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CArlos Magno Barcelos - Advogado - São Mateus-E...

Carlos Magno Barcelos ()

CArlos Magno Barcelos - Advogado - São Mateus-ES OAB-ES - 8.163 - Rua Cel. Mateus Cunha, 409, Sernamby, São Mateus-ES - CEp 29.930-000. Fico lisonjeado com a decisão do C. STJ, pois um fato marcante para nós advogados, que fazemos a nossa parte dentro de um princípio ético para atendimento aos clientes. A decisão do Min. Cesar Asfor Rocha, torna mais seguro para nós advogados aumentando as nossas perspectivas de ver nossos trabalhos com resultado, vez que passamos situações de concentração e entrega ao nosso labor diário para dedicarmos à prestação de serviços alheios que, como este caso, não soube avaliar sequer o trabalho do ilustre advogado que patrocinou a causa. Como, particularmente, gosto de acompanhar decisões através do site do STJ, e agora acessando o site do google.com.br e encontrando a decisão com comentários dos colegas, resolvi também fazer este comentário, e dizer, que também tenho uma situação idêntica a este caso, que inspirou-me a impetrar Ação de Execução do contrato de honorários, e irei juntar todos os comentários aqui expostos, juntamente com é claro com as provas documentais. Grato pela atenção dispensada Carlos Magno Barcelos

Como advogado que patrocinei a causa desde seu ...

Gustavo Soares Azevedo ()

Como advogado que patrocinei a causa desde seu início me sinto orgulhoso e lisonjeado com os elogios e comentários dos colegas. Abraços e que todos possam usufruir dos benefícios que tal decisão confere.

Sem dúvida a decisão representa um marco import...

Sérgio Niemeyer (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Sem dúvida a decisão representa um marco importante para a advocacia. À parte discursos corporativistas, já que força reconhecer, muita vez somos invadidos por um espírito de corpo inerente a toda classe profissional, há colegas cuja conduta denigre a imagem e a dignidade do bom advogado. Decerto, e já tive conhecimento real disso, alguns de nossos pares prometem resultados certos a seus clientes, e quando sobrevém o insucesso refugiam-se no celeiro da atividade meio. Nossa profissão deve ser exercida com galhardia, é verdade, pois advogado covarde é o nada e deveria procurar outra coisa para fazer, mas temos de exercê-la com responsabilidade, orientando o cliente dos riscos que conseguimos vislumbrar na demanda para a qual nos consultam. Embora a decisão tenha vindo em boa hora, há muito caminho a percorrer. É de mister rechaçar o vezo dos juízes em condenar a parte vencida em módicos honorários, ou sempre no limite inferior do que prevê o art. 20, § 3º do CPC, isso quando, agindo de modo absolutamente ilegal, "contra legem" não arbitram nossos honorários em montante muitas vezes inferior aos percentuais ali estabelecidos. Parecem que não suportam a idéia de verem-nos ganahando dinheiro, como se isso além de ser uma ofensa a eles (magistrados), constituisse verdadeiro atentado à moral. É preciso debelar esse mito. Ganhar dinheiro é bom e todo mundo gosta. Ganhar dinheiro honestamente é o que dita a moral. Ora, toda sucumbência decorre do lavor de um advogado que atuou em nome da parte vencedora. Nada mais justo que ganhe, e ganhe bem, máxime porque com a morosidade da nossa justiça as causas se arrastam por anos a fio, o que só faz diluir e justificar a fixação da verba honorária segundo a base mais elevada. Com relação a clientes que não pagam... bem, isto está se tornando uma praxis. Contratam advogados bons, e depois de realizada a parte essencial do trabalho, após a estabilidade do processo, quando já não é mais possível inovar e as teses já estão todas traçadas, aí deixam de cumprir seus compromissos, dão causa ao rompimento, ou melhor à rescisão do contrato de honorários, bem como à renúncia, e vão discutir em juízo alegando que não devem a integralidade dos honorários porque o lavor não foi cumprido até o fim. Pior que isso, muitos colegas arvoram-se e acorrem para defender tais clientes. Meu consolo é que rapidamente se vêm na mesma situação, tornando-se vítimas do mesmo mal. É preciso lembrar: honorário não é salário. (a) Sérgio Niemeyer

Correta a decisão do Ministro.

Rodrigo Gutmacher Galvão Bueno ()

Correta a decisão do Ministro.

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