESTA DECISAO. delfinomg@bol.com.br

Gostaria de uma vez mais tocar nesse assunto po...

Jair Viana ()

Gostaria de uma vez mais tocar nesse assunto polêmico. É preciso que os dois lados da polêmica usem o cérebro, o bom senso e não o fígado. A discussão precisa se concentrar no aspecto jurídico/legal e não no mérito do curso superior para formação de jornalistas ou no registro precário. O ponto "X" da questão é a constitucionalidade ou não, do Decreto 972/69 que regulamenta a profissão. Sou jornalista com registro precário, mas entendo que os cursos oferecidos hoje, pecam na qualidade. O último provão foi a prva cabal, inconteste da necessidade de melhoria, aprimoramento. A Fenaj e os seus sindicatos, insistem em bater nos tais "jornalistas precários". Essas entidades nunca se preocuparam em debater a qualidade do ensino para a formação específica. Alguém se lembra de alguma campanha da Fenaj ela melhoria dos cursos de jornalismo. Antes dessa polêmica começar, a Fenaj só fazia "perfumaria", discutindo assuntos alheios à sua competência. Hoje, de posse do registro precário, e apoiado na decosão judicial, tento minha filiação aos indicato de São Paulo. Ainda hoje, via e-mail, o sindicato, numa audácia sem precedentes, simplesmente nega-se a cumprir uma decisão judicial e nega a filiação aos detentores de registro precário. É ético o posicionamento reacionário de entidade que diz representar uma categoria tão importante? Vamos manter a discussão sob a ótica legal. Aceito contestações jviannar@hotmail.com

A título de informação, a palavra "Vocação" pod...

Alfredo Júnior ()

A título de informação, a palavra "Vocação" pode ser entendida como a "tendência ou inclinação" da pessoa para determinada atividade. Terrível mesmo é ter um mercado repleto (graças a Deus com grandes e dignas exceções)de gente sem talento ou dom algum, mas com uma vocação...

O Decreto Lei 972 de 17 de outubro de 1969 é um...

Domingos da Paz (Jornalista)

O Decreto Lei 972 de 17 de outubro de 1969 é uma aberração sim e afronta a nossa Carta Política de 1988 e nesta ordem de idéias, a exigência do Diploma de Jornalista é inconstitucional sim e não precisa ser muito inteligente para se perceber isto, principalmente aos que foram a uma universidade fazer o curso de Comunicação Social. Os bancos das faculdades formam bons profissionais sim, entretanto, uma boa quantidade de jornalistas diplomados são irônicos e menosprezam sim, os jornalistas que tem como formação o dia a dia nas redações de inúmeros jornais e revistas do interior deste nosso país. Os diretores-responsáveis pelos jornais nas cidades do interior sabem muito bem do que estou falando porque empregam em seus quadros os jornalistas diplomados e os não diplomados. Em via de regra, como todos se adaptam ao mesmo objetivo, entretanto é comum discórdia nas redações quando se têm profissionais; um com diploma e outros pelo tempo de experiência, pratica relacional, editoria e o dom de escrever. Posso não concordar com uma gama de coisas que são produzidas dentro do Poder Judiciário, é meu direito, entretanto, é óbvio e ululante que a nossa Carta Política de 1988 não recepcionou a obrigatoriedade do diploma de jornalista, pois este DL 972/69 é o continuísmo do regime militar neste país. Só os vesgos, reacionários e os protuberantes conseguem ver a coisa pelo avesso ao comparar curso de Comunicação Social que forma “jornalistas” com curso de direito, engenharia, medicina e outros, é o fim... Mais ainda, estes reacionários não acordaram que estamos vivendo na era da informática e da rede mundial Internet, por este ângulo, tudo o que for escrito nas páginas da Internet também deverá ser escrito e assinado por jornalistas diplomados, não é o fim? Aliás, o maior banco de dados jornalísticos do mundo está exatamente na rede mundial Internet, portanto são informações jornalísticas, não é mesmo? Outro absurdo é o que gira pela cabeça de alguns mitômanos diplomados em Comunicação Social ao afirmar que jornais e revistas têm de ter “jornalista-responsável”. Isto não é verdade. Não existe em nenhuma lei que jornalista é responsável por este ou aquele jornal ou revista, a Lei de Imprensa e a Lei dos Registros Públicos são explicitas neste sentido quando mencionam que o jornal ou revista tem de ter DIRETOR RESPONSÁVEL e finalizando, o ranço da ditadura militar a justiça está corrigindo acabando com o monopólio ou cartel entre os diplomados.

