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Brasil mantém posição sobre Protocolo de Quioto

O secretário-executivo do Ministério da Ciência e Tecnologia, César Callegari, disse que o Brasil continua a defender o Protocolo de Quioto da mesma forma e com a mesma intensidade na Conferência Internacional de Mudanças Globais do Clima, em Milão.

A declaração foi dada após as agências de notícias internacionais divulgarem uma entrevista do assessor econômico russo, Andrei Illarionov. O representante russo teria dito que o Protocolo de Quioto "condenaria a Rússia à pobreza e ao atraso".

Segundo as notícias internacionais a atitude da Rússia levou muitos dos participantes da conferência da ONU a dizer que nada seria alcançado no encontro. Para Callegari o equilíbrio do ambiente global tem que ser uma posição dos povos em conjunto e não uma posição de governo, uma vez que o clima "é inerente à humanidade e não desse ou daquele território".

O secretário-executivo explicou que o coordenador de Mudanças Globais do Clima do MCT, José Miguez, representante do governo brasileiro em Milão, levou estudos importantes sobre matas ciliares e reflorestamento para discussão no encontro.(Assessoria de Imprensa do MCT)

Revista Consultor Jurídico, 4 de dezembro de 2003, 11h51

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