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Nas mãos do júri

Jornalista Antônio Marcos Pimenta Neves vai a júri popular

O jornalista Antônio Marcos Pimenta Neves, assassino confesso da jornalista Sandra Gomide, sua ex-namorada, foi pronunciado. A pronúncia é a sentença que remete o réu ao júri.

Pimenta Neves, ex-diretor de redação do jornal O Estado de S. Paulo, apresentou recurso em sentido estrito visando desconstituir a decisão. O recurso será julgado nesta quinta-feira (21/8), no Tribunal de Justiça de São Paulo.

A família Gomide é representada pelo criminalista Luiz Fernando Pacheco, do escritório Ráo, Cavalcanti & Pacheco.

Revista Consultor Jurídico, 18 de agosto de 2003, 13h14

Comentários de leitores

5 comentários

É através do Júri que temos consagrada a efetiv...

Carlos Alberto Santos ()

É através do Júri que temos consagrada a efetiva realização de Justiça. Quanto ao caso em tela, foi-se o tempo da defesa da honra, da violenta emoção, excludentes da punibilidade. Cabe agora, a devida e precisa atuação dos nobres representantes da defesa e acusação, no alcançar do que se tem como justo ao caso.

Outra medida não seria mais adequada do que ess...

Busato (Defensor Público Estadual)

Outra medida não seria mais adequada do que essa, é mais do que justo que o Jornalista vá a Júri Popular uma vez que cometeu um crime contra a vida de um ser humano, e convenhamos, de maneira covarde.

Acho perfeitamente natural, alguém que tenha co...

Gilberto Porto ()

Acho perfeitamente natural, alguém que tenha cometido o crime, em questão, vá ao Tribunal do júri, independentemente de quem seja(m) a (s) vítima(s),está no nosso Ordenamento jurídico. O que se espera é um julgamento justo e imparcial acatando-se a decisão dos jurados!

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