Como algumas pessoas confundem os termos, vamos...

Alfredo Júnior ()

Como algumas pessoas confundem os termos, vamos tentar dar uma colaboração. "Dom" significa dádiva, presente ou dote natural. Já a expressão "Talento" rima com aptidão natural ou habilidade adquirida (nem sempre conquistada no curso de jornalismo). Proponho a formação de um movimento aos companheiros não-diplomados que foram beneficiados com a decisão processual. ajreventos@ig.com.br

Em princípio lamento profundamente a decisão ri...

Luiz Claudio ()

Em princípio lamento profundamente a decisão ridícula da senhora magistrada e lamento mais ainda os comentários de pessoas que se dizem jornalistas. Se partimos do princípio que bastaria um dom especial para exercer a profissão, várias exigências deveriam ser aniquiladas. Por que formar um advogado? Bastaria achar na sociedade pessoas interessadas nas leis...Por que assistentes sociais formados? bastaria achar na sociedade pessoas com um dom especial para aglutinar ONGs. fazer campanhas etc...Daqui a pouco, corre-se o risco de não ter necessidade de diplomas para médicos, enfermeiros...Bastaria boa vontade, a coleta de informações e experiências dos mais velhos e pronto...É preciso diploma, não porque o certificado vai dar qualidade ao profissional, mas porque são estudadas questões e disciplinas obrigatórias para o exercício da profissão...lamento o judiciário desconhecer tão profundamente um mundo que não é o seu...abaixo os "deuses" do judiciário que só trabalham em causa própria e ainda conseguem atrapalhar os outros trabalhadores que estudaram, estudam e tentam fazer desse país um pouco mais digno e moral. Diploma não é tudo, mas já é um começo!

Talento não se consegue num banco de faculdade,...

Alfredo Júnior ()

Talento não se consegue num banco de faculdade, apesar de reconhecer que a vivência universitária é importante, mas não essencial. As opiniões devem ser defendidas, mas não a qualquer custo. Coisas do tipo "até frentista conseguiu registro" ou "qualquer um" apenas deixam mais evidenciado o tom elitista e preconceituoso de algumas considerações. E se o Sr. Frentista tiver talento e capacidade para o ofício? Muitos profissionais que por um motivo ou outro não passaram pela academia de comunicação social foram beneficiados com a decisão, e a Fenaj, os sindicatos seguem na toada discriminatória.

A reação dos defensores da manutenção da exigên...

Jair Viana ()

A reação dos defensores da manutenção da exigência de diploma para o exercício da profissão de jornalista, à decisão da Justiça, precisa ser mais comedida e dentro da razão. O emocionalismo leva pessoas e entidades que defendem a exigência, à reações estéricas. O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo, ao tomar conhecimento da última decisão, datada de 2 de dezembro último, é triste. O presidente da entidade, Fred Ghedini, em tom raivoso e com reação hepática, fala um amontoado de abobrinhas. Ele fala em "jornalistas precários". Não existe essa categoria. O que existe são registros precários. Não se pode avaliar a capacidade do profissional, simplesmente observando se ele tem ou não o dploma. Ghedini, em outubro do ano passado, também numa crise hepática e vítima de um destempero emocional, chega ao cúmulo de anunciar que chamaria a polícia para expulsar das redações os "jornalistas precários". Tal verborragia pode ser confira na edição de outubro do ano passado, da nossa querida Revista Imprensa. A suspensão da brigatoriedade do diploma, em momento algum prejudica as universidades particulares~; aquelas defendidas com unhas e dentes pelo senhor Ghedini. Elas vão continuar existindo para a felicidade do presidente Ghedini. O desembargador Manoel Álvarez, simplesmente restabelece a decisão da juíza Carla Rister, que numa medida prudente, procura assegurar aos jornalistas não diplomados, o direito ao exrecício da profissão. Não adianta os dirigentes sindicais e a diretoria da Fenaj partirem para o ataque á honra e dignidade dos profissionais do jornalismo e da Justiça. O que manda nessas horas, são os argumentos fundamentadas para fazer valer seus anseios. Isto, nem a Fenaj e muito menos os sindcatos conseguiram. jviannar@hotmail.com jvianar@bol.com.br (17) 9111-5522

Prezados escribas, Sou jornalista náo-formado,...

