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Pedido rejeitado

Belo não deve ser interrogado novamente pela Justiça

O cantor Marcelo Pires Vieira, o Belo, não deve ser interrogado novamente pela Justiça. O entendimento unânime é da 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que negou pedido do cantor.

Belo foi condenado em dezembro do ano passado a seis anos de prisão por tráfico de drogas e associação para o tráfico, mas ganhou o direito de recorrer em liberdade.

O julgamento do recurso contra essa condenação estava marcado para a semana passada, mas foi adiado por causa do novo pedido do cantor. A data do recurso contra a condenação ainda não foi marcada e Belo continuará aguardando em liberdade e submetido a uma série de restrições, de acordo com a lei.

A suspeita de envolvimento de Belo com o tráfico de drogas começou com a escuta de gravações de conversas telefônicas, autorizadas pela justiça, entre ele e o traficante Valdir Ferreira, o Vado. O cantor ficou preso durante 36 dias e foi solto graças a um habeas corpus, em junho do ano passado.

Com ele, foram denunciadas outras 20 pessoas, dentre elas o traficante Elias Pereira dos Santos, o Elias Maluco. O único absolvido foi o líder comunitário da favela do Jacarezinho, Antônio Carlos Ferreira Gabriel, o Rumba, por falta de provas. Todos os condenados recorreram da decisão. (TJ-RJ)

Revista Consultor Jurídico, 5 de dezembro de 2003, 15h43

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