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Comentários de leitores

5 comentários

A preocupação que tevemos ter é a de não permit...

Evaldo Cosme V dos Santos ()

A preocupação que tevemos ter é a de não permitir com isso a introdução de mais um abuso contra os interesses dos trabalhadores, sob a idéia de geração de empregos. Haja Visto, outras manifestações, a saber: Abertura dos Shoppings aos domingos, Contratos de Trabalho Coletivo e outras.

analisando a falta de representatividade tão pr...

Claudinei Baltazar ()

analisando a falta de representatividade tão propalada e a necessidade de implantação de um contrato coletivo, imaginei a seguinte reforma: formação de uma central única dos trabalhadores e dos empregadores, separados, municipal, e, a fusão dos sindicatos subdividindo-se em câmaras setoriais. Assim teríamos a pactuação de um contrato coletivo mínimo, e, representatividade da central única dos trabalhadores negociando com a central dos empregadores. As câmaras setoriais fariam negociações por setores e/ou categorias, tornando mais equilibrado o sistema, garantindo uma negociação diferenciado para o pequeno, médio e o grande empregador. Haveria uma central única estadual e uma nacional, sendo certo que em todas haveriam eleições a cada 2 anos, o mesmo acontecendo nas câmaras setoriais, e, a contribuição sindical ainda persistiria, mas, seria direcionada para as centrais únicas, para manutenção de todo o sistema sindical municipal. As centrais estaduais sobreviveriam do repasse da contribuição das centrais municipais e o mesmo aconteceria com a central nacional. Enfim, essa é a minha visão para a reforma. Apenas uma grande reestruturação. Sem mais, Claudinei Baltazar - Advogado em São Paulo - Especialista em Direito do Trabalho pelo Centro de Extensão Universitário - Fone: 6221.00.72.

Corretissimo o entendimento do nobre Ministro. ...

Paulo Trevisani (Advogado Assalariado - Previdenciária)

Corretissimo o entendimento do nobre Ministro. O interesse publico deve sobrepor-se ao interesse particular ou de uma minoria. Um pai de familia empregado regularmente e ganhando horas extras habituais, gostaria de estar no lugar de um pai de familia desempregado? Nao seria melhor uma situaçao equilibrada? Nao e melhor pingar do que secar. E apenas um a questao de bom senso. Lembremos "Couture", ENTRE O DIREITO E A JUSTIÇA, LUTA PELA JUSTIÇA.

A declaração do ínclito ministro é equivocada, ...

Leonardo (Advogado Autônomo)

A declaração do ínclito ministro é equivocada, porque não lhe compete esse interesse em banir um instituto jurídico respaldado na própria legislação pátria. Que direito possui o Estado em limitar o trabalho do cidadão? Nenhum. Se o empregado vê no mourejo uma forma de aumentar sua remuneração e o empregador vê nessa medida uma forma de economizar, o Estado não pode impedir esta legítima forma de desdobramento da relação de emprego. Aliás, cabe ao Estado, tão apenas, criar novos campos de emprego.

A luta pelos direitos dos trabalhadores é algo ...

Rodrigo Laranjo ()

A luta pelos direitos dos trabalhadores é algo nobre e sempre bem vindo. Porém não está sendo levado em conta que muitos empregadores o fazem não por ganância ou desrespeito, mas por simples questão de sobrevivência. Se isto for colocado em prática, resultará em pequenas empresas fechando, por não poderem contratar, médias empresas perdendo faturamento por não terem margem para contratações e grandes empresas contratando um mínimo de empregados, com salários menores, pois elas precisam aumentar o quadro. www.wibs.com.br

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