Alfredo Júnior ()

Prezados escribas, Sou jornalista náo-formado, radialista não-formado, graduado em Direito e músico profissional. Por conta da absoluta falta de compromisso dos "amigos sindicalizados" com os colegas - muitas vezes mais, muito mais competentes - espalhados nas redações desse Brasil afora, não há o que reclamar. A reserva de mercado é algo impossível de não ser reconhecida. Tempos atrás troquei e-mail com um diretor do Sindicato dos Jornalistas de SP e pude sentir na pele. Segundo o colega, o SJSP não reconhece os indiplomados. Ora, não se apresentam mecanismos de integração e harmonia profissional. Citei exemplos de outros países em que não existe a obrigatoriedade e, mesmo assim, as faculdades oferecem cursos de graduação, pós e afins com extrema competência. Por que será que só o Brasil teima seguir na contramão? Não obtive uma resposta madura. Em 12 anos de profissão, trabalhei com muita gente boa que nunca se sentou num banco de faculdade; com excelentes profissionais acadêmicos e com verdadeiros idiotas, sem talento algum, com canudo na mão ou prestes a obter um, achando-se "jornalista". Alguns não sabem sequer escrever um off. Permitam-me citar o que aconteceu em meados de 1995. Foram intituídos os Juizados Especiais, os quais não necessitam da assessoria jurídica específica de um advogado. Houve muita discussão, muito alarde, mas os cursos de Direito continuam aí, milhares de bacharéis são colocados no mercado a cada semestre, as brigas de vizinhança não vão acabar, assim como os acidentes de trânsito, as cobranças, as execuções, os divórcios, os inventários, e nem por isso a OAB se descabela. Pelo contrário, os Exames de Ordem são melhorados a cada edição. Coorporativismo nós teremos em todas as profissões. Precisamos ter também é a tal da humildade - algo raro em nossos dias - para saber que nós não sabemos de tudo.

Mais uma vez a pseudo-justiça do País do faz de...

SEBAR (Professor)

Mais uma vez a pseudo-justiça do País do faz de conta emite parecer sem mais e sem menos, com argumetnos forçados e inexperientes para o contexto glocal, isso é, do global para o local, assim, como sempre, a discussão sobre a exig6encia ou não do Diploma para Jornalista acaba virando uma brincadeira judicial para os lados envolvidos na questão. Pra mim, o melhor neste caso é deixar que o mercado faça as exigências sobre a competência ou não deste diploma, haa vista, que neste novo tempo, faz-se necessário ter qualificação e competência para sobreviver num mercado competitivo e global. Porém, que a discussão seja ampliada para outras áreas diplomadas, entre as quais, DIREITO, HISTÓRIA,PSICOLOGIA e outras, alías, até mesmo algumas na área de exatas e biomédicas, tendo em vista a experiência profissional nestas áreas como prova de conhecimento profissional, dispensando assim, a exigência do Diploma. No caso específico do jornalismo, a reflexão é fundamental para se levar adiante o redatorial como ponto de partida para áreas afins aos interesses jornalísticos do mercado, quando, exige-se um profissional multimídia frente as mudanças no cenário internacional da comunicação. sérgio barbosa- jornalista profissional diplomado e professor universitário. sebar2002@uol.com.br - 12.12.2003

A exigência do diploma para jornalistas acaba s...

Ronaldo Gomes ()

A exigência do diploma para jornalistas acaba sendo uma forma de protecionismo sem sentido. O argumento de que assim se assegura a qualidade da profissão é falho. Por exemplo: para se trabalhar numa agência de propaganda não é exigido diploma algum, apenas competência, cujo nível exigido varia de empregador para empregador. E, curiosamente nesse mercado onde a meritocracia está estabelecida, o Brasil tem notoriedade internacional com ótimos resultados em Festivais de Publicidade de todo o mundo. Onde alguns dos melhores e mais premiados não tem diploma na área, apenas a qualidade de quem tem um grande talendo aliado a anos de experiência em excelentes empresas. Obviamente o jornalismo tem que ter sua ética preservada, mas isso cabe a orgãos de controle, cabe a população, a empresas jornalísticas e em última instância a ao próprio jornalista (ou engenheiro, ou arquiteto que está exercendo a função de jornalista). E finalizando, quanto aos erros gramaticais que saem na imprensa isso é lamentável e indica, não a falta de diploma e de competência de quem escreve (que na maioria das vezes, escreve numa tremenda pauleira), mas indica a falta de um outro profissional qualificado dentro de jornais e revistas de todo o Brasil: o revisor. Isso sim deveria ser debatido e exigido nas nossas redações!

Sob a dicção de que "a lei não excluirá da apre...

Glauco de Góes Guitti ()

Sob a dicção de que "a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito", a Constituição da República empalmou o princípio da inafastabilidade da jurisdição, que, em síntese, de um lado, outorga ao Poder Judiciário o monopólio da jurisdição e, de outro, faculta ao indivíduo o direito de ação, ou seja, o direito de provocação daquele. Assim, pare aqueles que acham que o judiciário não deve se ater a discussões pequenas como esta, saibam que para tantoalgum profissional de jornalismo, diplomado ou não, ou então, algum sindicato ou entidade de classe, invocou a tutela do Judiciário, e este, como já exposto acima, é obrigado a dar guarida a essas causas "pequenas e sem importância". Agora, gostaria de ver seus carros sere atingidos por caminhões e vocês não correrem para o Judiciário a fim de se verem ressarcidas! Será que seus automóveis ou prejuízos ensejam discussão mais importante do que a obrigatóriedade ou não do diploma universitário para o exercício da profissão de jornalista?

Pelo jeito as pessoas não entenderam que não é ...

Jonny ()

Pelo jeito as pessoas não entenderam que não é qualquer pessoa que vai ser contratado, e sim uma pessoa que com o tempo tem que demosntrar que sabe escrever, e bem. Para isso não é necessário fazer um curso de jornalista. Mas se fizer o curso, ótimo. A chance de se dar melhor é maior. Por que um biólogo, um químico ou um físico não podem escrever sobre Ciência? Talvez façam melhor que muito jornalista por ai (e olha que eu já li e ouvi uns absurdos), já que possuem conhecimento do assunto. Se eles, juntamente com o conhecimento, tiverem a habilidade de escrever, qual o problema? Quem falou que agora vai excercer a profissão de advogado sem diploma, por que não tenta fazer o exame da OAB? Acho bem provável não chegar nem perto de passar. Se passar, é porque você tem tato para a carreira. Deveria fazer o curso. Eu crio algumas páginas, e não tenho nenhum curso. Só falta agora eles regulamentarem a profissão de webdesigner...

Recebo com muita alegria esta noticia.Tenho dua...

Joel Viana ()

Recebo com muita alegria esta noticia.Tenho duas decadas de dedicação a escrita e tenho publicado "homonimamente" algumas materias, recebido elogios e até a implacavel critica tem me poupado. Entretanto,não tenho a mesma sorte com os "Jornalistas de Diploma", onde é explicito o preconceito com a escrita popular ou de natureza inspiratória. Até que tentei uma carreira ao diploma, após prestar o vestibular para o curso de Comunicação Social da Universidade Católica. Que tolice, após o sexto periodo, identifiquei que os profissionais da especialização jornalistica do curso carregava um forte ranço regionalista em suas publicações e não raramente, tendencionava ou conspirava contra o senso comum. Tal fato me faz acreditar que o bom senso prima pelo talento, razão pela qual o jornalista não é um cientista social, más o elo da sabedoria empirica com o afloramente da expressão cultural, desprovida de regras formais de apresentação e obdiente a lingua em que se é escrita ou falada. Salve esta decisão.

toda profissao deve ser exercida por pessoas ca...

Douglas Braga de Alencar (Escrivão)

toda profissao deve ser exercida por pessoas capacitadas, capacidade esta nem sempre adquirida na faculdade. com certeza nao podemos generalizar a necessidade de diploma em todas as profissoes, nao porque uma e melhor que a outra, mas sim pela consequencia que o exercicio da mesma de forma irresponsavel pode causar a terceiros. uma pessoa exercendo medicina sem o devido conhecimento tecnico pode matar, assim como um pseudo-engenheiro pode causar um desastre com a queda de um edificio, etc... no caso do jornalista, o maximo que pode acontecer sao paginas e paginas de bobagens, pois uma outra caracteristica do jornalista, que foi esquecida neste forum, e a credibilidade, sem ela qualquer artigo escrito por um desqualificado sera simplesmente ignorada. sei que todo jornalista de faculdade quer ter uma reserva de mercado, mas isso seria injusto com aqueles jornalistas da vida, que tem este dom e, como ja foi citado anteriormente, uma violacao do direito de expressao. sou analista de sistemas formado em faculdade, e minha profissao nao tem nenhum tipo de regulamentacao, existem milhares de pessoas que nem segundo grau tem e se titulam analista de sistemas, mas isso nao me encomoda, pois o mercado faz a selecao de acordo com as suas necessidades, e como na minha profissao existe lugar para todos, pois como empregados baratos, existem tambem empresas baratas (sera que uma veja contrataria um desqualificado? sera que um tabloide qualquer teria condicoes de contratar um expert?), nao devemos temer a concorrencia e sim atraves dela nos motivarmos e nos superarmos cada vez mais, buscando a excelencia. obrigado.

Ao Sr Derneval Cunha, que disse "Não confie ...

Malba Kischer ()

Ao Sr Derneval Cunha, que disse "Não confie em num jornalista. Sao seres humanos e portanto capazes de errar. Ou mentir, etc, etc.. e sao controlados por editores, que tem na maioria das vezes, outra cabeca". Eu digo, não acredite em nenhum médico, nenhum advogado e nenhum dentista. São seres humanos, portanto capazes de errar ou mentir...

Sem a obrigatoriedade do diploma para o jornali...

Juliano (Publicitário)

Sem a obrigatoriedade do diploma para o jornalista vou advogar sem diploma e ser médico sem diploma. Será que isto é possível ???

Para aqueles que acham que o jornalista não dev...

Malba Kischer ()

Para aqueles que acham que o jornalista não deve ser qualificado deve contentar-se com uma imprensa fraca, sem direito a reclamarda da qualidade de trabalhos oferecidos. Tenho muitos amigos que não são formados que são excelentes jornalistas. Mas não é maioria. Querer afirmar que jornalismo é dom é absurdo. Quem vive em redação de jornal sabe que as boas matérias são daqueles esforçados em aprender e entender constantemente os fatos. Quem tem o dom da escrita escreve livros e dificilmente se adapta ao pique de redação. É lamentável que algumas pessoas não se interessem por uma imprensa cada vez melhor. Acreditem, o Brasil tem uma característica própria de veicular a informação e quem mudou esta história foram jornalistas formados.

É necessário que relembremos o próprio conceito...

Maurides de Melo Ribeiro ()

É necessário que relembremos o próprio conceito de Universidade. Inicialmente não se formava ninguém para carreiras específicas, apenas lhes era dado acesso ao conhecimento universal, daí Universidade. Por isso que os antigos filósofos eram filósofos, matemáticos, oradores (advogados), médicos etc. etc. etc. . Há bem da verdade, uma vez demonstrada a versatilidade de determinada pessoa em uma área do conhecimento humano não será a necessidade ou não de um diploma que a alijará desse campo do saber. Vejam que temos inúmeros doutores "honoris causae" (vide nosso Digno Presidente) que nunca cursaram uma faculdade sequer. A propósito, até pouco tempo, creio que a exigência vem da década de 60, tínhamos excelentes advogados práticos, eram os conhecidos rábulas. Também já tivemos um médico compondo o Supremo Tribunal Federal, uma vez que para ser Ministro daquele Tribunal é necessário "notável saber jurídico" e não, simplesmente, um diploma de bacharel em direito. Creio, portanto, que é muito barulho por nada e, aferição da habilitação pessoal para o exercício da profissão sempre poderá ser feita pelo Órgão fiscalizador da categoria, como a Ordem dos Advogados ou o Conselho Regional dos Engenheiros e Arquitetos, por exemplo.

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